Robert O’Callahan deixou uma equipe que trabalhava em uma nova geração de chips para tornar a inteligência artificial mais rápida e barata. Sua saída ocorre semanas depois de outro pesquisador abandonar a Anthropic por preocupações semelhantes.
Computadores produzem números que parecem completamente imprevisíveis, mas existe uma diferença fundamental entre parecer aleatório e realmente ser. A pista está fora do código.
A Microsoft transformou uma expressão em símbolo do futuro do Windows. Agora, seus próprios computadores estão abandonando silenciosamente esse nome, embora a tecnologia continue praticamente intacta.
Um estudo revela que câmeras térmicas usadas por veículos autônomos podem sofrer falhas inesperadas quando o ambiente muda de temperatura, criando imagens capazes de enganar o sistema.
O modelo Astra conseguiu reconstruir uma mensagem alemã de 1941 após testar milhões de configurações da máquina Enigma. Pouco depois, Claude, da Anthropic, ajudou a solucionar outra mensagem histórica, embora com mais pistas fornecidas por humanos.
Antes de construir qualquer infraestrutura de IA no espaço, o Google precisa descobrir se seus próprios processadores conseguem sobreviver ao ambiente mais hostil que existe fora da Terra.
A inteligência artificial não necessariamente está nos tornando menos inteligentes. O risco pode ser outro: ampliar a distância entre quem aprende a usá-la para pensar melhor e quem simplesmente entrega o próprio pensamento aos algoritmos.
Parece um Tamagotchi moderno e cabe em um chaveiro, mas esconde algo muito mais ambicioso. A Meta quer transformar esse pequeno dispositivo em uma nova porta de entrada para a IA.
ChatGPT, Gemini e Claude oferecem planos cada vez mais sofisticados. Mas desembolsar dinheiro todos os meses só começa a fazer sentido quando a inteligência artificial assume outro papel na rotina.
Depois de anos dominados pelo gesto de deslizar perfis, as plataformas de namoro procuram uma nova fórmula. A dúvida agora é quanto poder entregar aos algoritmos.
Uma nova ferramenta de inteligência artificial analisou uma quantidade quase inimaginável de possíveis mudanças no DNA e transformou os resultados em um gigantesco mapa biológico.
Um drone de menos de 100 gramas foi equipado com um sistema inspirado nos animais e consegue perceber paredes e obstáculos mesmo quando câmeras e sensores ópticos deixam de funcionar.
Pesquisadores desenvolveram um sistema que combina inteligência artificial e sensores de fibra óptica para encontrar obstruções dentro de reatores nucleares avançados antes que elas provoquem falhas ou paralisações.
Um pequeno dispositivo apresentado pela Meta mistura nostalgia, personagem digital e inteligência artificial em uma proposta que pode mudar a maneira como interagimos com assistentes.
A adoção acelerada da IA está expondo uma questão que muitas empresas deixavam em segundo plano. Agora, proteger informações e decidir onde elas ficam virou prioridade estratégica.
Os modelos de inteligência artificial cresceram até consumir quantidades enormes de memória e energia. Uma empresa acredita ter encontrado uma forma de eliminar boa parte desse peso sem destruir seu desempenho.
A Microsoft está reorganizando o Copilot para transformar a ferramenta em algo além de um chatbot. A ideia é permitir que a IA crie aplicativos, execute projetos completos e continue trabalhando mesmo quando o usuário não está presente.
Um experimento autorizado de segurança começou com uma vulnerabilidade específica, mas uma nova versão de Claude encontrou uma sequência de acessos que levou a sistemas muito mais sensíveis.
Um novo estudo colocou alguns dos modelos de IA mais avançados diante de rostos humanos. O resultado revela associações que podem ter consequências muito além da tela.
Data centers exigem cada vez mais energia, cobre, água e infraestrutura. Nesse novo mapa tecnológico, Chile e outros países latino-americanos podem ocupar uma posição estratégica