Trabalhar sem parar parece produtivo, mas a ciência mostra o contrário. Pesquisas revelam que pequenos intervalos de um a dez minutos podem melhorar a concentração, reduzir o estresse e manter a energia ao longo do dia. São os chamados microdescansos — pausas estratégicas que funcionam sem esforço, sem aplicativos e sem técnicas complexas.
Pela primeira vez, cientistas conseguiram traçar o desenvolvimento completo do cérebro humano — do útero à vida adulta. O que esses mapas mostram redefine como entendemos pensamento, memória, consciência e identidade. A tecnologia expõe a arquitetura invisível da mente e abre uma fronteira inédita para a neurociência.
O jejum intermitente virou tendência mundial, mas ainda há dúvidas: ficar horas sem comer atrapalha a concentração, a memória ou o raciocínio? Uma nova análise científica, baseada em mais de 70 estudos, traz uma resposta tranquilizadora — mas também revela exceções importantes e situações em que o cérebro pode, sim, sofrer impactos.
Um estudo de Harvard acompanhou quase 300 pessoas durante 14 anos e encontrou uma relação surpreendente entre um gesto simples do cotidiano e a velocidade do declínio cognitivo. A descoberta sugere que esse hábito pode retardar o avanço do Alzheimer por anos — e está ao alcance da grande maioria das pessoas.
Pode parecer apenas uma piada, mas não é. Um estudo europeu descobriu que certas barbas humanas podem abrigar mais bactérias do que o pelo dos cães — e até microrganismos capazes de causar doenças. O achado desconstrói um mito comum e levanta um alerta sobre higiene e saúde.
A ciência acreditava entender como o corpo envelhece — até agora. Um estudo com mais de 16 milhões de células imunológicas descobriu um detalhe oculto que pode mudar para sempre a forma como criamos vacinas e tratamentos. O que parecia deterioração pode ser, na verdade, uma nova estratégia das nossas defesas.
Já sentiu que você vira “outra pessoa” quando fala outro idioma? Mais simpático, mais direto, mais tímido ou mais ousado? A neurociência confirma: isso não é imaginação. Um novo estudo mostra que o cérebro de quem fala mais de uma língua muda o jeito de pensar, sentir e agir dependendo da língua usada.
O que têm em comum o café que desperta nossas manhãs, o chocolate que conforta e o vinho que celebramos? Uma ameaça silenciosa pode transformá-los em produtos raros e caros nas próximas décadas. Um novo estudo revela por que nem mesmo as tecnologias mais avançadas podem garantir o futuro desses sabores.
Pesquisadores documentaram no México ataques cooperativos de orcas contra tubarões-brancos juvenis. O comportamento, antes observado em outras regiões, indica transmissão cultural de técnicas de caça e pode pressionar ainda mais populações já vulneráveis.
Um mapeamento internacional identificou 107 cientistas brasileiros entre os mais citados em documentos oficiais usados para orientar políticas de governos e organizações. No topo da lista está César Victora, referência mundial em saúde infantil. Levantamento destaca também desigualdades de gênero na ciência.
Um novo agroglifo surgiu em uma plantação de Ipuaçu, Santa Catarina, reacendendo o mistério que há anos desperta curiosidade de ufólogos, turistas e moradores locais. O fenômeno, que acontece sempre entre outubro e novembro, já se tornou parte da identidade da cidade.
Com 142 anos de obras, a Sagrada Família, em Barcelona, continua sendo o maior canteiro de arquitetura em andamento do planeta. O templo idealizado por Gaudí segue crescendo e só deve ser concluído em 2033, quase 151 anos depois do início de sua construção.
O famoso “Freshman 15” — expressão usada nos Estados Unidos para descrever o ganho de peso no primeiro ano da faculdade — não é apenas folclore. Pesquisas mostram que o ambiente universitário favorece hábitos que levam a comer mais, especialmente em refeições coletivas. O mais curioso: muitos estudantes sequer percebem o quanto estão ingerindo.
“Você não faz nada direito.” “Você nunca vai ser nada na vida.” Frases assim, ditas na infância, podem parecer inofensivas, mas deixam marcas profundas na autoestima e na forma como a criança se vê no mundo. Um estudo mostra como essas palavras moldam crenças, inseguranças e até o comportamento na vida adulta.
Em parceria com uma universidade alemã, cientistas da Unicamp desenvolveram um substituto de carne feito de farinha de semente de girassol. O produto é rico em proteínas, minerais e gorduras saudáveis — e pode ampliar as opções de alimentos para vegetarianos e veganos.
Nem todo mundo se sente à vontade quando o aniversário se aproxima. Para algumas pessoas, a data desperta reflexão, ansiedade ou desconforto em vez de celebração. Segundo a psicologia, essa reação pode estar ligada a expectativas sociais, autoimagem, experiências passadas e ao modo como cada um lida com o tempo e com a própria identidade.
No meio do Oceano Atlântico existe um mar sem costas, sem ventos fortes e repleto de algas flutuantes: o Mar dos Sargaços. Único no planeta por não tocar nenhum país, ele é moldado por correntes oceânicas que formam um enorme redemoinho. Seu ambiente intrigante reúne tanto “deserto marinho” quanto refúgio para espécies raras.
A cena é comum: alguém vê um cachorro na rua, se aproxima e faz um carinho espontâneo. Mas, segundo a psicologia, esse gesto vai muito além da fofura. Acariciar cães — especialmente os de rua — influencia nosso bem-estar emocional, reduz o estresse e revela traços importantes de empatia e sensibilidade social.
Se o universo fosse um grande videogame, uma civilização avançada poderia controlar cada detalhe da realidade. Mas um grupo de matemáticos afirma que isso é impossível. Segundo eles, a própria estrutura lógica do cosmos impediria qualquer computador, por mais poderoso que fosse, de simular o mundo como realmente é.
Pesquisas recentes mostram que abandonar a carne provoca mudanças reais e rápidas no organismo — algumas visíveis em poucas semanas. Do peso corporal ao intestino, do colesterol ao sistema imunológico, o corpo responde de formas inesperadas. Mas será que basta substituir carne por qualquer outra coisa? A ciência diz que não é tão simples.