O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou ao centro cirúrgico neste sábado (27) para realizar um novo procedimento médico enquanto permanece internado em um hospital particular do Distrito Federal. A informação foi divulgada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que pediu orações e afirmou que o objetivo da intervenção era aliviar um quadro persistente de soluços.
O reino animal parece ter acesso ilimitado a uma paleta de cores psicodélica. Mas, curiosamente, algumas espécies seguiram o caminho oposto — e abriram mão da cor quase por completo. Zebras, pandas, pinguins e gambás chamam atenção justamente pelo contraste radical entre preto e branco. A pergunta é inevitável: por quê?
O aumento das temperaturas globais não está apenas derretendo geleiras ou intensificando eventos extremos. Ele também está afetando algo muito mais próximo — e preocupante: o desenvolvimento cognitivo das crianças. Um novo estudo internacional mostra que a exposição contínua ao calor excessivo pode comprometer habilidades básicas como alfabetização e matemática já na primeira infância.
Uma parte essencial da comunicação cerebral sempre esteve fora do nosso alcance. Agora, isso mudou. Cientistas desenvolveram uma tecnologia capaz de revelar, em tempo real, como os neurônios recebem e processam informações — um avanço que promete transformar a neurociência e abrir novas portas para o tratamento de doenças neurológicas.
O rock perdeu uma de suas figuras discretas — e fundamentais. Perry Bamonte, guitarrista e tecladista do The Cure, morreu aos 65 anos após uma doença recente. Segundo comunicado oficial da banda, o músico faleceu em casa durante o período de Natal.
O ano de 2025 foi marcado por despedidas que atravessaram fronteiras, idiomas e gerações. Ao longo dos meses, o mundo perdeu líderes políticos, artistas, intelectuais e figuras públicas que ajudaram a moldar debates, culturas e afetos. Algumas dessas mortes encerraram ciclos históricos; outras interromperam trajetórias ainda em movimento. Relembre, a seguir, as mortes que marcaram 2025 e por que esses nomes deixaram um vazio difícil de preencher.
Imagine viver em um lugar onde o calor é tão extremo que aparelhos eletrônicos precisam ser guardados no refrigerador — e pássaros simplesmente caem do céu. No coração do deserto australiano, existe uma cidade que resolveu esse problema de um jeito radical: indo para debaixo da Terra. Em tempos de aquecimento global acelerado, Coober Pedy parece menos excentricidade e mais um vislumbre do futuro.
Entre fogos, promessas e ressaca, o réveillon deixa um efeito colateral pouco comentado: a corrida às farmácias. Um estudo publicado na edição de Natal do British Medical Journal mostra que as vendas da pílula do dia seguinte sobem logo após a virada do ano — um sinal direto de mais sexo desprotegido em um período de acesso limitado a serviços de saúde.
O hype durou pouco. Depois de semanas de especulação nas redes, cientistas confirmaram que o 3I/Atlas não tem nada de nave alienígena disfarçada. Observações detalhadas em rádio descartaram qualquer sinal artificial vindo do objeto interestelar, reforçando o cenário mais simples — e mais provável: estamos diante de um cometa natural vindo de fora do Sistema Solar.
A Lua está prestes a fechar com estilo a temporada de conjunções de 2025. Neste sábado (27), nosso satélite natural “visita” Saturno no céu em um alinhamento astronômico que marca o último encontro do tipo no ano. Mesmo que nem todo mundo consiga observar o fenômeno a olho nu, ele ajuda a entender como funciona a coreografia do Sistema Solar — e por que esses encontros são tão frequentes quanto fascinantes.
Atrair adolescentes voltou a ser prioridade máxima para a Meta — mesmo em meio a processos, críticas e acusações de vício. Documentos internos do Instagram revelam que, nos bastidores, a empresa tratou a perda de relevância entre jovens como um problema urgente, capaz de definir o futuro da plataforma.
Enquanto muita gente está pensando em rabanada, férias e retrospectiva do ano, existe um grupo que vê o fim de dezembro como uma verdadeira janela de oportunidade: hackers. Entre o Natal e o Ano-Novo, empresas e órgãos públicos entram em modo econômico, e isso cria o cenário perfeito para ataques cibernéticos passarem despercebidos.
Enquanto no Brasil o segundo semestre começa arrastado, com trânsito, volta às aulas e um agosto que parece não acabar nunca, na Islândia essa época é sinônimo de expectativa. Entre agosto e setembro, moradores saem às ruas à noite para participar de uma tradição curiosa — e essencial: resgatar filhotes de papagaios-do-mar perdidos e arremessá-los de um penhasco em direção ao oceano.
Acordar no meio da madrugada e ficar encarando o teto pode parecer um problema moderno, mas talvez seja exatamente o contrário. Pesquisas históricas e científicas indicam que o sono contínuo de oito horas é uma invenção recente — e entender isso pode mudar a forma como lidamos com a insônia hoje.
Quem cresceu assistindo a Os Jetsons provavelmente lembra bem da Rosie, a robô-faxineira sarcástica que cuidava da casa enquanto a família vivia no “futuro”. Durante décadas, ela foi só um símbolo otimista (e meio exagerado) da automação doméstica. Mas essa fronteira entre ficção e realidade está ficando cada vez mais fina.
Transformar água do mar em água potável deixou de ser coisa exclusiva de países ricos e desérticos. Com secas mais frequentes, rios no limite e aquíferos pressionados, a dessalinização virou peça-chave da segurança hídrica global. O resultado é impressionante: 80% dos países do mundo já usam água dessalinizada, e o Brasil entrou de vez nessa conta.
Dormir não é só desligar o corpo. Enquanto você descansa, o cérebro entra em modo de organização pesada: decide o que fica, o que vai embora e como transformar experiências recentes em memórias duradouras. Novas pesquisas mostram que esse processo é mais preciso — e mais poderoso — do que se imaginava, especialmente durante o sono REM, fase ligada aos sonhos.
Natal e Ano Novo têm algo em comum além da família reunida: mesas cheias, pratos repetidos e aquela sensação clássica de exagero. Mas o que acontece com o cérebro quando a gente come além da conta? A ciência vem tentando responder se uma ceia farta afeta só o estômago — ou se também bagunça memória, atenção e até o humor.
Depois de mais de três semanas de apuração travada, acusações de fraude e pressão internacional, Honduras finalmente conheceu o nome de seu próximo presidente. O resultado, longe de pacificar o país, aprofundou divisões políticas e colocou o pleito no centro do debate regional sobre democracia, influência externa e instabilidade institucional.
Em meio a bombardeios, atrasos e incertezas, um trem noturno virou símbolo de resistência emocional na Ucrânia. Apelidado de “trem do amor”, ele leva mulheres até cidades próximas à linha de frente para reencontrar maridos e namorados que lutam contra a Rússia. A jornada é longa, perigosa — e, para muitas, a única forma de manter o vínculo vivo.