Nem a morte impede algumas estrelas de continuar faturando alto. Às vésperas do Dia de Finados, a revista Forbes divulgou a nova edição do ranking das celebridades mais bem pagas do mundo que já morreram — e o primeiro lugar continua sendo de Michael Jackson, cuja fortuna póstuma parece tão interminável quanto seus hits.
O Rei do Pop ainda reina no pós-vida
Morto em 2009, Michael Jackson segue no topo da lista com US$ 105 milhões (cerca de R$ 600 milhões) arrecadados só em 2025. A maior parte vem de royalties musicais e de produções inspiradas em sua vida e obra. Desde sua morte, os herdeiros do cantor já acumularam US$ 3,5 bilhões — um número digno de uma lenda pop eterna.

O poder dos clássicos infantis e do rock psicodélico
Na segunda posição está Dr. Seuss, autor de “O Grinch” e “O Lorax”. Morto em 1991, seu legado literário e cinematográfico continua rendendo: US$ 85 milhões em 2025.
Logo atrás, empatados no terceiro lugar, estão os fundadores do Pink Floyd, Richard Wright e Syd Barrett. Mesmo décadas após suas mortes, o catálogo da banda britânica continua gerando US$ 81 milhões, impulsionado por relançamentos e transmissões em plataformas de streaming.
Lendas eternas que ainda fazem dinheiro
O restante da lista inclui nomes icônicos como Notorious B.I.G (US$ 80 milhões), Miles Davis (US$ 21 milhões), Elvis Presley (US$ 17 milhões) e Bob Marley (US$ 13 milhões). Entre os mais recentes, Kobe Bryant, falecido em 2020, ainda movimenta US$ 10 milhões com produtos licenciados e homenagens esportivas.
Esses números mostram que, no mundo do entretenimento, o sucesso realmente pode ser imortal — especialmente quando transformado em legado cultural e comercial.
A nova lista da Forbes revela algo curioso: mais do que nostalgia, há um mercado bilionário que mantém vivas as memórias (e as fortunas) de quem marcou gerações. O pós-vida, ao que tudo indica, é um excelente negócio.
[Fonte: Correio Braziliense]