Determinação, leveza e propósito.
Seguir Aleksandra Lima dos Santos
A velhice nos cães não depende apenas do tempo. Tamanho, raça, genética e estilo de vida influenciam quando essa fase começa e como ela progride. Um novo estudo mostra que reconhecer os primeiros sinais pode aumentar o bem-estar e prolongar os anos felizes ao lado dos nossos companheiros de quatro patas.
O mundo chega à COP30 sob recordes de calor, eventos climáticos extremos e frustrações acumuladas. Entre jatos privados, lobbies fósseis e discursos de sustentabilidade, a conferência poderá ser a última grande chance de impedir que a crise climática ultrapasse limites irreversíveis. A Terra já está cobrando a conta.
Cientistas conseguiram rastrear, célula por célula, como o cérebro humano se constrói desde o embrião até a maturidade. O feito revela um desenvolvimento muito mais longo e complexo do que imaginávamos — e pode explicar a origem de transtornos como autismo e esquizofrenia. Um mapa que redefine a mente humana.
O cofundador da Ethereum sempre foi visto como o exemplo máximo do sucesso no universo cripto. Porém, em um único dia, a volatilidade apagou cerca de 80 milhões de dólares de sua fortuna. O episódio expõe uma verdade incômoda: nem mesmo quem criou o sistema está protegido dele.
Perder um dente sempre foi definitivo — mas isso pode acabar antes de 2035. Pesquisadores do Reino Unido, Japão e Estados Unidos estão disputando quem conseguirá fazer nascer novos dentes humanos, seja em laboratório ou diretamente na boca do paciente. Se der certo, próteses e implantes podem se tornar coisa do passado.
A ciência acreditou, durante muito tempo, que nosso cérebro nascia praticamente pronto. Mas um novo atlas celular revela outra história: neurônios continuam surgindo, mudando e se especializando durante muitos anos. Essa plasticidade prolongada pode explicar nossa inteligência extraordinária — e também por que somos tão vulneráveis a transtornos como o autismo e a esquizofrenia.
A China deixou de ser coadjuvante na corrida espacial. Com sua própria estação em órbita e missões lunares cada vez mais ousadas, o país transformou o espaço em palco de tecnologia, diplomacia e estratégia internacional. Por trás dos foguetes e robôs, está surgindo um poder global que vai além da pesquisa científica.
Por que enxergamos cores que não existem? Aquela mancha verde após olhar uma luz vermelha ou o brilho fantasma que aparece diante dos olhos sempre intrigou cientistas. Agora, uma pesquisa britânica revela que a origem do fenômeno não está no cérebro — mas em um mecanismo escondido dentro da própria retina.
Trabalhar sem parar parece produtivo, mas a ciência mostra o contrário. Pesquisas revelam que pequenos intervalos de um a dez minutos podem melhorar a concentração, reduzir o estresse e manter a energia ao longo do dia. São os chamados microdescansos — pausas estratégicas que funcionam sem esforço, sem aplicativos e sem técnicas complexas.
Pela primeira vez, cientistas conseguiram traçar o desenvolvimento completo do cérebro humano — do útero à vida adulta. O que esses mapas mostram redefine como entendemos pensamento, memória, consciência e identidade. A tecnologia expõe a arquitetura invisível da mente e abre uma fronteira inédita para a neurociência.
O Tinder está testando uma ferramenta de IA que pode acessar a galeria do celular para sugerir pares mais compatíveis. A empresa garante que o recurso é opcional e promete reduzir a “fadiga de deslizar”. Mas a novidade levanta uma questão inevitável: até onde vai a privacidade dentro dos aplicativos de namoro?
O jejum intermitente virou tendência mundial, mas ainda há dúvidas: ficar horas sem comer atrapalha a concentração, a memória ou o raciocínio? Uma nova análise científica, baseada em mais de 70 estudos, traz uma resposta tranquilizadora — mas também revela exceções importantes e situações em que o cérebro pode, sim, sofrer impactos.
Um estudo de Harvard acompanhou quase 300 pessoas durante 14 anos e encontrou uma relação surpreendente entre um gesto simples do cotidiano e a velocidade do declínio cognitivo. A descoberta sugere que esse hábito pode retardar o avanço do Alzheimer por anos — e está ao alcance da grande maioria das pessoas.
Pode parecer apenas uma piada, mas não é. Um estudo europeu descobriu que certas barbas humanas podem abrigar mais bactérias do que o pelo dos cães — e até microrganismos capazes de causar doenças. O achado desconstrói um mito comum e levanta um alerta sobre higiene e saúde.
A ciência acreditava entender como o corpo envelhece — até agora. Um estudo com mais de 16 milhões de células imunológicas descobriu um detalhe oculto que pode mudar para sempre a forma como criamos vacinas e tratamentos. O que parecia deterioração pode ser, na verdade, uma nova estratégia das nossas defesas.
Uber já domina transportes e entregas, mas agora quer se transformar em uma gigante da inteligência artificial. A empresa lançou novos projetos que prometem mudar a forma de trabalhar dentro e fora da plataforma. Porém, um obstáculo inesperado colocou o plano em risco — e pode arruinar uma enorme parte da estratégia.
Já sentiu que você vira “outra pessoa” quando fala outro idioma? Mais simpático, mais direto, mais tímido ou mais ousado? A neurociência confirma: isso não é imaginação. Um novo estudo mostra que o cérebro de quem fala mais de uma língua muda o jeito de pensar, sentir e agir dependendo da língua usada.
O que têm em comum o café que desperta nossas manhãs, o chocolate que conforta e o vinho que celebramos? Uma ameaça silenciosa pode transformá-los em produtos raros e caros nas próximas décadas. Um novo estudo revela por que nem mesmo as tecnologias mais avançadas podem garantir o futuro desses sabores.
Se o universo fosse um grande videogame, uma civilização avançada poderia controlar cada detalhe da realidade. Mas um grupo de matemáticos afirma que isso é impossível. Segundo eles, a própria estrutura lógica do cosmos impediria qualquer computador, por mais poderoso que fosse, de simular o mundo como realmente é.
Pesquisas recentes mostram que abandonar a carne provoca mudanças reais e rápidas no organismo — algumas visíveis em poucas semanas. Do peso corporal ao intestino, do colesterol ao sistema imunológico, o corpo responde de formas inesperadas. Mas será que basta substituir carne por qualquer outra coisa? A ciência diz que não é tão simples.