A Tesla apresentou uma nova função pensada para quem viaja com animais de estimação: o “modo cachorro”. O recurso promete manter o interior do carro seguro e climatizado quando os donos precisam se ausentar por alguns minutos, garantindo o bem-estar dos pets.
Uma cápsula do tempo selada pela Princesa Diana em 1991 foi aberta no Great Ormond Street Hospital (GOSH), em Londres, durante a construção de um novo centro de tratamento de câncer. O conteúdo da caixa trouxe à tona memórias da década de 1990 e emocionou funcionários e pacientes.
E se a maior ameaça ao nosso futuro não fosse a falta de água, mas de outro recurso vital e silencioso? Elon Musk alerta que uma “seca invisível” já se aproxima, capaz de comprometer desde a inteligência artificial até hospitais e sistemas de transporte. A ciência e a inovação podem estar diante de um obstáculo inesperado.
Um novo estudo internacional revela que o calor extremo não apenas causa desconforto físico, mas acelera o envelhecimento silencioso de órgãos vitais. O efeito é comparável a fumar ou consumir álcool regularmente, levantando sérias preocupações sobre saúde pública em um mundo cada vez mais exposto às mudanças climáticas.
Milhares de espécies brasileiras enfrentam um futuro incerto diante do avanço do desmatamento, da caça e das mudanças climáticas. Entre aves raras, grandes predadores e pequenos anfíbios frágeis, a lista de animais em risco cresce a cada ano. A ciência mostra que ainda há tempo para agir, mas o relógio da natureza corre contra nós.
Um novo programa lançado pelo Governo do Distrito Federal promete aliviar a vida de quem tem dívidas de ISS e ICMS. Com descontos que podem chegar a 70% e parcelamentos de até 120 meses, o Negocia-DF surge como uma oportunidade inédita para regularizar pendências fiscais e evitar maiores complicações jurídicas e financeiras.
E se a felicidade não fosse apenas questão de sorte ou circunstâncias, mas também de prática? Pesquisas recentes mostram que é possível treinar o cérebro para notar e valorizar mais os momentos positivos do dia a dia. Com técnicas simples, psicólogos revelam como pequenas mudanças podem gerar grandes efeitos no bem-estar emocional.
Durante séculos, o polegar foi visto apenas como um diferencial anatômico, responsável por permitir que o ser humano manipulasse objetos com precisão. Mas um novo estudo revela que sua importância vai muito além da habilidade manual. A relação entre polegares e cérebro pode ter sido determinante na trajetória evolutiva que nos levou até aqui — e talvez seja a chave para entender o que nos torna humanos.
O Google acaba de revelar uma atualização que promete transformar a forma como nos comunicamos e até como aprendemos idiomas. Com inteligência artificial avançada, seu tradutor agora não apenas traduz em tempo real, mas também ensina com práticas personalizadas. Uma revolução que pode redesenhar um mercado bilionário.
A SpaceX divulgou imagens impressionantes da Starship após seu décimo voo de teste. A nave voltou marcada pelo fogo, com um tom acobreado que revela a intensidade da reentrada mais extrema já realizada. Mesmo danificada, conseguiu uma amerissagem controlado no Índico, um passo decisivo rumo aos voos interplanetários.
Usar chapinha, secador ou modelador de cachos parece apenas uma rotina estética, mas novas pesquisas mostram que esse hábito libera bilhões de partículas invisíveis capazes de penetrar profundamente nos pulmões. O que parece um simples gesto de beleza pode ter impactos comparáveis à poluição intensa de grandes cidades — só que dentro do banheiro de casa.
A nostalgia costuma ser vista como um refúgio doce, mas pode se transformar em uma prisão emocional. Quando idealizamos excessivamente o que já vivemos, corremos o risco de desprezar o presente e comprometer nosso futuro. Um psicólogo espanhol alerta para os perigos desse hábito e sugere caminhos para encontrar equilíbrio.
Cientistas descobriram uma mutação genética rara que permite a certas pessoas dormir metade do tempo considerado “normal” sem prejuízos para o corpo ou para a mente. O achado não apenas desafia a ideia de que todos precisamos de oito horas de sono, como também abre novas possibilidades médicas e evolutivas.
A ideia de que a ciência se transforma por meio de revoluções súbitas é sedutora, mas os estudos mostram outra realidade: a maior parte das descobertas acontece em etapas lentas e acumulativas. Ao longo da história, as grandes viradas foram raras, e muitas vezes estiveram ligadas não só a experimentos, mas também a pressões sociais e políticas.
Durante anos, a ideia de transmitir pensamentos à distância parecia restrita à ficção científica. Hoje, porém, laboratórios ao redor do mundo já demonstram que isso é possível. Interfaces cérebro-computador permitiram que pessoas separadas por milhares de quilômetros compartilhassem informações diretamente entre seus cérebros. A promessa de avanços médicos é real, mas também cresce a preocupação sobre privacidade e os dilemas éticos de acessar a mente humana.
A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil anunciou mudanças importantes no processo de solicitação de vistos. A partir de 1º de outubro, a taxa passará de US$ 185 (cerca de R$ 1.006) para US$ 250 (aproximadamente R$ 1.360), enquanto a entrevista presencial volta a ser obrigatória para todos os solicitantes a partir desta terça-feira, 2 de setembro.
O Google Tradutor está ficando mais inteligente. A empresa anunciou um novo recurso experimental que transforma o aplicativo em uma ferramenta de aprendizado e prática de idiomas, usando inteligência artificial para criar cenários interativos e dar dicas personalizadas para melhorar a conversação.
Uma inovação russa promete revolucionar a exploração espacial. Cientistas da Rosatom criaram um protótipo de motor elétrico de plasma que pode reduzir o tempo de viagem a Marte de quase um ano para apenas 30 a 60 dias, abrindo caminho para uma nova era de missões interplanetárias.
Uma única imagem do Google Earth está fazendo muita gente repensar o planeta em que vivemos. Vista de um ângulo específico, a Terra parece um mundo oceânico, onde quase não se vê terra firme: o Pacífico domina o globo e revela o quanto nosso planeta é, essencialmente, azul.
Um novo modelo desenvolvido por cientistas da Universidade da Califórnia coloca os chamados “mundos de vapor” no centro da astrobiologia moderna. Esses exoplanetas, com atmosferas dominadas por vapor de água, podem redefinir como buscamos sinais de vida fora da Terra e orientar futuras missões espaciais.