Um novo movimento na indústria espacial sugere uma mudança profunda: não se trata mais de chegar ao espaço, mas de fazer isso com frequência inédita. E tudo começa longe das plataformas de lançamento.
Um experimento inovador nos Estados Unidos mostrou que a teletransmissão quântica já pode funcionar em redes reais, sem infraestrutura especial. O avanço abre caminho para comunicações praticamente invioláveis e coloca a internet quântica um passo mais perto da realidade.
Enquanto líderes tecnológicos prometem uma revolução energética baseada em fusão nuclear e até energia captada no espaço, a realidade imediata da inteligência artificial é bem diferente. Pressionadas pela demanda crescente, gigantes como Meta e Google estão recorrendo ao gás natural para sustentar seus centros de dados.
Um novo sistema desenvolvido por uma empresa chinesa quer mudar completamente a forma como os robôs são treinados. Em vez de comandos específicos para cada tarefa, a proposta aposta em um “cérebro” único capaz de ver, entender e agir em tempo real — aproximando as máquinas do comportamento humano.
Histórias reais revelam um lado pouco discutido da inteligência artificial: quando conversas aparentemente inofensivas evoluem para crenças perigosas — e até delírios com consequências no mundo real.
O recurso que antes era exclusivo da Apple começa a ganhar espaço no universo Android. Com a expansão do Quick Share, usuários já conseguem enviar fotos e vídeos diretamente para iPhones — e a lista de celulares compatíveis não para de crescer.
A história do Bitcoin sempre pareceu segura na internet. Mas páginas somem, arquivos desaparecem e registros se perdem. Agora, surge uma tentativa ambiciosa de preservar tudo antes que seja tarde.
Executivos da tecnologia estão mudando o discurso sobre inteligência artificial. Em vez de riscos e complexidade, a narrativa agora aposta no cotidiano, na emoção e em uma aproximação cuidadosamente construída.
Dois projetos europeus estão mudando a percepção sobre a fusão nuclear. O que antes parecia inalcançável começa a ganhar prazos concretos — e isso pode transformar o futuro da energia.
Um erro simples pode arruinar respostas de IA, mas há uma técnica capaz de transformar resultados comuns em soluções confiáveis. E ela começa na forma como você escreve.
Uma investigação revelou que terceirizados analisavam imagens extremamente sensíveis captadas por óculos inteligentes. Em vez de corrigir o problema, a empresa encerrou o contrato com a fornecedora — deixando centenas de pessoas sem trabalho e reacendendo o debate sobre ética na inteligência artificial.
O uso intenso de redes sociais já ultrapassa horas diárias e preocupa especialistas. Agora, estudos indicam que reduzir o tempo online pode melhorar atenção, humor e até reverter impactos cognitivos associados ao envelhecimento — tudo em questão de semanas.
Uma decisão judicial inédita no país asiático coloca limites claros para empresas que querem trocar funcionários por inteligência artificial. O caso envolve redução salarial, rebaixamento de cargo e levanta uma discussão global: até onde vai o poder da tecnologia no mercado de trabalho?
Interações aparentemente inocentes com chatbots estão sendo usadas por investigadores para reconstruir intenções, comportamentos e até possíveis crimes. O fenômeno cresce em diferentes países e expõe um vazio legal: afinal, o que você diz para uma IA pode ser usado contra você?
Um padrão incomum chamou atenção de pesquisadores após surgir repetidamente em respostas da IA. O detalhe parecia inofensivo, mas acabou revelando um problema mais profundo no comportamento do sistema.
O YouTube testa uma busca com inteligência artificial que responde perguntas, combina vídeos e entrega conteúdos personalizados de forma inédita.
Com o avanço da inteligência artificial, o consumo de energia disparou — e a Meta aposta em uma solução ousada: captar energia solar diretamente no espaço. O projeto envolve satélites, lasers e armazenamento de longa duração, e pode redefinir como grandes empresas lidam com eletricidade.
Um país está mudando sua forma de produzir em silêncio, substituindo pessoas por sistemas inteligentes. O resultado já começa a redefinir o equilíbrio industrial global — e poucos perceberam a velocidade dessa virada.
Um novo tipo de aparelho está sendo desenhado para abandonar o modelo tradicional de aplicativos. No lugar, entram agentes de inteligência artificial capazes de executar tarefas complexas de forma autônoma. A proposta promete transformar a experiência do usuário — mas ainda levanta dúvidas sobre seu futuro.
Com uma simples análise das imagens já salvas no celular, o Google Fotos quer dar um passo além da organização digital. A nova ferramenta usa inteligência artificial para identificar peças de roupa, montar combinações e até sugerir looks, aproximando a tecnologia de decisões cotidianas.