Durante quase 40 anos, o iceberg A23a atravessou o oceano como um gigante silencioso. Agora, sua desintegração acelerada virou objeto de estudo científico — e um alerta. Mais do que um fim impressionante, seu colapso ajuda a entender como o gelo antártico pode reagir a um planeta mais quente.
Uma mudança sutil na cor da vegetação pode revelar o que acontece sob a Terra. Cientistas estão usando sinais invisíveis para antecipar fenômenos que sempre pareceram imprevisíveis.
Um estudo revela que moscas essenciais para o equilíbrio da Amazônia seguem praticamente desconhecidas pela ciência. Concentrada em áreas acessíveis, a pesquisa deixa vastas regiões sem dados. O risco é perder espécies fundamentais antes mesmo de identificá-las — com impactos diretos na conservação da floresta.
Uma hipótese ousada começa a ganhar espaço entre físicos e sugere uma possibilidade desconcertante sobre o cosmos — uma ideia que pode mudar tudo o que pensamos saber.
Pesquisadores chineses desenvolveram um sistema que usa bactérias e luz do Sol para remover urânio da água. A técnica combina processos naturais e nanotecnologia, alcançando alta eficiência. Ainda em fase experimental, o método pode abrir caminho para soluções mais sustentáveis em regiões afetadas por mineração.
E se o fim não viesse de guerras ou desastres, mas de uma decisão silenciosa? Um cenário estudado por especialistas revela como tudo poderia desmoronar mais rápido do que imaginamos.
Descoberto há poucos meses, o cometa C/2026 A1 (MAPS) pode protagonizar um espetáculo raro no céu de abril. Ele pode ficar visível a olho nu — e até aparecer durante o dia. Mas há um obstáculo: antes disso, precisará sobreviver a uma passagem extremamente perigosa perto do Sol.
O fim da vida na Terra não será súbito, mas inevitável. Cientistas já traçaram esse processo — e ele começa muito antes do que a maioria imagina.
Alguns dos fótons que detectamos hoje começaram sua jornada há mais de 13 bilhões de anos. Eles atravessaram o cosmos inteiro até chegar aqui. Mas essa viagem levanta uma questão intrigante: a luz pode realmente durar para sempre ou existe um momento em que ela simplesmente deixa de existir?
Sob camadas de gelo e isolamento extremo, existe um território pouco explorado que pode mudar o jogo global. O que está enterrado ali vai muito além do que parece à primeira vista.
Um novo estudo sugere que suas escolhas musicais podem refletir padrões cognitivos específicos. A relação não é direta, mas revela tendências que estão chamando atenção da ciência.
Um estudo revela que alguns traços pouco discutidos aparecem com mais frequência em determinadas carreiras. O padrão envolve poder, pressão e decisões tomadas sem grande carga emocional.
Um hábito comum voltou a gerar debate e levantou uma dúvida importante: em que momento algo natural pode indicar que há algo errado com a saúde?
Uma história real desafia qualquer lógica ao mostrar como um homem esteve no centro de duas das maiores tragédias da humanidade — e conseguiu sobreviver.
Um feito extremo capturou a atenção do mundo ao levar um homem a um ponto quase inalcançável — e o que aconteceu depois entrou para a história.
Pesquisadores identificaram um metabólito presente em pítons que suprime o apetite em testes com animais — e que também é produzido pelo corpo humano. A descoberta pode abrir caminho para uma nova geração de tratamentos contra obesidade, mais precisos e com menos efeitos adversos.
Localizado a cerca de 100 anos-luz da Terra, TOI-1452 b pode conter até 30% de sua massa em água. Sem continentes e com oceanos gigantescos, esse exoplaneta desafia tudo o que sabemos sobre mundos habitáveis e levanta novas questões sobre onde a vida pode surgir.
Pesquisadores observaram um bonobo simulando objetos inexistentes e respondendo corretamente a testes cognitivos. O resultado desafia décadas de suposições científicas e sugere que a capacidade de imaginar pode ter raízes profundas na evolução dos primatas.
Cientistas detectaram um deslocamento inesperado da vegetação global que está acontecendo mais rápido do que o previsto — e os efeitos podem redefinir ecossistemas inteiros.
Um sistema recém-descoberto desafia uma ideia central da astronomia. Mais do que uma curiosidade, ele sugere que a formação dos planetas pode ser muito mais caótica do que imaginávamos.