Um novo relatório internacional desmonta uma das crenças mais difundidas dos últimos anos. Produtos modernos, promovidos como alternativas mais seguras, estão longe de ser inofensivos. Mesmo sem fumaça, a nicotina continua agindo silenciosamente sobre o coração e os vasos sanguíneos, com efeitos preocupantes — sobretudo entre jovens.
Durante décadas, uma citação atribuída a Albert Einstein foi repetida como mantra motivacional, muitas vezes fora de contexto. Ao ser lida com atenção, porém, ela revela algo bem diferente: uma explicação profunda sobre como a ciência realmente avança e por que imaginar nunca foi o oposto de conhecer.
Mesmo em um ano marcado por restrições e incertezas, a medicina avançou em direções que pareciam improváveis. Novas terapias, estratégias preventivas e descobertas científicas começam a redesenhar a forma como doenças podem ser evitadas, detectadas precocemente e tratadas antes que causem danos irreversíveis.
Todos os anos, a revista Science publica uma lista que funciona como um verdadeiro termômetro do avanço científico global. Em 2025, o ranking reuniu descobertas que vão de inteligência artificial e energia limpa até medicina de ponta e evolução humana. O destaque máximo ficou com um tema urgente: a transição energética. Mas a lista mostra como a ciência avançou em várias frentes ao mesmo tempo — e, em alguns casos, de forma surpreendente.
Um novo estudo mostra que micróbios conseguem se estabelecer quase imediatamente em rochas formadas por erupções vulcânicas, abrindo uma janela inédita para entender como comunidades biológicas surgem do zero — na Terra e possivelmente além dela.
O pequeno asteroide divide a órbita do nosso planeta há décadas, descrevendo um balé gravitacional discreto e difícil de detectar. A descoberta reacende o debate sobre quantos companheiros invisíveis ainda viajam ao lado da Terra pelo Sistema Solar.
O infinito não é um número nem um lugar distante no espaço. É um conceito que usamos para lidar com o que não termina — nem para cima, nem para baixo, nem para dentro. E, apesar de parecer abstrato, ele está no coração da ciência.
Um novo relatório internacional mostra que a região que funciona como termômetro do planeta está mudando em velocidade sem precedentes. As consequências já ultrapassam o Círculo Polar e afetam o clima global.
Um novo estudo revela que o cérebro usa dois tipos diferentes de neurônios para interpretar cheiros. Essa divisão de funções ajuda a explicar como conseguimos reconhecer aromas sutis, separar odores parecidos e identificar um cheiro específico mesmo em ambientes saturados. A descoberta muda o que a ciência sabia sobre o olfato.
O infinito soa abstrato, distante e até contraditório. Ainda assim, ele está presente em quase tudo o que sustenta a matemática moderna e boa parte da ciência. Entender o que ele realmente significa muda a forma como pensamos números, espaço, movimento e até os limites do conhecimento humano.
Buscar fazer tudo da melhor forma possível costuma ser visto como virtude. Mas quando a exigência vira regra permanente, ela pode corroer a autoestima, desgastar relações e afetar a saúde mental sem sinais evidentes. Especialistas alertam: por trás da aparência de excelência, existe um custo psicológico alto e pouco reconhecido.
Como a mente constrói sonhos sem imagens? Pesquisas em neurociência mostram que pessoas cegas de nascimento têm experiências oníricas ricas e intensas, baseadas em sons, toques, cheiros e emoções. Esses sonhos desafiam a ideia de que “ver” é essencial para imaginar — e revelam a incrível plasticidade do cérebro humano.
Cinco pessoas passaram por uma experiência visual que nunca havia ocorrido antes. Em laboratório, pesquisadores conseguiram provocar a percepção de um tom inexistente na natureza e fora do espectro visual convencional. O achado levanta novas questões sobre os limites da percepção e pode abrir caminhos inesperados para a ciência da visão.
O satélite natural vai atingir sua fase mais brilhante 13 vezes em 2026, incluindo um mês com Lua cheia dupla. Veja as datas, entenda por que isso acontece e descubra quais eventos astronômicos ajudam a contextualizar o ano para quem gosta de observar o céu.
Usando lasers de altíssima precisão, pesquisadores conseguiram estimular a retina humana de uma forma inédita, revelando um matiz impossível de ser visto por meios naturais e abrindo caminhos para ampliar a percepção de cores.
Um novo estudo mostra que um alimento comum, barato e muitas vezes subestimado pode estimular a síntese muscular de forma mais eficiente do que carnes magras tradicionais — inclusive o peito de frango.
Um visitante interestelar cruza nossa vizinhança cósmica a centenas de milhões de quilômetros de distância, oferecendo aos astrônomos uma oportunidade única de estudar a química e a origem de objetos vindos de outros sistemas estelares.
A frequência sexual varia muito ao longo da vida. Ela muda com a idade, com o corpo, com o relacionamento e com o momento emocional. Ainda assim, uma dúvida insiste em aparecer em consultórios médicos e conversas do dia a dia: ficar muito tempo sem sexo faz mal à saúde? A resposta da ciência é menos dramática do que muita gente imagina — e bem mais interessante.
Um tipo de clima que nunca foi registrado no Brasil pode surgir nas próximas décadas — e o alerta é sério. Pesquisas indicam que a Amazônia pode enfrentar secas mais quentes e prolongadas, capazes de comprometer a sobrevivência das árvores e alterar o funcionamento básico da floresta. O cenário preocupa cientistas porque aponta para mudanças profundas em um dos biomas mais importantes do planeta.
O cardápio improvável chamou a atenção dos cientistas — e não foi só pela cena curiosa. Na Patagônia argentina, pumas começaram a caçar pinguins dentro de um parque nacional, e essa mudança inesperada está alterando profundamente a forma como esses grandes felinos vivem, circulam e até convivem entre si.