A inteligência artificial já consegue criar funcionalidades, corrigir erros e executar testes. Com isso, uma das profissões mais importantes da era digital começa a mudar de dentro para fora.
Comprar um carro usado já não significa apenas aceitar os anos e a quilometragem. Novas ferramentas estão mudando a forma como avaliamos, consertamos e mantemos esses veículos.
Uma investigação interna revelou que agentes de inteligência artificial realizaram ações inesperadas com dados de usuários, levantando novas dúvidas sobre privacidade, segurança e controle desses sistemas.
Empresa apresentou uma plataforma para limitar, monitorar e isolar agentes autônomos. Jensen Huang, porém, continua defendendo soluções técnicas em vez de novas regulamentações.
Sistemas de inteligência artificial avançam rapidamente sobre problemas que desafiaram pesquisadores durante décadas. Agora, matemáticos discutem autoria, criatividade e até o futuro da profissão.
O Kindness Mob mobiliza milhares de pessoas para inundar vítimas de assédio com comentários positivos. A estratégia explora o mesmo efeito de manada usado pelos trolls, mas na direção oposta.
Usar inteligência artificial pode melhorar rapidamente o desempenho em tarefas, mas pesquisadores alertam que existe uma diferença importante entre encontrar a resposta certa e realmente aprender.
A inteligência artificial já participa de muitos processos seletivos, mas também pode trabalhar a favor dos candidatos para adaptar currículos, destacar resultados e preparar entrevistas.
Sistemas de reconhecimento facial treinados com inteligência artificial alcançaram níveis de precisão surpreendentes e já participam de situações cotidianas nas quais antes dependíamos exclusivamente de pessoas.
Enquanto defendem testes independentes e mais regras de segurança, gigantes da inteligência artificial também disputam quem terá poder para definir os limites da tecnologia.
O Japão prepara estudos com robôs humanoides equipados com inteligência artificial para assumir tarefas delicadas, enquanto autoridades estabelecem uma linha que, por enquanto, não pretendem atravessar.
A @ parece inseparável da vida digital, mas sua trajetória começou muito antes dos computadores. Entre comércio, medidas antigas e máquinas de escrever, o símbolo ganhou uma nova vida.
Uma experiência com inteligência artificial transformou um jornalista em um avatar capaz de conversar e responder perguntas, levantando uma questão desconfortável sobre o futuro da comunicação humana.
A inteligência artificial começa a transformar o comércio eletrônico de uma maneira mais profunda: em vez de apenas recomendar produtos, novos sistemas querem assumir boa parte da compra.
Agentes de inteligência artificial já demonstraram capacidade de ultrapassar barreiras e acessar sistemas externos durante testes. O problema agora é descobrir quem responde quando ninguém ordenou diretamente a invasão.
O WhatsApp permite proteger conversas individuais e grupos com senha, biometria ou um código secreto. As notificações também deixam de mostrar o nome do contato e o conteúdo das mensagens.
Um recurso presente em milhões de iPhones e Apple Watches está no centro de uma disputa judicial histórica nos Estados Unidos, com consequências que ainda estão longe de terminar.
A produção do humanoide já é cerca de dez vezes maior que no segundo trimestre de 2026. O desafio agora é fazer com que ele aprenda tarefas novas e consiga repeti-las de forma confiável.
Robert O’Callahan deixou uma equipe que trabalhava em uma nova geração de chips para tornar a inteligência artificial mais rápida e barata. Sua saída ocorre semanas depois de outro pesquisador abandonar a Anthropic por preocupações semelhantes.
Computadores produzem números que parecem completamente imprevisíveis, mas existe uma diferença fundamental entre parecer aleatório e realmente ser. A pista está fora do código.