Determinação, leveza e propósito.
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Viver até os 95 anos em boas condições de saúde não é apenas um sonho distante. De acordo com Eric Verdin, referência mundial no estudo do envelhecimento, quatro hábitos simples e consistentes podem prolongar a vida e, sobretudo, garantir mais qualidade nos anos conquistados.
Empresas de biotecnologia já oferecem testes para selecionar embriões com base em traços físicos ou cognitivos. A promessa de “otimizar” o DNA humano desperta tanto fascínio quanto temor, levantando alertas sobre riscos de eugenia e o surgimento de uma desigualdade genética global.
Um estudo internacional mostrou que restringir o consumo de açúcar nos primeiros mil dias de vida pode reduzir o risco de asma e DPOC na idade adulta. O achado surgiu de um “experimento natural” após a Segunda Guerra, revelando como escolhas alimentares precoces moldam a saúde respiratória décadas depois.
Interromper os outros pode parecer descortês, mas na maioria das vezes é um reflexo automático do cérebro. A neurociência mostra como nossos pensamentos, emoções e memórias se cruzam nesse momento — e como transformar esse impulso em uma escuta mais empática e verdadeira.
Neurocientistas descobriram que em crianças submetidas a uma cirurgia extrema contra epilepsia, um hemisfério pode seguir consciente enquanto o outro entra em um estado de sono eterno. Não se trata de duas mentes, mas de dois mundos diferentes dentro do mesmo crânio.
Uma câmera ultrarrápida conseguiu registrar a fusão nuclear em cores nunca vistas. Além de encantar os olhos, essas imagens trazem pistas preciosas para os cientistas que tentam transformar em realidade a energia das estrelas aqui na Terra. O que significam essas cores e por que são tão importantes?
Einstein é lembrado como um gênio, mas também cometeu enganos. O curioso é que esses “erros” acabaram abrindo caminho para descobertas que mudaram nossa compreensão do universo. Saiba como suas dúvidas e resistências moldaram a ciência moderna.
Durante décadas acreditou-se que apenas os neurônios armazenavam lembranças. Mas um estudo publicado na Nature revelou que os astrócitos — células de apoio antes ignoradas — também participam ativamente na memória emocional. A descoberta revoluciona a neurociência e abre novos caminhos para tratar Alzheimer e outros distúrbios cognitivos.
Pesquisas revelam que as águas antárticas funcionam como uma barreira natural contra a liberação de dióxido de carbono das profundezas oceânicas. Esse equilíbrio, porém, é frágil: mudanças de salinidade e temperatura provocadas pelo clima podem romper a proteção e liberar enormes quantidades de CO₂ à atmosfera.
Uma inovação biotecnológica está transformando o cuidado oncológico. As terapias subcutâneas reduzem horas de hospitalização para apenas alguns minutos, permitem descentralizar o tratamento e oferecem mais conforto às pacientes. Especialistas destacam sua eficácia, segurança e potencial para reduzir desigualdades no acesso à saúde.
Um estudo da Universidade de Oxford revelou que 8 em cada 10 pessoas em situação de pobreza no mundo estão expostas diretamente a riscos ambientais como calor extremo, enchentes, secas e poluição. A pesquisa mostra como desigualdade e crise climática se alimentam mutuamente, formando uma armadilha global.
Uma pesquisa global com mais de 18 mil pessoas revelou quais cidades concentram os habitantes mais felizes do planeta. Os resultados surpreendem: da modernidade asiática ao calor latino-americano, a felicidade urbana não depende apenas de riqueza, mas da forma como se vive o dia a dia.
Um avanço pioneiro da Universidade de Oxford promete transformar a indústria fotovoltaica. Graças a um cristal inovador, os painéis solares podem alcançar níveis inéditos de eficiência, abrindo caminho para uma energia mais limpa, barata e acessível em escala global. A revolução pode já estar em curso.
Um estudo da Universidade de Harvard mostrou que até as moscas da fruta desenvolvem personalidades únicas e que essas diferenças podem evoluir ao longo do tempo. A descoberta desafia a biologia tradicional e sugere que a individualidade é uma estratégia essencial para a sobrevivência.
Não é petróleo, nem ouro, nem litio. O novo protagonista da geopolítica global é um grão que alimenta animais, pessoas e disputas entre potências. Entre Estados Unidos, China e um país latino-americano no centro do tabuleiro, o futuro do século XXI pode ser decidido nas plantações.
Ele parece saído de uma animação da Pixar, mas é real: expressivo, simpático e capaz de conquistar com um simples sorriso. Mais do que aparência, este robô aprende sozinho, ajuda nas tarefas domésticas e promete inaugurar uma nova relação entre humanos e máquinas.
Muito além das passarelas, o clima influencia silenciosamente nossas escolhas de estilo. Dos casacos pesados do norte às túnicas leves do trópico, a moda sempre foi guiada pelo tempo. Hoje, até mesmo as mudanças climáticas estão reinventando o modo como nos vestimos.
A escolha da OpenAI para instalar infraestrutura tecnológica na América do Sul não é apenas um investimento, mas um movimento estratégico que pode transformar a região. Um país com tradição científica e potencial energético está diante da chance de unir IA e energia limpa para liderar uma nova era.
Governos anunciam metas ambiciosas de descarbonização e expansão das renováveis, mas a realidade segue em contradição. Enquanto painéis solares e turbinas eólicas se multiplicam, o consumo de petróleo, gás e carvão cresce. Entre promessas verdes e práticas cinzentas, a transição energética global parece cada vez mais incerta.
O cofundador da Microsoft surpreende o mundo ao declarar que não deixará sua imensa fortuna para os filhos. Em vez disso, está conduzindo um dos projetos mais ambiciosos da história recente: transformar riqueza em motor de mudanças globais, usando saúde, educação e tecnologia como ferramentas de impacto.