Uma descoberta recente mudou a forma como cientistas pensam a ocupação da Lua. Em vez de enfrentar diretamente um ambiente extremo, uma estratégia alternativa começa a ganhar força, combinando geologia antiga e tecnologia moderna para tornar possível a vida humana além do nosso planeta.
Mesmo quando o ar parece limpo, um fator invisível pode representar um perigo real para a saúde dos idosos. Novas pesquisas indicam que níveis considerados seguros escondem um risco cumulativo capaz de afetar a longevidade, obrigando a repensar o que realmente significa respirar ar de qualidade.
Uma substância conhecida por seu papel nas emoções acaba de revelar uma função inesperada. Novas pesquisas indicam que ela pode influenciar diretamente o aprendizado e a memória de longo prazo, oferecendo pistas valiosas sobre como o cérebro preserva informações ao longo do tempo.
Pesquisadores japoneses identificaram um circuito cerebral específico que transforma emoções intensas, como medo e ansiedade, em despertares bruscos durante o sono profundo. A descoberta ajuda a explicar por que preocupações nos acordam de repente — e abre novas possibilidades de tratamento para o insônio ligado ao estado emocional.
Controlar a pressão alta vai muito além de reduzir o sal do saleiro. Certos alimentos comuns, muitas vezes vistos como inofensivos, podem prejudicar a circulação e dificultar o equilíbrio da pressão. Entender esses vilões silenciosos é um passo essencial para proteger o coração.
Observações inéditas feitas com o radiotelescópio ALMA mostram que, mesmo cercados por enormes reservas de gás, buracos negros supermassivos costumam se alimentar de forma irregular e ineficiente durante fusões galácticas. O resultado desafia modelos clássicos e ajuda a explicar por que raramente vemos dois núcleos ativos ao mesmo tempo.
O choro é uma resposta natural do corpo para lidar com emoções intensas e restaurar o equilíbrio interno. Mas quando acontece com frequência, pode levantar dúvidas: trata-se apenas de sensibilidade emocional ou de um sinal de alerta para a saúde mental? A psicologia oferece algumas respostas importantes.
Pesquisadores do MIT e de Harvard identificaram como o excesso de gordura na alimentação força células do fígado a “recuar no tempo”, assumindo um estado mais imaturo. Esse mecanismo, que começa como estratégia de sobrevivência, pode abrir caminho para mutações e tumores ao longo dos anos.
Entre um brinde e outro, alguém sempre solta o conselho clássico: “bebe uma água”. Parece simples demais para funcionar, mas a ciência mostra que esse hábito faz, sim, diferença para o corpo — especialmente em festas com álcool, calor e comida pesada. Entenda o que a hidratação realmente faz (e o que não faz) durante os excessos típicos do fim de ano.
Ela divide a família, gera discussões na ceia e some misteriosamente do prato de alguns convidados. A uva-passa é, sem dúvida, a fruta mais polêmica do Natal brasileiro. Mas por trás da fama controversa existe uma cadeia de produção bem mais complexa do que parece — e que explica por que quase toda uva-passa consumida no Brasil vem de outros países.
Você aguenta cenas pesadas em dramas humanos, mas basta um cachorro em perigo para o olho encher d’água? Se isso acontece com você, calma: não é exagero nem fraqueza emocional. A ciência explica por que a morte de um cão no cinema costuma doer mais do que a de personagens humanos — e a resposta passa por empatia, instinto de proteção e até biologia.
Ver um elefante parado, em silêncio, ao lado do corpo de outro não é acaso nem instinto vazio. É luto. Estudos recentes mostram que esses gigantes vivem a perda de forma profunda, com rituais de despedida que desafiam a ideia de que emoções complexas seriam exclusividade humana. Entenda como a ciência vem decifrando a inteligência emocional dos elefantes — e por que isso muda tudo o que sabemos sobre empatia animal.
A noite que prometia marcar um passo histórico para o setor espacial brasileiro terminou em tensão. Um foguete lançado da Base de Alcântara perdeu contato poucos segundos após a decolagem e, segundo autoridades, acabou colidindo com o solo.
Depois de uma sequência de adiamentos, o Brasil pode ter nesta noite a última oportunidade de 2025 para realizar um lançamento espacial histórico. O foguete Hanbit-Nano, da empresa sul-coreana Innospace, teve seu voo novamente adiado e agora está previsto para acontecer a partir das 22h (horário de Brasília), no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão.
Dar o primeiro celular para uma criança virou um dos dilemas mais comuns da vida moderna. De um lado, a pressão social e o medo de exclusão. Do outro, os riscos do uso precoce, do excesso de telas e da exposição online. Afinal, existe uma idade certa? Segundo especialistas, a resposta é menos simples — e passa bem longe de um número mágico.
Você sabe que precisa fazer. Sabe que adiar só vai piorar. Mesmo assim, abre outra aba, pega o celular, faz qualquer coisa — menos a tarefa. A procrastinação é um dos comportamentos mais comuns (e frustrantes) da vida moderna. E a ciência já deixou claro: isso não tem nada a ver com preguiça ou falta de caráter.
A cada quase três horas, algo estranho acontece no céu. Um pulso de rádio vindo da borda da Via Láctea atinge a Terra por até um minuto — de forma precisa, repetitiva e intrigante. O mais curioso: esse sinal ficou “escondido” por anos em dados de arquivo e só foi descoberto graças à combinação de pesquisadores experientes e a genialidade de um estudante universitário. Agora, ele pode ajudar a resolver um mistério antigo da astronomia.
Alguns comportamentos do dia a dia revelam mais do que aparentam. Certas reações repetidas, muitas vezes normalizadas, podem indicar dificuldades emocionais que afetam vínculos pessoais e profissionais. Reconhecer esses padrões ajuda a compreender conflitos recorrentes e a proteger o próprio bem-estar sem entrar em confrontos desgastantes.
Uma análise detalhada da evolução das fraturas no glaciar Thwaites ao longo de 20 anos revela um enfraquecimento estrutural acelerado. O estudo aponta para um ciclo de retroalimentação perigoso, capaz de desencadear um colapso que teria impactos diretos no nível global do mar.
Nem todas as palavras impactam do mesmo jeito. Algumas passam despercebidas; outras parecem ecoar na cabeça. Pesquisas recentes mostram que esse efeito não depende apenas do significado, mas da forma como os sons surpreendem o cérebro — um achado que muda nossa forma de entender a linguagem.