Imagens captadas a centenas de metros de profundidade revelaram um animal raríssimo, quase nunca visto vivo. O registro reacendeu o interesse científico pelas águas profundas da costa argentina.
Moléculas complexas detectadas pelo robô Curiosity desafiam explicações puramente geológicas. Um novo estudo mostra que fontes não biológicas conhecidas não bastam para explicar a abundância do material encontrado — e mantém aberta a hipótese de vida antiga no planeta vermelho.
Uma acusação incomum levou autoridades esportivas a olhar além das substâncias proibidas. O debate envolve corpo, tecnologia, regulamentos e até onde vai a busca por vantagem competitiva.
Pesquisadores desenvolveram microrrobôs feitos de microbolhas proteicas capazes de navegar pelo organismo, identificar tumores e liberar medicamentos com extrema precisão. A tecnologia, testada em camundongos, combina simplicidade, baixo custo e inteligência química para atacar o câncer de dentro para fora.
Pesquisadores conseguiram observar diretamente um cristal de Wigner, uma fase exótica da matéria em que elétrons se organizam como um sólido. A descoberta confirma previsões antigas da física quântica e cria uma nova plataforma para estudar estados coletivos em materiais bidimensionais.
Uma descoberta recente aponta para uma rede cerebral pouco explorada que pode estar no centro do Parkinson, abrindo caminho para diagnósticos mais precoces e tratamentos que vão além do controle dos sintomas.
Uma erupção solar intensa voltou a colocar o clima espacial sob os holofotes. O fenômeno reacende preocupações sobre satélites, comunicações e sistemas elétricos em um momento delicado do ciclo solar.
Um meteorito com 4,48 bilhões de anos revelou sinais claros de água em seu interior. O achado, obtido com técnicas de imagem não destrutivas, reforça a ideia de que o Marte primitivo foi muito mais úmido do que se imaginava e conecta evidências encontradas na Terra com dados recentes enviados por robôs no próprio planeta.
Um estudo recente sugere que o corpo feminino pode estar passando por mudanças silenciosas. O aumento das cesáreas reacende um debate sobre evolução, biologia e como a medicina moderna pode estar reescrevendo regras antigas.
Um novo sistema de IA está mudando a leitura de exames cerebrais ao aprender sozinho e revelar padrões invisíveis. A promessa: diagnósticos mais rápidos e pistas inéditas sobre doenças neurológicas.
Uma pesquisa conduzida no México colocou uma técnica pouco conhecida no centro do debate científico. Os resultados chamaram atenção por sugerirem um novo caminho contra um dos vírus mais associados ao câncer feminino.
Um estudo recente colocou sob os holofotes dois vírus de origem animal pouco conhecidos fora da ciência. Eles circulam silenciosamente, escapam da vigilância tradicional e levantam alertas sobre riscos futuros.
Conhecido mundialmente por viver décadas sem tomar banho, um homem virou símbolo de um estilo de vida extremo. Sua morte, ocorrida pouco depois de uma mudança inesperada, reacendeu debates e curiosidades.
Um levantamento com milhões de pessoas desafia uma ideia antiga sobre o autismo. Os dados revelam um padrão inesperado nos diagnósticos ao longo da vida e levantam novas perguntas sobre como identificamos o transtorno.
Um ingrediente antigo, quase esquecido fora da cozinha tradicional, entrou no radar da neurociência. Estudos indicam que seus compostos podem influenciar a memória, conexões neurais e saúde cerebral.
Pesquisas recentes acenderam um sinal de alerta sobre jovens que cresceram cercados por telas. Dados globais, depoimentos ao Congresso e mudanças silenciosas na educação ajudam a explicar por que algo essencial pode estar se perdendo.
Células vivas capazes de detectar glicose e liberar insulina sozinhas estão mudando o rumo da medicina. O avanço aponta para terapias internas que funcionam sem aparelhos ou intervenções diárias.
Uma grande revisão científica revelou que problemas comuns de saúde, longe do cérebro, podem ter um peso inesperado no risco de demência — e mudar completamente a forma como pensamos prevenção.
Mudanças hormonais, perdas acumuladas e pressão social estão empurrando milhões de mulheres acima dos 50 para um sofrimento emocional silencioso, muitas vezes longe do apoio profissional que poderia fazer diferença.
A memória pode não ser um arquivo do passado, mas um sistema de previsão do futuro. Um novo estudo revela como o cérebro aprende a se antecipar — e por que isso muda tudo.