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A “vovó” que transformou o campo em um império bilionário

Aos 93 anos, uma das mulheres mais ricas do Brasil continua a influenciar silenciosamente o agronegócio. Com uma fortuna avaliada em bilhões, ela construiu um império a partir do zero e mantém, até hoje, a palavra final em um dos maiores grupos agrícolas do mundo, sem abrir mão de uma vida simples e reservada.
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Tempo de leitura: 2 minutos

Longe dos holofotes, mas presente em todas as grandes decisões, uma idosa de 93 anos se consolidou como uma das figuras mais poderosas do agronegócio brasileiro. Fundadora de um dos maiores grupos do setor, ela combina firmeza, tradição e discrição, sendo exemplo de liderança feminina em um universo ainda dominado por homens.

De raízes modestas a império global

A “vovó” que transformou o campo em um império bilionário
© https://x.com/hipernoticias/

A trajetória de Dona Lúcia Maggi começou nos anos 1970, quando deixou o Paraná com o marido, André Maggi, para apostar no potencial agrícola do Centro-Oeste. Em Sapezal (MT), iniciaram o cultivo de soja, milho e algodão, construindo aos poucos o que se tornaria o Grupo Amaggi. Hoje, a empresa é referência mundial, atuando em grãos, insumos, logística e até geração de energia.

A liderança após a perda

Com a morte de André em 2001, Dona Lúcia assumiu o papel central da companhia. Embora não esteja na gestão diária, nenhuma grande decisão acontece sem sua aprovação. Reconhecida por sua postura direta e conservadora, ela é considerada uma liderança incontornável do setor, respeitada por aliados e concorrentes.

Simplicidade em meio à fortuna

Apesar da fortuna de R$ 6,6 bilhões, Dona Lúcia leva uma vida sem ostentação em Rondonópolis (MT). Usa um jatinho apenas por questões de saúde, circula em cadeira de rodas e mantém o hábito de receber familiares e amigos com café e bolo caseiro. O luxo se resume a um colar de pérolas em ocasiões especiais.

Legado e inspiração

Além de comandar o grupo, ela também está à frente da Fundação André e Lúcia Maggi, dedicada a projetos sociais nas áreas de educação e saúde. Homenageada com uma praça em Sapezal, reforça sua imagem de matriarca respeitada. Entre os bilionários da Forbes, é uma das raras mulheres que ergueram a própria fortuna, consolidando-se como símbolo de perseverança e liderança feminina no agronegócio.

[Fonte: Alô alô Bahia]

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