Um novo estudo sugere que sinais extraterrestres podem existir, mas chegam até nós distorcidos por ambientes estelares extremos. O problema pode não ser a ausência… e sim a interpretação.
Durante anos, um problema crítico permaneceu fora do radar. Agora, novas observações revelam um padrão global inquietante — e sugerem que parte da solução pode ser mais simples do que parece.
Um experimento levou a água a condições quase inimagináveis e revelou uma nova fase do gelo capaz de existir até em temperatura ambiente. O resultado não só desafia o que sabemos sobre a matéria, como também pode ajudar a entender planetas e luas distantes.
Pesquisadores dos Estados Unidos desenvolveram um modelo de inteligência artificial minúsculo, treinado a partir da atividade neural de macacos, que consegue reproduzir parte do processamento visual dos primatas. O resultado une eficiência, transparência e um caminho promissor para estudar o cérebro de forma mais precisa.
Uma explosão estelar aparentemente comum começou a se comportar de forma imprevisível — e acabou revelando um fenômeno extremo que pode mudar o que sabemos sobre o universo.
Pesquisadores identificaram enormes concentrações de hidrogênio branco no subsolo da França, levantando novas possibilidades para a transição energética.
Entre mais de 6.000 exoplanetas já descobertos, pesquisadores reduziram a lista aos candidatos mais promissores para abrigar vida. O critério principal? Mundos rochosos na “zona habitável”, onde a água líquida pode existir — mas o estudo também amplia o conceito do que torna um planeta habitável.
Enquanto a NASA tenta levar astronautas de volta à Lua até 2028 com o programa Artemis, especialistas alertam que atrasos, cortes e desafios técnicos podem abrir espaço para a China chegar primeiro. A nova corrida lunar já começou — e o resultado está longe de ser óbvio.
Um projeto financiado pela União Europeia está testando uma frota de drones e robôs submarinos capazes de identificar e remover resíduos do fundo do oceano. A tecnologia promete reduzir riscos humanos e atacar um problema ignorado: a poluição que não vemos — mas que continua crescendo.
O cometa 3I/ATLAS pode ter entre 10 e 12 bilhões de anos, segundo novas análises. Isso o coloca entre os objetos mais antigos já observados. Mais do que um visitante curioso, ele pode revelar como eram os primeiros ambientes onde estrelas e planetas começaram a surgir.
Um achado no leste da França trouxe à tona um tipo raro de energia natural: o hidrogênio branco. Estimativas iniciais sugerem um volume gigantesco escondido no subsolo, mas ainda há dúvidas sobre sua viabilidade. A descoberta reacende uma corrida silenciosa por fontes limpas e acessíveis.
Uma empresa de Xangai afirma ter encontrado uma forma de produzir combustíveis sintéticos a partir de CO₂ e água usando energia renovável — e, mais importante, a um custo competitivo. A promessa é ambiciosa e pode transformar o setor, mas ainda há muitas perguntas sem resposta.
Uma nova hipótese sugere que o problema não está apenas no acúmulo de proteínas, mas em algo mais sutil dentro das células — e isso pode explicar por que tantos tratamentos falharam.
Nem toda amizade chama atenção, mas algumas exercem um impacto silencioso capaz de transformar sua forma de se sentir, reagir e crescer — e talvez você nem tenha notado isso ainda.
Durante séculos, um objeto raro foi tratado como cura universal contra venenos. Valioso e misterioso, ele atravessou impérios — até que sua verdadeira origem começou a levantar dúvidas incômodas.
A análise do asteroide Ryugu reforça uma ideia cada vez mais consistente: os ingredientes básicos da vida não surgiram apenas na Terra, mas já circulavam pelo espaço muito antes.
Uma pequena variação na luz de estrelas revelou um padrão inesperado. O que parecia ruído pode esconder uma quantidade surpreendente de mundos que até agora permaneciam fora do nosso alcance.
Uma mudança quase imperceptível está acontecendo no planeta neste exato momento. Estudos indicam que algo muito maior pode estar alterando a forma como medimos o tempo — sem que percebamos.
Tubarões não são tão solitários quanto parecem — e podem até escolher com quem nadar.
O Hubble perdeu o alvo — e acabou registrando algo que quase nunca vemos no espaço.