Pequenos gestos dizem muito: a pressa, o tom de voz, a falta de atenção. Para um bebê ou uma criança pequena, o estresse emocional dos pais não passa despercebido. Pesquisas mostram que essa tensão pode alterar o desenvolvimento cerebral e emocional desde os primeiros meses de vida — e deixar marcas duradouras.
Um novo estudo internacional identificou que processos internos de fraturamento no glaciar Thwaites, na Antártida, estão avançando mais rapidamente do que o derretimento causado pelo oceano. A descoberta sugere que o chamado “Glaciar do Juízo Final” pode estar se aproximando de um ponto de instabilidade capaz de elevar significativamente o nível do mar.
Cientistas conseguiram restaurar memória em cérebros envelhecidos usando técnicas avançadas de edição genética. O feito, obtido em animais, acende a esperança de futuras terapias contra o esquecimento relacionado à idade e até doenças neurodegenerativas. Mas transformar esse avanço em tratamento humano ainda exige tempo, segurança e muita pesquisa.
Uma pesquisa internacional revelou um método capaz de destruir células cancerígenas sem prejudicar o tecido saudável. Utilizando partículas microscópicas ativadas por LEDs infravermelhos, os cientistas alcançaram reduções impressionantes em tumores de laboratório, sem riscos de queimaduras e sem os danos típicos da quimioterapia ou radioterapia.
Simulações inéditas mostram como o Sol, ao se transformar em uma gigantesca estrela vermelha, engolirá o Sistema Solar e acabará com o último vestígio de vida na Terra. A cronologia do fim já tem data.
A menstruação é muito mais do que um marcador biológico: ela é um reflexo direto da saúde geral do corpo feminino. E, segundo novos estudos, até a idade da primeira menstruação (menarca) pode prever riscos de doenças crônicas no futuro — do diabetes ao Alzheimer. A ciência está descobrindo que entender o ciclo menstrual é essencial para compreender a saúde da mulher como um todo.
Imagine um corpo metálico flutuando entre Marte e Júpiter, valendo mais do que toda a economia da Terra. Esse é o 16 Psyche, o asteroide que a NASA transformou em laboratório espacial — e que pode esconder a maior reserva de ouro do Sistema Solar. Mas, antes de sonhar com trilhões de dólares, os cientistas querem algo mais valioso: entender como nascem os planetas.
Muito antes de existir “bom dia”, “saudade” ou “amor”, uma palavra já dominava o coração e a fala humana: mãe. Pequena, universal e carregada de emoção, ela atravessou milênios sem perder forma nem sentido — um verdadeiro fóssil vivo da linguagem.
A NASA está pronta para lançar a missão EscaPADE, composta por duas pequenas sondas que seguirão uma trajetória pouco convencional para chegar a Marte. O objetivo é entender como o planeta vermelho perdeu sua atmosfera. A rota inédita pode abrir caminho para missões científicas mais baratas e flexíveis no futuro.
Para a neurologista espanhola Mercè Boada, especialista em Alzheimer, envelhecer não é apenas uma questão de anos vividos, mas de atitude diante da vida. Em vídeo que se tornou viral, ela defende que um cérebro ativo e um coração que continua vibrando são os verdadeiros pilares de um envelhecimento saudável.
Enquanto parte da ciência mira colônias em Marte e megatelesópios para explorar o universo, outra fronteira muito mais íntima está em disputa: o cérebro humano. A UNESCO aprovou o primeiro marco ético global para limitar o uso de tecnologias capazes de registrar, interpretar ou influenciar pensamentos e emoções.
Com o avanço da idade, a produção de colágeno diminui e a pele perde sustentação. Mas procedimentos estéticos não invasivos, aliados a mudanças no estilo de vida, podem melhorar a firmeza e a textura da pele. Resultados variam conforme cada organismo, o grau da flacidez e a regularidade do tratamento.
Sentar no sofá, apagar as luzes e assistir a um filme assustador parece só diversão. Mas por trás dos gritos, jumpscares e sustos, seu cérebro ativa mecanismos poderosos ligados ao medo, ao prazer e ao aprendizado emocional. É por isso que, mesmo sentindo pavor, continuamos escolhendo esse gênero.
Controlar um robô apenas com o pensamento soa como o próximo salto da humanidade — e Elon Musk jura que está a caminho. Porém, enquanto seus projetos tentam unir cérebro e máquina, os primeiros testes revelam falhas, limitações e um futuro menos imediato do que parece nos anúncios.
A iluminação urbana não serve apenas para iluminar ruas e vitrines. Pesquisadores de Harvard descobriram que a luz artificial noturna pode afetar o cérebro, inflamar as artérias e aumentar o risco de doenças cardíacas. Um inimigo silencioso que trabalha enquanto dormimos — ou tentamos dormir.
Pequenas irritações que viram explosões, cansaço constante e falta de motivação podem ter uma causa inesperada: a forma como seu cérebro administra energia. Pesquisas recentes mostram que sono, alimentação e respiração consciente podem ser a chave para equilibrar emoções, reduzir o estresse e melhorar o bem-estar mental no dia a dia.
Um novo estudo finlandês mostrou que brincar na terra, entre plantas e insetos, pode fortalecer as defesas do corpo infantil. A simples troca do cimento por solo natural aumentou a diversidade microbiana, reduziu bactérias nocivas e ativou células de proteção. A natureza virou uma ferramenta comprovada de saúde pública.
Em uma caverna na fronteira entre Grécia e Albânia, cientistas encontraram uma megacidade de aranhas vivendo juntas em uma única teia colossal. A comunidade subsiste sem qualquer luz solar, sustentada por um ecossistema baseado em reações químicas de enxofre. A descoberta desafia conceitos sobre comportamento, adaptação e sobrevivência em ambientes extremos.
Existem números que parecem ter personalidade. Alguns são chamados de “felizes” e outros, “tristes”. A explicação envolve um pequeno jogo matemático que não serve para construir pontes nem prever fenômenos físicos — mas fascina especialistas no mundo todo. Uma curiosidade tão inútil quanto irresistível.
Cada vez mais crianças e adolescentes acessam pornografia sem qualquer orientação. O impacto vai além da curiosidade: molda como enxergam o desejo, o corpo, o consentimento e o amor. Enquanto escolas e famílias se calam, plataformas digitais ensinam sua própria versão de sexualidade — e ela está longe de ser saudável.