Pode rir, pode achar superstição — mas todo fim de ano ela volta com força total. A escolha da cor da calcinha no ano-novo é uma das tradições mais populares do Brasil e, para muita gente, funciona como um verdadeiro ritual de intenções. Afinal, se dá para começar o ano pedindo amor, dinheiro ou paz… por que não?
O 13º salário voltou a movimentar bilhões — mas não exatamente do jeito que muita gente gostaria. Mesmo com mais dinheiro circulando na economia, a maior parte dos trabalhadores brasileiros está usando o benefício para apertar o cinto, não para gastar sem culpa. Entenda como o 13º salário está sendo usado, o que isso revela sobre o endividamento no país e por que o comércio sente menos esse impulso.
A despedida de Stranger Things está oficialmente em contagem regressiva. Depois de um primeiro bloco que deixou fãs em estado de alerta, a temporada final entra agora em sua reta decisiva — e com horário diferente do padrão da Netflix. Se você já está planejando a maratona, vale conferir os detalhes antes de dar o play.
O ano de 2025 não deu trégua. Entre despedidas históricas, eleições que mudaram o jogo e tragédias que escancararam fragilidades globais, o planeta viveu meses intensos, cheios de tensão, incerteza e disputas de poder. Entenda os acontecimentos que marcaram o período e ajudaram a redesenhar o cenário internacional.
A polarização política segue como uma marca forte do Brasil — e os números mais recentes mostram que ela continua resistente ao tempo. Um novo levantamento do Datafolha revela que 74% dos brasileiros se identificam como petistas ou bolsonaristas, um retrato claro de um país ainda dividido por linhas ideológicas, regionais e sociais.
Ficar bilionário antes dos 30 anos sempre foi raro. Fazer isso sem herança parecia quase impossível. Em 2025, esse cenário mudou de vez. Segundo a Forbes, o número de jovens ultrarricos que construíram a própria fortuna bateu recorde — e a velocidade com que esse dinheiro surgiu chama ainda mais atenção.
Essa dúvida aparece toda vez que alguém vai assar um frango, embrulhar um peixe ou guardar sobras na geladeira. O lado certo do papel-alumínio faz diferença, sim — e usar errado pode atrapalhar tanto o cozimento quanto a conservação do alimento. Entenda de vez quando usar o lado brilhante e quando o fosco.
Todo fim de ano a pergunta volta a circular: afinal, em que dia Jesus nasceu? Apesar do Natal ser celebrado em 25 de dezembro no mundo inteiro, historiadores são categóricos: não existe uma data exata para o nascimento de Jesus — e os próprios evangelhos entram em contradição quando tentam situar esse momento.
O governo federal oficializou o novo valor do salário mínimo para 2026. O reajuste, publicado no Diário Oficial, eleva o piso nacional para R$ 1.621 e já começa a valer em janeiro, com pagamento efetivo no início de fevereiro. O aumento reacende debates sobre poder de compra, impacto fiscal e o papel do salário mínimo na economia brasileira.
Enquanto ruas modernas se enchem de buracos poucos anos após a obra, estradas romanas atravessam séculos praticamente intactas. Construídas sem máquinas, asfalto ou concreto armado moderno, elas conectaram continentes, sustentaram um império e ainda servem de base para rodovias atuais. Entenda como uma engenharia antiga venceu o tempo — e o que ela ensina hoje.
Enquanto boa parte do Brasil associa o dia 24 de dezembro a mesa farta, troca de presentes e reencontros familiares, há quem trate a data como apenas mais um dia no calendário. Para essas pessoas, não existe ceia, árvore ou Papai Noel. E os motivos para isso vão muito além da fé.
A história aconteceu na França, mas levanta um debate que faz muito sentido no Brasil. Em 2015, um pai conseguiu algo raro: 350 dias de férias remuneradas doadas por colegas de trabalho. O objetivo não era viajar ou descansar — era acompanhar de perto o tratamento contra o câncer da filha pequena sem perder a renda da família.
Viajar para fora nunca esteve tão tentador para os argentinos — e o Brasil virou o destino favorito. Com o dólar relativamente barato e preços mais competitivos no exterior, a Argentina registrou em 2025 o maior déficit turístico da história para um período de onze meses. O impacto vai além das malas prontas: a saída em massa de viajantes pressiona as reservas e escancara um problema estrutural do setor.
Uma descoberta feita no México está chamando atenção da comunidade científica — e não é pouca coisa. Pesquisadores desenvolveram uma proteína sintética 40 vezes menor que os anticorpos usados hoje no tratamento do câncer. Criada com ajuda de inteligência artificial, a novidade promete acelerar terapias, reduzir custos e abrir caminhos totalmente novos no combate à doença.
Se 2025 ensinou alguma coisa, foi que ainda existe espaço para séries virarem evento. Seja no streaming ou na TV, algumas produções passaram do status de entretenimento e viraram assunto diário nas redes, no trabalho e até nas reuniões de família. De fenômenos globais a apostas brasileiras que surpreenderam, estas são as séries que realmente marcaram 2025 — e que ainda dão tempo de maratonar.
A cena é conhecida até por quem nunca leu a Bíblia: um corpo celeste brilhante cruza o céu e guia os Três Reis Magos até o local do nascimento de Jesus. Mas e se a famosa Estrela de Belém não fosse uma estrela? Um novo estudo reacendeu esse mistério milenar — e a resposta pode estar muito mais perto da astronomia do que da tradição.
Entre um brinde e outro, alguém sempre solta o conselho clássico: “bebe uma água”. Parece simples demais para funcionar, mas a ciência mostra que esse hábito faz, sim, diferença para o corpo — especialmente em festas com álcool, calor e comida pesada. Entenda o que a hidratação realmente faz (e o que não faz) durante os excessos típicos do fim de ano.
Ela divide a família, gera discussões na ceia e some misteriosamente do prato de alguns convidados. A uva-passa é, sem dúvida, a fruta mais polêmica do Natal brasileiro. Mas por trás da fama controversa existe uma cadeia de produção bem mais complexa do que parece — e que explica por que quase toda uva-passa consumida no Brasil vem de outros países.
Você aguenta cenas pesadas em dramas humanos, mas basta um cachorro em perigo para o olho encher d’água? Se isso acontece com você, calma: não é exagero nem fraqueza emocional. A ciência explica por que a morte de um cão no cinema costuma doer mais do que a de personagens humanos — e a resposta passa por empatia, instinto de proteção e até biologia.
Ver um elefante parado, em silêncio, ao lado do corpo de outro não é acaso nem instinto vazio. É luto. Estudos recentes mostram que esses gigantes vivem a perda de forma profunda, com rituais de despedida que desafiam a ideia de que emoções complexas seriam exclusividade humana. Entenda como a ciência vem decifrando a inteligência emocional dos elefantes — e por que isso muda tudo o que sabemos sobre empatia animal.