A guerra na Ucrânia entrou em uma fase ainda mais tensa. Em um discurso direto ao país, Volodymyr Zelensky revelou que está pressionado a aceitar um plano de paz articulado pela equipe de Donald Trump — e deixou claro que não pretende aceitar o acordo sem apresentar alternativas. O momento é considerado um dos mais delicados desde o início da guerra na Ucrânia.
Durante anos, um fluxo de investimentos passou despercebido nos Estados Unidos e na Europa. Hoje, governos correm para entender como empresas estratégicas foram parar nas mãos de um rival econômico sem que quase ninguém notasse. Novos dados revelam a dimensão inesperada do fenômeno — e por que isso preocupa tantas democracias.
A ONU publicou uma nova minuta da COP30 que elimina totalmente a menção à criação de um roteiro global para abandonar combustíveis fósseis. O recuo aprofunda o impasse entre países que defendem uma transição clara e os que resistem a compromissos mais rígidos, reacendendo tensões que marcaram as últimas cúpulas climáticas.
A suspensão das tarifas sobre café, carne e outros produtos brasileiros atende antes aos cálculos eleitorais de Donald Trump do que a avanços diplomáticos entre Washington e Brasília. Segundo análise de Lourival Sant’Anna (CNN), a medida tem origem em pressões do próprio mercado interno americano.
Uma decisão inesperada mudou o jogo do comércio entre Brasil e Estados Unidos. O presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que zera as tarifas dos EUA sobre produtos estratégicos brasileiros, incluindo carne e café. O melhor? A medida é retroativa e prevê até reembolso para quem já pagou.
O governo ucraniano confirmou ter recebido de Washington um projeto de plano para encerrar a guerra com a Rússia. Embora os detalhes não tenham sido divulgados oficialmente, várias fontes afirmam que o documento incluiria concessões territoriais e limitações militares. Kiev afirma estar aberta ao diálogo, mas insiste em um desfecho considerado “justo”.
Quando flechas envenenadas voltam ao centro do debate político, algo muito sério está acontecendo. E é exatamente esse o cenário na Venezuela, onde o governo de Nicolás Maduro anuncia a preparação de militantes para resistir a um possível ataque militar dos EUA — com direito a treinamento indígena e veneno tradicional.
Vinte e um anos depois de um dos amistosos mais simbólicos da história do futebol brasileiro, o Haiti está de volta à Copa do Mundo. A classificação, que encerra um jejum de 52 anos, reacende lembranças do país caribenho, da crise que o assolava em 2004 e da ajuda brasileira que marcou aquela época. Entenda como esse retorno ao Mundial carrega um peso que vai muito além do esporte.
Às vezes, os bastidores de Hollywood escondem histórias que superam qualquer roteiro. E poucas são tão curiosas quanto a relação de Ryan Gosling e Rachel McAdams, que começou com brigas no set de Diário de uma Paixão, virou um romance real, terminou, voltou, terminou de novo — e até hoje rende suspiros de fãs. Entenda como dois atores que se odiavam acabaram vivendo uma história digna de cinema.
Em boa parte do mundo, trabalhar menos ainda parece um sonho distante. Mas na Holanda, essa mudança aconteceu quase naturalmente. Sem grandes reformas, sem decretos e sem crise produtiva. O país simplesmente deslizou para uma semana de quatro dias, impulsionado por uma cultura que prioriza qualidade de vida — e os números mostram que deu muito certo. Entenda como esse modelo virou referência.
À primeira vista, ela até parece um cenário de filme fantástico. Mas a estrada mais sinuosa e extrema da China é real — e desafia motoristas com curvas impossíveis, paredões verticais e uma vista que beira o surreal. Prepare-se para entender por que a Tianmen Mountain Road virou ícone mundial.
A relação entre China e Japão voltou a ficar no limite. Declarações duras, movimentações militares e pressão internacional reacendem um debate incômodo: até onde essa escalada pode chegar?
Trump prometeu “acabar com a guerra na Ucrânia”, mas sua diplomacia pessoal com Putin emperrou. Entre desconfiança, exigências irreconciliáveis e sinais contraditórios dos dois lados, o plano do presidente americano não avança — e a guerra segue sem perspectiva clara de acordo.
Uma simples declaração da primeira-ministra japonesa sobre Taiwan bastou para provocar uma reação agressiva de Pequim. Cancelamentos de voos, avisos a estudantes, queda nas bolsas, patrulhas marítimas e drones militares revelam que a China está usando turismo, economia e força estratégica para pressionar o Japão como nunca antes.
Uma economia latino-americana está avançando em silêncio rumo a um espaço reservado para gigantes globais. Projeções do FMI mostram que, em 2026, esse país ultrapassará potências históricas e entrará no grupo das maiores economias do planeta. O salto não é acaso: é resultado de tendências profundas e estratégicas.
Na véspera do amistoso contra a Tunísia, Carlo Ancelotti voltou a ser questionado sobre Neymar — desta vez até por um repórter francês. O técnico da Seleção Brasileira afirmou que o camisa 10 segue na lista de potenciais convocados para 2026, mas ressaltou que tudo dependerá de sua recuperação física e desempenho em 2025.
A promessa do “sonho americano” está ficando cada vez mais cara — e mais distante. As recentes medidas do governo Donald Trump para dificultar a obtenção do visto americano já causam impacto direto no turismo e na economia dos Estados Unidos. E, segundo especialistas, o efeito pode ser ainda mais profundo do que parece.
A crise venezuelana ganhou um novo capítulo depois de uma declaração inesperada do presidente dos EUA, Donald Trump. Em meio ao aumento da pressão militar no Caribe, Trump afirmou que “pode conversar” com Nicolás Maduro — um aceno raro após anos de hostilidade pública.
Uma sentença de morte contra uma das figuras mais poderosas da história recente de Bangladesh acendeu um sinal vermelho no sul da Ásia. O veredito contra Sheikh Hasina, ex-primeira-ministra e líder que comandou o país por mais de uma década, promete reorganizar o cenário político — e talvez abrir um novo ciclo de instabilidade.
Se a ideia é terminar o ano com pé na areia, água azul-turquesa e aquele clima tropical que não decepciona, aqui vai um alerta: Curaçao está mais perto — e mais acessível — do que nunca. A ilha caribenha vive uma temporada de festas intensa e ganhou novas rotas aéreas que facilitam (e barateiam) a viagem para brasileiros.