O telescópio espacial James Webb pode ter encontrado algo que muda tudo o que sabemos sobre o cosmos: uma estrela escura, um tipo de astro hipotético que há décadas intriga os astrofísicos. Se a descoberta for confirmada, ela pode ajudar a resolver mistérios profundos da física moderna, incluindo a origem dos buracos negros supermassivos.
Pesquisadores encontraram uma forma surpreendente de reconstruir a história do gelo marinho no Ártico usando partículas vindas do espaço profundo. O estudo mostra que a presença — ou ausência — de pó cósmico acumulado no fundo do oceano é um indicador direto da quantidade de gelo ao longo de milênios. E os resultados reforçam: o gelo do Ártico está desaparecendo rápido.
Por décadas, repetiu-se que a Amazônia produz “20% do oxigênio do mundo”. A imagem é poderosa e mobilizadora — mas cientificamente equivocada. Estudos mostram que a contribuição líquida da floresta ao oxigênio atmosférico atual é próxima de zero. Ainda assim, seu papel climático continua crucial, mas por razões bem diferentes do mito.
Durante mais de duas décadas, acreditou-se que o universo se expandia cada vez mais rápido, impulsionado por uma misteriosa “energia escura”. Porém, um estudo recente da Universidade Yonsei, na Coreia do Sul, sugere que essa conclusão pode estar errada — e que o cosmos pode ter entrado, silenciosamente, em uma fase de desaceleração.
Um dos medicamentos mais antigos da oncologia acaba de ser reinventado — e o resultado é impressionante. Pesquisadores da Universidade Northwestern, nos EUA, criaram uma nova versão do 5-fluorouracilo (5-FU), um clássico da quimioterapia, que mostrou ser até 20 mil vezes mais eficaz em destruir células cancerígenas.
O cometa 3I/ATLAS, um objeto interestelar que atravessou o Sistema Solar nos últimos meses, reacendeu uma antiga discussão levantada por Stephen Hawking: e se alguns desses visitantes cósmicos não forem apenas rochas errantes, mas sondas enviadas por outras civilizações? Entre hipóteses científicas, prudência e imaginação, o fenômeno reacende o debate sobre como devemos nos relacionar com o desconhecido.
O debate sobre energia no Brasil já não se resume a trocar combustíveis fósseis por fontes renováveis. A transição depende de enfrentar desigualdades históricas, fortalecer capacidades locais e rever a própria arquitetura do sistema energético. Surge, assim, o quadrilema energético: uma nova equação que envolve segurança, equidade, sustentabilidade e contexto territorial.
A criatividade, o pensamento abstrato e a empatia são marcas da nossa inteligência. Mas um novo estudo genético indica que essas capacidades vieram acompanhadas de um custo inesperado: os mesmos genes que expandiram nossa mente também aumentaram nossa sensibilidade emocional, elevando o risco de ansiedade, depressão ou TDAH.
Todos pregamos valores que às vezes não praticamos: pedimos justiça, mas agimos por interesse; defendemos a honestidade, mas fazemos pequenas trapaças. A ciência mostra que a hipocrisia não surge de maldade — e sim da necessidade humana de proteger a própria imagem moral e manter a aceitação social.
A velhice nos cães não depende apenas do tempo. Tamanho, raça, genética e estilo de vida influenciam quando essa fase começa e como ela progride. Um novo estudo mostra que reconhecer os primeiros sinais pode aumentar o bem-estar e prolongar os anos felizes ao lado dos nossos companheiros de quatro patas.
O mundo chega à COP30 sob recordes de calor, eventos climáticos extremos e frustrações acumuladas. Entre jatos privados, lobbies fósseis e discursos de sustentabilidade, a conferência poderá ser a última grande chance de impedir que a crise climática ultrapasse limites irreversíveis. A Terra já está cobrando a conta.
Cientistas conseguiram rastrear, célula por célula, como o cérebro humano se constrói desde o embrião até a maturidade. O feito revela um desenvolvimento muito mais longo e complexo do que imaginávamos — e pode explicar a origem de transtornos como autismo e esquizofrenia. Um mapa que redefine a mente humana.
Perder um dente sempre foi definitivo — mas isso pode acabar antes de 2035. Pesquisadores do Reino Unido, Japão e Estados Unidos estão disputando quem conseguirá fazer nascer novos dentes humanos, seja em laboratório ou diretamente na boca do paciente. Se der certo, próteses e implantes podem se tornar coisa do passado.
A ciência acreditou, durante muito tempo, que nosso cérebro nascia praticamente pronto. Mas um novo atlas celular revela outra história: neurônios continuam surgindo, mudando e se especializando durante muitos anos. Essa plasticidade prolongada pode explicar nossa inteligência extraordinária — e também por que somos tão vulneráveis a transtornos como o autismo e a esquizofrenia.
A China deixou de ser coadjuvante na corrida espacial. Com sua própria estação em órbita e missões lunares cada vez mais ousadas, o país transformou o espaço em palco de tecnologia, diplomacia e estratégia internacional. Por trás dos foguetes e robôs, está surgindo um poder global que vai além da pesquisa científica.
Por que enxergamos cores que não existem? Aquela mancha verde após olhar uma luz vermelha ou o brilho fantasma que aparece diante dos olhos sempre intrigou cientistas. Agora, uma pesquisa britânica revela que a origem do fenômeno não está no cérebro — mas em um mecanismo escondido dentro da própria retina.
A psicóloga Clarisse Rabelo alerta que o racismo estrutural é um dos principais fatores de adoecimento psíquico da população negra. Em entrevista ao programa CB.Saúde, ela defende políticas públicas e ações coletivas para enfrentar um problema que, segundo ela, “não é individual, mas social”.
Durante um debate sobre o Novembro Azul, o médico Fernando Croitor defendeu que é preciso “massificar a informação” e vencer o tabu que ainda afasta muitos homens dos exames de prevenção do câncer de próstata. Ele alertou também para os riscos do autodiagnóstico e a importância do diagnóstico precoce.
O cometa 3I/ATLAS, descoberto em 2025, é apenas o terceiro objeto conhecido vindo de fora do Sistema Solar a cruzar nossa vizinhança. Em dezembro, ele atingirá seu ponto mais próximo da Terra, oferecendo uma rara oportunidade para estudar materiais formados em outro sistema estelar.
Confirmado pela NASA, o eclipse total de 2 de agosto de 2027 terá até 6 minutos e 23 segundos de escuridão completa — um tempo excepcionalmente longo para esse tipo de fenômeno. Porém, apenas regiões específicas da África e do Oriente Médio estarão na “faixa de totalidade”, onde o Sol desaparecerá por completo.