Um novo estudo internacional propõe uma alternativa ousada para o “monstro” gravitacional da nossa galáxia. Em vez de um buraco negro supermassivo, os autores sugerem um núcleo ultradenso de matéria escura fermiónica capaz de explicar, ao mesmo tempo, as órbitas extremas das estrelas centrais e a rotação global da Via Láctea.
O visitante cósmico 3I/ATLAS surpreendeu astrônomos ao liberar moléculas orgânicas e apresentar uma erupção tardia de atividade. Terceiro objeto confirmado vindo de fora do Sistema Solar, ele pode ser mais antigo que o próprio Sol — e está oferecendo pistas raras sobre a química de outros sistemas planetários.
Um medicamento oral em fase avançada de testes clínicos mostrou resultados animadores ao diminuir significativamente a chance de um novo acidente vascular cerebral em pacientes que já passaram por um primeiro evento. Apresentado em um congresso internacional, o estudo também chamou atenção por manter um bom perfil de segurança, sem aumento relevante de sangramentos no cérebro.
Libido não funciona como um botão. Entender o que bloqueia o desejo, ajustar rotinas e reduzir pressões pode ser mais eficaz do que buscar soluções rápidas ou “milagrosas”.
A hipótese mais ousada aponta para um evento extremo ocorrido nos primórdios do cosmos.
O caso que acendeu alertas sobre imigração nos EUA.
O cachorro late igual no mundo todo — mas o som muda completamente quando vira palavra
Ao levar quatro astronautas além da órbita terrestre por 10 dias, a Artemis 2 abre uma janela inédita para estudar como radiação, microgravidade e isolamento afetam o corpo humano. Sensores pessoais, amostras biológicas e até “órgãos em chip” vão ajudar a preparar futuras missões lunares — e o caminho para Marte.
Uma pesquisa internacional sugere que a transição demográfica — menos nascimentos e mais longevidade — pode mudar silenciosamente o mapa da água no planeta. Ao incorporar a idade da população nos modelos, cientistas projetam quedas significativas nas retiradas globais até 2050, com efeitos particularmente fortes no Leste Asiático. O achado abre um novo capítulo no planejamento hídrico.
Quando o açúcar no sangue sobe de repente, o corpo reage rápido — mas poucos aproveitam esse mecanismo natural. Uma ação simples, imediata e sem custo começa a ganhar respaldo científico.
Para a geração Z, trabalhar menos não é preguiça, é sobrevivência. A psicologia começa a confirmar que reduzir a semana pode proteger a saúde mental sem sacrificar resultados.
Por séculos observamos Júpiter por fora. Agora, um novo modelo revela o que acontece em suas camadas invisíveis e traz pistas inesperadas sobre a origem do planeta e do próprio sistema solar.
Durante décadas tratada como exagero, a enxaqueca começa a ser compreendida pela ciência como um fenômeno neurológico complexo, com fases invisíveis, genética envolvida e processos cerebrais muito além da dor.
Um deslocamento silencioso no coração da Terra está obrigando sistemas globais de navegação a se recalibrar. O que parece técnico revela mudanças profundas que já afetam tecnologia, segurança e ciência.
Durante anos, garrafas de água foram sinônimo de pureza e praticidade. Mas um novo estudo feito nos Estados Unidos revela um lado invisível desse hábito: algumas marcas apresentam concentrações de nanoplásticos muito superiores às da água tratada que sai da torneira. Com novas técnicas de análise, pesquisadores começam a enxergar uma contaminação microscópica que pode estar sendo amplamente subestimada.
Um novo estudo internacional aponta que o Parkinson não nasce apenas em neurônios isolados, mas em uma rede cerebral específica que integra movimento, cognição e funções do corpo. Ao atingir diretamente esse circuito, cientistas já conseguiram melhorar a resposta a terapias não invasivas — abrindo caminho para tratamentos que vão além do alívio dos sintomas.
Elas são tão grandes quanto continentes, ficam enterradas a quase 3.000 quilômetros de profundidade e permanecem invisíveis a qualquer observação direta. Agora, um novo estudo mostra que essas massas ultrquentes do manto terrestre não apenas existem: elas influenciam ativamente o fluxo do núcleo e ajudam a desenhar o campo magnético do planeta há centenas de milhões de anos.
Eles vivem no coração das galáxias e parecem engolir tudo ao redor. Mas novos dados mostram que buracos negros fazem muito mais do que consumir matéria: eles agitam, aquecem e organizam o gás em escalas colossais. Graças a um salto tecnológico recente, astrônomos conseguiram medir diretamente esse processo — revelando como essas entidades regulam a energia do cosmos.
Ela atravessou milênios como especiaria de luxo e hoje vive esquecida no saleiro. Mas a pimenta-do-reino esconde um truque bioquímico poderoso. Com a ajuda de um pouco de gordura boa — como o azeite de oliva —, esse tempero comum pode aumentar de forma significativa a absorção de vitaminas e compostos vegetais. A ciência agora explica por quê.
Transformar ar em líquido para guardar eletricidade parece coisa de ficção científica. Mas essa tecnologia, ignorada por décadas, está prestes a sair do laboratório e entrar na rede elétrica real. No noroeste da Inglaterra, um projeto pioneiro quer provar que o ar pode ser a peça que faltava para resolver o maior problema das energias renováveis: como armazená-las quando não há sol nem vento.