A crise venezuelana deixou de ser apenas interna ou regional. Petróleo, energia e rivalidades entre grandes potências transformaram o país em uma peça estratégica de alcance global. Estados Unidos, China e Rússia disputam influência em um cenário que vai muito além de Caracas.
Um erro de inteligência artificial teria custado caro à reputação de um músico canadense consagrado. Após uma confusão de identidade em um resumo automático do Google, um show foi cancelado e levantou um alerta sobre os riscos de sistemas de busca que “contam histórias” — mesmo quando estão erradas.
Por décadas, o continente acreditou que a guerra havia ficado para trás. Hoje, essa convicção se desfaz. Avaliações recentes de especialistas em segurança indicam que o risco de um conflito europeu deixou de ser teórico. O dilema agora é político, social e psicológico — não apenas militar.
A OpenAI entrou oficialmente na temporada de retrospectivas de fim de ano. Com “Seu ano com o ChatGPT”, usuários podem rever como interagiram com a IA ao longo de 2025, com gráficos, distinções simbólicas e até um poema personalizado — tudo pensado para ser leve e opcional.
Quem cresceu assistindo a Os Jetsons provavelmente lembra bem da Rosie, a robô-faxineira sarcástica que cuidava da casa enquanto a família vivia no “futuro”. Durante décadas, ela foi só um símbolo otimista (e meio exagerado) da automação doméstica. Mas essa fronteira entre ficção e realidade está ficando cada vez mais fina.
A teoria da mente, uma das capacidades mais sofisticadas do ser humano, passou a ser testada em inteligências artificiais com resultados surpreendentes. Em 2025, modelos avançados já inferem crenças e intenções alheias. Mas até onde isso é entendimento genuíno — e onde começa apenas a simulação estatística?
Transformar água do mar em água potável deixou de ser coisa exclusiva de países ricos e desérticos. Com secas mais frequentes, rios no limite e aquíferos pressionados, a dessalinização virou peça-chave da segurança hídrica global. O resultado é impressionante: 80% dos países do mundo já usam água dessalinizada, e o Brasil entrou de vez nessa conta.
Dormir não é só desligar o corpo. Enquanto você descansa, o cérebro entra em modo de organização pesada: decide o que fica, o que vai embora e como transformar experiências recentes em memórias duradouras. Novas pesquisas mostram que esse processo é mais preciso — e mais poderoso — do que se imaginava, especialmente durante o sono REM, fase ligada aos sonhos.
Natal e Ano Novo têm algo em comum além da família reunida: mesas cheias, pratos repetidos e aquela sensação clássica de exagero. Mas o que acontece com o cérebro quando a gente come além da conta? A ciência vem tentando responder se uma ceia farta afeta só o estômago — ou se também bagunça memória, atenção e até o humor.
A sensação de que os anos “voam” com a idade não é apenas psicológica. Pesquisas mostram que o cérebro adulto passa a registrar o tempo de outra forma, influenciado pela rotina, pela memória e pela falta de novidades. Entender esse processo ajuda a encontrar maneiras simples de fazer os dias parecerem mais longos.
Por trás das cores, das luzes e do apelo infantil, alguns brinquedos escondem ameaças que não aparecem na embalagem. Substâncias químicas tóxicas continuam presentes em produtos vendidos legalmente e, muitas vezes, passam despercebidas. Saber reconhecer os sinais de alerta é hoje uma etapa essencial para garantir a segurança das crianças.
A inteligência artificial já influencia escolhas médicas, decisões jurídicas e oportunidades profissionais. Agora, cresce um consenso: sem limites claros, o avanço pode gerar riscos difíceis de controlar. A chamada IA responsável surge como o elemento essencial para garantir inovação, confiança e segurança no futuro digital.
Um gesto automático, quase invisível, ativa mecanismos profundos de conexão social. Pesquisas recentes mostram que uma simples expressão compartilhada pode alterar julgamentos, influenciar decisões e fortalecer vínculos de confiança em poucos segundos — tudo isso sem que a maioria das pessoas perceba conscientemente.
Novas projeções climáticas indicam que 2026 tem grandes chances de figurar entre os quatro anos mais quentes já registrados. O dado chama atenção porque não depende de eventos extremos: o aquecimento global segue avançando de forma constante, tornando temperaturas elevadas cada vez mais frequentes.
Dormir bem não depende apenas de hábitos ou disciplina. Um novo achado científico revela que um pequeno grupo de neurônios atua como um “centro de comando” do relógio biológico. Ele pode explicar por que algumas pessoas lidam melhor com jet lag, turnos noturnos e mudanças de rotina.
Depois de mais de três semanas de apuração travada, acusações de fraude e pressão internacional, Honduras finalmente conheceu o nome de seu próximo presidente. O resultado, longe de pacificar o país, aprofundou divisões políticas e colocou o pleito no centro do debate regional sobre democracia, influência externa e instabilidade institucional.
A força mental não nasce de frases motivacionais nem de tentar controlar tudo. Segundo uma psicoterapeuta norte-americana, existe um hábito silencioso, quase invisível, que diferencia pessoas emocionalmente fortes. Ele muda a forma de lidar com o estresse, as decisões difíceis e a incerteza do dia a dia.
Em meio a bombardeios, atrasos e incertezas, um trem noturno virou símbolo de resistência emocional na Ucrânia. Apelidado de “trem do amor”, ele leva mulheres até cidades próximas à linha de frente para reencontrar maridos e namorados que lutam contra a Rússia. A jornada é longa, perigosa — e, para muitas, a única forma de manter o vínculo vivo.
Pode rir, pode achar superstição — mas todo fim de ano ela volta com força total. A escolha da cor da calcinha no ano-novo é uma das tradições mais populares do Brasil e, para muita gente, funciona como um verdadeiro ritual de intenções. Afinal, se dá para começar o ano pedindo amor, dinheiro ou paz… por que não?
O 13º salário voltou a movimentar bilhões — mas não exatamente do jeito que muita gente gostaria. Mesmo com mais dinheiro circulando na economia, a maior parte dos trabalhadores brasileiros está usando o benefício para apertar o cinto, não para gastar sem culpa. Entenda como o 13º salário está sendo usado, o que isso revela sobre o endividamento no país e por que o comércio sente menos esse impulso.