Um comportamento quântico considerado quase impossível de observar voltou a surpreender os cientistas. As novas evidências podem mudar a forma como entendemos a matéria e abrir caminho para tecnologias revolucionárias.
Uma tecnologia criada na Europa promete unir velocidade extrema, consumo mínimo e armazenamento permanente. O resultado pode transformar desde dispositivos inteligentes até a próxima geração de inteligência artificial.
Uma nova geração de robôs inspirados em serpentes está percorrendo linhas de transmissão de energia, identificando falhas em tempo real e prometendo transformar a manutenção elétrica.
Jimmy Donaldson, conhecido mundialmente como MrBeast, acaba de atingir uma marca que parecia impossível até poucos anos atrás. O criador de conteúdo se tornou a primeira pessoa da história do YouTube a alcançar 500 milhões de inscritos, consolidando sua posição como o maior fenômeno individual da plataforma e uma das figuras mais influentes da economia digital.
Depois de liderar a transformação dos carros elétricos em escala global, a China se prepara para enfrentar uma consequência inevitável dessa mudança. E o próximo desafio pode ser tão importante quanto a própria revolução.
A corrida para construir a infraestrutura que sustenta a inteligência artificial enfrenta um obstáculo cada vez mais poderoso: a resistência das comunidades locais. Um novo relatório mostra que grupos de moradores, ativistas e autoridades regionais estão conseguindo atrasar ou bloquear projetos bilionários de data centers em um ritmo sem precedentes.
Inteligência artificial, câmeras avançadas, avatares digitais e transmissões quase instantâneas estão mudando a forma como bilhões de pessoas assistem à Copa do Mundo.
Ele dança, surfa, aparece em animações absurdas e já conquistou milhões de visualizações. Mas a história por trás do viral Pibble é muito mais curiosa do que parece.
Décadas após sua morte, uma das reflexões mais provocativas de Albert Einstein voltou a ganhar força. E muitos acreditam que ela descreve perfeitamente o mundo atual.
A inteligência artificial promete transformar o mercado de trabalho, mas seus impactos não estão sendo distribuídos de forma igual. Enquanto as mulheres seguem sub-representadas na pesquisa e no desenvolvimento dessas tecnologias, estudos indicam que elas também estão mais expostas aos riscos de automação em diversos setores da economia.
A OpenAI acredita que a chegada da superinteligência artificial exigirá mudanças profundas na economia e no mercado de trabalho. Entre as propostas defendidas pela empresa estão uma semana de trabalho mais curta, novos impostos sobre automação e um fundo público que distribuiria parte da riqueza gerada pela IA diretamente aos cidadãos.
Um novo dispositivo neuromórfico promete levar a computação para lugares onde baterias, cabos e conexão com a nuvem não são viáveis. Inspirado no cérebro humano, ele processa luz, pressão, som e calor diretamente no hardware, aprende com o ambiente e funciona de forma autônoma.
Um dos maiores estudos já realizados sobre celulares nas escolas acompanhou milhares de estudantes durante anos. Os resultados desafiam expectativas e podem mudar o rumo desse debate.
Pesquisadores alcançaram um resultado surpreendente utilizando uma abordagem completamente diferente das conexões sem fio tradicionais. O avanço pode abrir caminho para uma nova era da conectividade digital.
Os modelos de inteligência artificial estão cada vez maiores, mas também enfrentam um problema crescente: memória, energia e custos de processamento. Agora, um experimento realizado em um computador quântico da IBM sugere um caminho inesperado para continuar melhorando esses sistemas sem aumentar drasticamente seu tamanho.
A inteligência artificial já automatiza tarefas, acelera processos e transforma profissões inteiras. Mas especialistas defendem que algumas competências humanas seguem valiosas justamente por não dependerem apenas de cálculo ou repetição: empatia, pensamento crítico, ética, relações de confiança e capacidade de decidir em cenários ambíguos.
Enquanto empresas aceleram a adoção da inteligência artificial, especialistas apontam competências humanas que continuam difíceis de replicar e podem se tornar ainda mais valiosas nos próximos anos.
Uma companhia começou reduzindo custos em um setor tradicional e acabou convencendo investidores de que pode controlar mercados gigantescos que ainda estão apenas começando a surgir.
A Amazon divulgou pela primeira vez o consumo anual de água de seus centros de dados. O volume é gigantesco, suficiente para alimentar o debate sobre o impacto ambiental da inteligência artificial. Mas os números também revelam algo inesperado: a empresa afirma operar uma das infraestruturas mais eficientes do setor.
O crescimento explosivo da inteligência artificial trouxe um desafio ambiental que vai além do consumo de energia. Agora, a água utilizada para resfriar data centers está no centro das críticas à indústria. Em resposta, o Google anunciou um plano ambicioso para compensar integralmente seu impacto hídrico até o fim da década.