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Uma mudança inesperada pode redefinir os planos da Copa de 2026

A realização da próxima Copa do Mundo enfrenta um obstáculo que pode alterar seus rumos. A FIFA analisa uma possível mudança de país-sede para parte dos jogos, e o motivo está longe de ser esportivo. Entenda o impasse silencioso que ameaça a logística do maior torneio do planeta.
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Tempo de leitura: 2 minutos

A Copa do Mundo de 2026 promete ser histórica, com três países envolvidos na organização: Estados Unidos, Canadá e México. No entanto, dificuldades burocráticas envolvendo os EUA podem forçar a FIFA a repensar alguns dos jogos programados. Um problema que, à primeira vista, parece técnico, esconde implicações que podem afetar torcedores, delegações e a própria imagem do torneio.

O entrave que pode mudar o jogo

Uma mudança inesperada pode redefinir os planos da Copa de 2026
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A FIFA está avaliando a possibilidade de transferir parte dos jogos da Copa de 2026 dos Estados Unidos para o Canadá. A razão por trás dessa discussão não tem a ver com estádios ou infraestrutura, mas com os crescentes problemas para obtenção de vistos de entrada nos EUA — reflexo de políticas migratórias mais rígidas desde o governo de Donald Trump.

Em alguns consulados, a espera por um visto americano pode chegar a 300 dias, o que ameaça a presença de torcedores, jornalistas, atletas, familiares e até membros da organização. A situação é crítica para cidadãos de pelo menos 43 países, o que preocupa a entidade que comanda o futebol mundial.

Canadá ganha força nos bastidores

Diante do impasse, o Canadá se apresenta como uma alternativa viável. O país vizinho é visto como mais estável em suas políticas de imigração e com um processo de concessão de vistos mais acessível. O governo dos EUA, por sua vez, afirma estar tomando medidas para acelerar os processos consulares, inclusive com uso de inteligência artificial.

Apesar da tensão, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, evita alarmismos e garante que os planos seguem conforme o previsto. Ainda assim, casos como o do atleta brasileiro Hugo Calderano, que perdeu um torneio por não conseguir o visto a tempo, mostram que o problema é real. Até o momento, nenhuma decisão oficial foi tomada sobre a realocação dos jogos.

[Fonte: Jovem Pan]

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