O Brasil está no centro das atenções das maiores potências do planeta, e não apenas por motivos políticos. Recursos estratégicos, alimentos e água colocam o país em uma rota de colisão entre Estados Unidos e China. O que está em jogo vai muito além do que se imagina.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou em aberto neste domingo (14/9) a possibilidade de ordenar ataques militares contra a Venezuela. Em declarações polêmicas, ele também não negou a intenção de retirar Nicolás Maduro do poder, reacendendo tensões sobre o futuro das relações entre Washington e Caracas.
A região volta ao centro da geopolítica global. Enquanto os Estados Unidos de Donald Trump recorrem a sanções, pressões diplomáticas e presença militar, a China de Xi Jinping aposta em investimentos e na defesa do multilateralismo. No meio dessa disputa, América Latina se torna palco estratégico do século XXI.
Um desfile militar gigante em Pequim, marcado pela exibição de armas nunca vistas antes, reacendeu a rivalidade no Pacífico. Dias depois, os Estados Unidos confirmaram que vão instalar o sistema de mísseis Typhon no Japão, como parte dos exercícios militares Resolute Dragon 2025. A movimentação gerou reações duras de Pequim e também de Moscou, que veem a medida como ameaça direta à estabilidade da região.
Um telegrama do Papa Leão XIV marcou a 16ª edição do encontro “Com Deus, Tem Jeito”, realizado em Cachoeira Paulista (SP). O evento, que resgata e acolhe pessoas em situação de rua desde 2016, recebeu palavras de incentivo e bênção apostólica do pontífice, reforçando sua importância como espaço de fé, solidariedade e transformação de vidas.
Alguns nomes já chamam atenção de longe, mas esse ultrapassa qualquer limite. Em Macau, no Rio Grande do Norte, vive o dono do nome mais comprido do Brasil.
Enquanto os Estados Unidos tentam isolar a Rússia com tarifas e sanções, a China reafirma sua posição: não entra em guerras nem as planeja. O chanceler Wang Yi reforçou a mensagem em coletiva na Eslovênia, num momento em que a guerra na Ucrânia continua a moldar alianças e tensões globais.
Por trás de slogans chamativos e campanhas milionárias, muitas multinacionais escondem realidades pouco inspiradoras para seus funcionários. Jornadas exaustivas, metas abusivas, pouca empatia e salários que não compensam o desgaste são queixas frequentes. Este ranking reúne cinco grandes corporações que acumulam avaliações negativas entre trabalhadores latino-americanos.
Manter milhões de pessoas presas ao redor do mundo custa caro, mas também movimenta uma economia paralela que vai muito além dos muros. Empresas privadas, facções criminosas e até redes informais transformaram o sistema prisional em um negócio lucrativo, onde quem mais perde são os presos e suas famílias.
Diella, uma assistente virtual baseada em inteligência artificial, agora é responsável por supervisionar contratos públicos na Albânia. A iniciativa inédita promete reduzir subornos e aumentar a transparência, mas também levanta dúvidas: até que ponto um algoritmo pode ser imune ao poder e à manipulação humana?
A região registrou crescimento de 16,6% no investimento estrangeiro direto, mas o fenômeno está longe de ser uniforme. Enquanto Costa Rica e Guatemala atraem cifras recordes, outros países enfrentam desconfiança, estratégias opacas e riscos elevados. O mapa revela vencedores claros e mercados ainda marcados pela incerteza.
Alguns álbuns são tão icônicos que atravessam décadas sem perder relevância. Mas quais são, afinal, os melhores discos de todos os tempos? Um projeto sueco resolveu acabar com a polêmica e reuniu a opinião de críticos de todo o mundo para montar um ranking definitivo.
O presidente Nicolás Maduro decidiu, mais uma vez, adiantar o Natal na Venezuela. A celebração oficial começa já em 1º de outubro, em uma estratégia que mistura política, economia e tentativa de reforçar a união social em meio à crise.
Após protestos violentos contra a corrupção e a tentativa do governo de banir plataformas digitais, jovens nepaleses recorreram ao Discord para eleger uma liderança provisória. O movimento inesperado terminou com a nomeação de uma ex-juíza como primeira-ministra interina, mostrando como a política pode ser reinventada em plena era digital.
O presidente americano disse que sua paciência com o líder russo “está se esgotando rapidamente”, após uma reunião no Alasca que terminou sem acordo concreto. As declarações ocorrem enquanto a guerra na Ucrânia se intensifica e aumentam os pedidos por mais apoio militar a Kiev.
O ditador da Venezuela elevou o tom contra Washington e pediu que cidadãos e militantes se preparem para uma possível guerra. O anúncio, feito em Caracas, ocorre logo após a mobilização de forças militares e policiais em centenas de pontos estratégicos do país.
O Exército brasileiro assinou um acordo inédito para fabricar obuseiros em território nacional. O projeto, em parceria com a britânica BAE Systems, promete fortalecer a capacidade de defesa e abrir espaço para que o Brasil se consolide como produtor estratégico de artilharia moderna.
O assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, aliado de Donald Trump, mobilizou os Estados Unidos em uma caçada policial que durou três dias. O caso teve uma reviravolta quando o próprio círculo familiar do suspeito decidiu entregá-lo às autoridades.
Os atentados de 11 de setembro de 2001 deixaram quase 3 mil mortos e mudaram para sempre a forma como o mundo entende segurança, guerra e terrorismo. Do Afeganistão ao Iraque, da criação do Departamento de Segurança Interna ao Ato Patriótico, os impactos ultrapassaram os EUA e moldaram a ordem global.
O influenciador conservador Charlie Kirk, fundador da Turning Point USA e aliado de Donald Trump, foi morto a tiros enquanto discursava na Universidade de Utah Valley. O ataque gerou comoção nacional, mobilizou autoridades federais e intensificou debates sobre violência política nos Estados Unidos.