Elas existem de verdade, mas parecem ter saído de outro mundo. Espalhadas por oceanos profundos e florestas remotas, essas criaturas desafiam tudo o que imaginamos sobre a vida na Terra.
Esse gesto simples esconde um mecanismo cerebral ligado à empatia, à imitação e à forma como nos conectamos.
Uma audiência incomum no Congresso dos EUA colocou novamente os ovnis no centro do poder. No meio do debate, uma deputada chama atenção pela trajetória e pela obsessão em revelar o que estaria sendo escondido.
Pesquisadores argentinos criaram um software gratuito que usa inteligência artificial para identificar padrões invisíveis em proteínas associadas a doenças graves. A ferramenta pode acelerar diagnósticos e abrir novos caminhos terapêuticos.
Um experimento recente mostra que transições quânticas não acontecem de forma universal nem instantânea. A estrutura e a simetria do material alteram, em escala de attossegundos, quanto tempo um elétron leva para mudar de estado — um resultado que desafia uma das intuições mais arraigadas da física.
Diante do avanço acelerado do derretimento do glaciar Thwaites, pesquisadores sugerem uma solução extrema: erguer uma barreira submersa para bloquear a água quente do oceano. A ideia não freia o aquecimento global, mas poderia ganhar tempo precioso para evitar um colapso com impacto global.
Um estudo internacional afirma que fortalecer o bem-estar mental e as habilidades cognitivas pode gerar até US$ 6,2 trilhões adicionais para a economia mundial até 2050. Em um cenário de avanço acelerado da inteligência artificial, o cérebro humano passa a ser tratado como um ativo econômico estratégico.
Durante décadas, a desertificação avançou sem resistência real. Agora, cientistas chineses estão apostando em uma ideia que parece ficção científica: usar algas microscópicas para fabricar solo onde antes só havia areia, vento e erosão. O método já funciona em larga escala e pode mudar o futuro das regiões áridas do planeta.
Cientistas criaram um implante ocular capaz de restaurar a visão em animais cegos. Mas os testes revelaram algo inesperado, levantando um debate delicado sobre os limites entre tratamento médico e aprimoramento humano.
A maneira como consumimos informação está mudando algo fundamental: nossa capacidade de pensar com profundidade. O impacto não é igual para todos — e pode estar redesenhando desigualdades de forma silenciosa.
Novos registros globais revelam uma sequência de anos excepcionalmente quentes. O padrão preocupa cientistas porque indica uma mudança persistente no equilíbrio climático que pode redefinir o que consideramos “normal”.
Pesquisas em psicologia indicam que certos perfis cognitivos encontram bem-estar longe de agendas lotadas. O fenômeno desafia a ideia de que popularidade e felicidade caminham sempre juntas.
Microrrobôs do tamanho de bolhas já conseguem navegar pelo organismo, reconhecer tecidos alterados e liberar medicamentos sob demanda. O avanço sugere um novo caminho para terapias mais precisas e menos invasivas.
Em tempos de áudios rápidos, escolher escrever pode indicar padrões profundos de comportamento. Psicologia aponta pistas sobre como essa decisão cotidiana reflete forma de pensar, sentir e se relacionar.
Um novo estudo reacende um debate delicado: levar a vida humana além do planeta pode exigir decisões científicas, biológicas e éticas que ainda estamos longe de compreender totalmente.
Um procedimento inédito uniu cirurgia de ponta, ética médica e uma escolha pessoal rara. O resultado abre um novo capítulo nos transplantes mais complexos já realizados.
Um neutrino com energia absurda, detectado no fundo do Mediterrâneo, desafiou tudo o que a astrofísica conhecia. Agora, um novo estudo propõe uma explicação tão extrema quanto o fenômeno: a explosão de um buraco negro primordial carregado por matéria escura.
Uma pesquisa científica indica que pequenos aumentos na circunferência do traje alteram a aerodinâmica do atleta e podem gerar quase seis metros extras no salto. O dado reacende rumores inusitados nos Jogos Olímpicos de Inverno e chama a atenção de federações e da agência antidoping.
Algumas experiências comuns provocam prazer profundo, conforto ou euforia quase instantânea. A ciência mostra que essas sensações não são acaso: elas seguem uma química precisa no cérebro.
Dados captados por telescópios espaciais viraram paisagens sonoras imersivas. A iniciativa revela um novo jeito de “ouvir” o Universo e muda a relação entre ciência, arte e exploração espacial.