Uma erupção solar intensa voltou a colocar o clima espacial sob os holofotes. O fenômeno reacende preocupações sobre satélites, comunicações e sistemas elétricos em um momento delicado do ciclo solar.
Um meteorito com 4,48 bilhões de anos revelou sinais claros de água em seu interior. O achado, obtido com técnicas de imagem não destrutivas, reforça a ideia de que o Marte primitivo foi muito mais úmido do que se imaginava e conecta evidências encontradas na Terra com dados recentes enviados por robôs no próprio planeta.
Um estudo recente sugere que o corpo feminino pode estar passando por mudanças silenciosas. O aumento das cesáreas reacende um debate sobre evolução, biologia e como a medicina moderna pode estar reescrevendo regras antigas.
Um novo sistema de IA está mudando a leitura de exames cerebrais ao aprender sozinho e revelar padrões invisíveis. A promessa: diagnósticos mais rápidos e pistas inéditas sobre doenças neurológicas.
Uma pesquisa conduzida no México colocou uma técnica pouco conhecida no centro do debate científico. Os resultados chamaram atenção por sugerirem um novo caminho contra um dos vírus mais associados ao câncer feminino.
Um estudo recente colocou sob os holofotes dois vírus de origem animal pouco conhecidos fora da ciência. Eles circulam silenciosamente, escapam da vigilância tradicional e levantam alertas sobre riscos futuros.
Conhecido mundialmente por viver décadas sem tomar banho, um homem virou símbolo de um estilo de vida extremo. Sua morte, ocorrida pouco depois de uma mudança inesperada, reacendeu debates e curiosidades.
Um levantamento com milhões de pessoas desafia uma ideia antiga sobre o autismo. Os dados revelam um padrão inesperado nos diagnósticos ao longo da vida e levantam novas perguntas sobre como identificamos o transtorno.
Um ingrediente antigo, quase esquecido fora da cozinha tradicional, entrou no radar da neurociência. Estudos indicam que seus compostos podem influenciar a memória, conexões neurais e saúde cerebral.
Pesquisas recentes acenderam um sinal de alerta sobre jovens que cresceram cercados por telas. Dados globais, depoimentos ao Congresso e mudanças silenciosas na educação ajudam a explicar por que algo essencial pode estar se perdendo.
Células vivas capazes de detectar glicose e liberar insulina sozinhas estão mudando o rumo da medicina. O avanço aponta para terapias internas que funcionam sem aparelhos ou intervenções diárias.
Uma grande revisão científica revelou que problemas comuns de saúde, longe do cérebro, podem ter um peso inesperado no risco de demência — e mudar completamente a forma como pensamos prevenção.
Mudanças hormonais, perdas acumuladas e pressão social estão empurrando milhões de mulheres acima dos 50 para um sofrimento emocional silencioso, muitas vezes longe do apoio profissional que poderia fazer diferença.
A memória pode não ser um arquivo do passado, mas um sistema de previsão do futuro. Um novo estudo revela como o cérebro aprende a se antecipar — e por que isso muda tudo.
Um novo estudo internacional propõe uma alternativa ousada para o “monstro” gravitacional da nossa galáxia. Em vez de um buraco negro supermassivo, os autores sugerem um núcleo ultradenso de matéria escura fermiónica capaz de explicar, ao mesmo tempo, as órbitas extremas das estrelas centrais e a rotação global da Via Láctea.
O visitante cósmico 3I/ATLAS surpreendeu astrônomos ao liberar moléculas orgânicas e apresentar uma erupção tardia de atividade. Terceiro objeto confirmado vindo de fora do Sistema Solar, ele pode ser mais antigo que o próprio Sol — e está oferecendo pistas raras sobre a química de outros sistemas planetários.
Um medicamento oral em fase avançada de testes clínicos mostrou resultados animadores ao diminuir significativamente a chance de um novo acidente vascular cerebral em pacientes que já passaram por um primeiro evento. Apresentado em um congresso internacional, o estudo também chamou atenção por manter um bom perfil de segurança, sem aumento relevante de sangramentos no cérebro.
Libido não funciona como um botão. Entender o que bloqueia o desejo, ajustar rotinas e reduzir pressões pode ser mais eficaz do que buscar soluções rápidas ou “milagrosas”.
A hipótese mais ousada aponta para um evento extremo ocorrido nos primórdios do cosmos.
O caso que acendeu alertas sobre imigração nos EUA.