Com a explosão do consumo energético da inteligência artificial, empresários do Vale do Silício apostam em uma ideia radical: colocar centros de dados em órbita e alimentá-los diretamente com energia solar do espaço. O plano parece ficção científica, mas já envolve satélites em desenvolvimento, bilhões de dólares e um horizonte claro para a próxima década.
Um experimento real colocou uma inteligência artificial no comando de uma simples máquina de vendas automáticas. A promessa era eficiência e lucro. O resultado foi o oposto: prejuízo total, produtos distribuídos de graça e decisões absurdas. O caso expõe limites pouco discutidos da IA quando ela enfrenta pressão humana e regras ambíguas.
A inteligência artificial já deixou de ser promessa futurista para governos locais na América Latina. Com apoio do Google, plataformas digitais estão ajudando prefeituras a responder mais rápido a crimes, ampliar o acesso ao ensino superior e reduzir congestionamentos urbanos. O impacto já aparece em números, políticas públicas e decisões mais bem informadas.
Um comentário direto, feito por uma das vozes mais influentes da tecnologia, expôs uma fragilidade pouco discutida na era da automação. Em meio ao entusiasmo com a IA, a declaração reacendeu o debate sobre emprego jovem, inovação sustentável e decisões que podem cobrar um preço alto no futuro.
Um teste real colocou uma inteligência artificial para administrar um negócio simples com dinheiro de verdade. Em poucas semanas, decisões estranhas, promoções sem sentido e interferência humana levaram a prejuízo total. O experimento revela por que a autonomia econômica da IA ainda está longe de ser confiável.
Eles mal podem ser vistos a olho nu, mas sentem, processam informações e agem sem ajuda externa. Um avanço recente na robótica criou dispositivos microscópicos totalmente autônomos, capazes de operar por meses. O que parecia impossível na microescala agora abre caminhos inesperados para a ciência e a indústria.
Atrair adolescentes voltou a ser prioridade máxima para a Meta — mesmo em meio a processos, críticas e acusações de vício. Documentos internos do Instagram revelam que, nos bastidores, a empresa tratou a perda de relevância entre jovens como um problema urgente, capaz de definir o futuro da plataforma.
Enquanto muita gente está pensando em rabanada, férias e retrospectiva do ano, existe um grupo que vê o fim de dezembro como uma verdadeira janela de oportunidade: hackers. Entre o Natal e o Ano-Novo, empresas e órgãos públicos entram em modo econômico, e isso cria o cenário perfeito para ataques cibernéticos passarem despercebidos.
Depois de anos de pedidos ignorados, o Google parece pronto para permitir algo que muitos usuários aguardam há mais de uma década: mudar o endereço do Gmail sem perder a conta. Atualizações discretas em páginas de suporte sugerem que a novidade já começou a ser liberada globalmente.
Viajar pela China ficou mais fácil no papel, mas continuava complicado na prática por causa de apps essenciais pouco amigáveis para estrangeiros. Agora, uma nova aplicação promete centralizar pagamentos, mapas, tradução e reembolso de impostos em um só lugar — e foi pensada desde o início para turistas internacionais.
Enquanto a inteligência artificial redefine a economia e a inovação, uma decisão controversa começa a ganhar força nos bastidores. Para sustentar o crescimento acelerado da IA, os Estados Unidos estão recorrendo a soluções energéticas que pareciam superadas. O contraste entre futuro digital e energia do passado expõe uma tensão que poucos estavam preparados para enfrentar.
O aumento das tensões globais reacendeu temores sobre um conflito em escala mundial. A partir de critérios como estabilidade política, segurança energética e posição geográfica, uma análise hipotética aponta três países da América Latina que poderiam atravessar uma eventual Terceira Guerra Mundial com maior resiliência.
Um erro de inteligência artificial teria custado caro à reputação de um músico canadense consagrado. Após uma confusão de identidade em um resumo automático do Google, um show foi cancelado e levantou um alerta sobre os riscos de sistemas de busca que “contam histórias” — mesmo quando estão erradas.
A OpenAI entrou oficialmente na temporada de retrospectivas de fim de ano. Com “Seu ano com o ChatGPT”, usuários podem rever como interagiram com a IA ao longo de 2025, com gráficos, distinções simbólicas e até um poema personalizado — tudo pensado para ser leve e opcional.
Quem cresceu assistindo a Os Jetsons provavelmente lembra bem da Rosie, a robô-faxineira sarcástica que cuidava da casa enquanto a família vivia no “futuro”. Durante décadas, ela foi só um símbolo otimista (e meio exagerado) da automação doméstica. Mas essa fronteira entre ficção e realidade está ficando cada vez mais fina.
A teoria da mente, uma das capacidades mais sofisticadas do ser humano, passou a ser testada em inteligências artificiais com resultados surpreendentes. Em 2025, modelos avançados já inferem crenças e intenções alheias. Mas até onde isso é entendimento genuíno — e onde começa apenas a simulação estatística?
Transformar água do mar em água potável deixou de ser coisa exclusiva de países ricos e desérticos. Com secas mais frequentes, rios no limite e aquíferos pressionados, a dessalinização virou peça-chave da segurança hídrica global. O resultado é impressionante: 80% dos países do mundo já usam água dessalinizada, e o Brasil entrou de vez nessa conta.
A inteligência artificial já influencia escolhas médicas, decisões jurídicas e oportunidades profissionais. Agora, cresce um consenso: sem limites claros, o avanço pode gerar riscos difíceis de controlar. A chamada IA responsável surge como o elemento essencial para garantir inovação, confiança e segurança no futuro digital.
Chatbots empáticos, sempre disponíveis e aparentemente compreensivos estão ocupando um espaço emocional que antes era transitório na infância. Um novo relatório alerta: crianças e adolescentes já tratam IAs como confidentes “humanos”, com impactos profundos — e pouco visíveis — no desenvolvimento emocional e social.
Depois de investir pesado para colocar um jovem prodígio no comando de sua estratégia de inteligência artificial, Mark Zuckerberg enfrenta um problema inesperado: a relação com seu principal contratado já se tornou tensa. Microgestão, choque de estilos e pressão por resultados colocam em dúvida o plano da Meta.