Um novo modelo de inteligência artificial revisitou décadas de imagens do Hubble e revelou centenas de objetos cósmicos ignorados por anos, abrindo uma nova era de descobertas sem lançar telescópios.
Algumas das regiões mais promissoras de Marte estão fora do alcance humano. Não por falta de tecnologia, mas por um acordo internacional que prioriza não contaminar o planeta antes de entendê-lo.
Pesquisadores criaram estruturas capazes de usar apenas calor residual para realizar cálculos com alta precisão, abrindo um caminho inesperado para chips mais eficientes e inteligentes.
Observações feitas a partir do Polo Sul revelaram explosões de energia extremas em uma região até então difícil de estudar, abrindo uma nova forma de investigar o centro oculto da Via Láctea.
O fenômeno costuma gerar interpretações místicas, mas, para a ciência, a explicação é simples — e reveladora sobre como observamos o Sistema Solar.
A inovação reacende uma ideia centenária e pode transformar casas, cidades e até a medicina.
Especialistas alertam: a técnica pode até ajudar, mas a expectativa criada é o verdadeiro inimigo de uma boa noite.
Físicos acabam de confirmar algo que por décadas foi apenas hipótese: nos primeiros instantes após o Big Bang, o Universo era preenchido por uma “sopa” extremamente densa de partículas elementares que se comportava como um líquido real. A descoberta ajuda a esclarecer como a matéria surgiu e evoluiu.
Trocar a escova de dentes regularmente vai muito além da estética. Dentistas alertam que cerdas gastas perdem eficiência e que o utensílio pode acumular microrganismos capazes de afetar não só a boca, mas também a saúde geral. Entenda quando substituir a escova e como reduzir a contaminação.
Em um experimento extremo, a ciência conseguiu reproduzir um dos maiores mitos da história. O resultado existe, foi medido com precisão — e desaparece quase no mesmo instante.
Um exame inédito revelou um retrato preocupante da formação médica no Brasil: cerca de um terço dos cursos avaliados não atinge o padrão mínimo exigido, e aproximadamente 13 mil estudantes no último semestre foram reprovados. O resultado abriu um debate sobre expansão desordenada de faculdades, qualidade do ensino e riscos ao sistema de saúde.
Aquele cigarro “só em festas” ou encontros entre amigos não é tão inofensivo quanto parece. Evidências recentes mostram que mesmo o consumo ocasional provoca efeitos imediatos no coração e nos pulmões — e, ao longo do tempo, eleva de forma mensurável o risco de câncer e doenças cardiovasculares.
A agência espacial dos Estados Unidos se prepara para o primeiro voo tripulado ao redor da Lua em mais de meio século. Com a missão Artemis II entrando na reta final, a NASA reconhece riscos técnicos acima do habitual, trabalha com janelas de lançamento a partir de 8 de fevereiro e acompanha de perto um problema já conhecido na cápsula Orion.
Escavações sob um antigo hospital revelaram objetos inquietantes escondidos há dois milênios. As inscrições falam de vingança, deuses e uma língua quase perdida — e levantam mais perguntas do que respostas.
Em um mundo dominado por telas, notificações e produtividade constante, a ciência traz uma provocação inesperada: o tédio faz bem ao cérebro. Estudos recentes mostram que momentos de inatividade ativam circuitos ligados à criatividade, memória e autorregulação emocional — e podem ser essenciais para a saúde mental.
No fim de fevereiro de 2026, o céu vai oferecer um daqueles eventos que fazem a gente parar tudo e olhar para cima: seis planetas aparecerão alinhados do ponto de vista da Terra logo após o pôr do sol. Quatro deles poderão ser vistos a olho nu — uma chance perfeita para iniciantes e curiosos.
Uma expedição na Mata Atlântica revelou um organismo raro, de aparência intrigante e comportamento extremo. A descoberta chamou atenção internacional e reacendeu debates sobre um universo quase invisível da natureza.
Pesquisas recentes indicam que humanos possuem uma habilidade sensorial latente, baseada no som, capaz de ajudar na orientação espacial e revelar até onde a mente pode se adaptar.
Cientistas observaram, em tempo real, um mecanismo oculto do cérebro que reduz o impacto do medo sem apagar lembranças. A descoberta muda o que sabemos sobre ansiedade e memória.
Aquele cansaço que não passa, a irritação constante e a mente sempre acelerada podem ser mais do que uma fase difícil. Especialistas explicam como o estresse persistente se instala e por que ele não deve ser ignorado.