A Rússia declarou apoio explícito à China diante de um eventual conflito envolvendo Taiwan, reforçando um acordo bilateral assinado há mais de duas décadas. As declarações ampliam a tensão no Pacífico e reacendem alertas sobre o papel de Moscou, Pequim e Washington em um dos pontos geopolíticos mais sensíveis do mundo.
O Google Maps acaba de dar um salto tecnológico que redefine o uso de GPS no dia a dia. Com inteligência artificial integrada, a navegação ficou mais natural, contextual e inteligente. O app não apenas mostra caminhos, mas passa a entender o motorista, antecipar necessidades e tornar a direção mais intuitiva.
Um novo estudo científico propõe um paradoxo inquietante: sob condições extremas, o aquecimento global poderia empurrar o planeta para um resfriamento abrupto. O gatilho estaria em uma instabilidade profunda do ciclo do carbono, com o plâncton oceânico assumindo um papel inesperado em uma reação em cadeia de longo prazo.
Um estudo com músicos de jazz conseguiu observar a criatividade acontecendo em tempo real. Ao analisar o cérebro durante a improvisação, os pesquisadores descobriram que criar não é agir sem pensar, mas reorganizar rapidamente redes mentais ligadas à atenção, ao controle e à recompensa. Quanto maior a liberdade, maior a transformação cerebral.
Uma grande empresa de tecnologia apostou pesado em infraestrutura de inteligência artificial esperando colher crescimento acelerado. O problema é que atrasos, dívidas crescentes e resultados abaixo do esperado transformaram a estratégia em um motivo de preocupação no mercado, reacendendo fantasmas de crises passadas.
Um novo estudo revelou um mecanismo inesperado: as mesmas enzimas que deveriam matar uma célula podem, em certas condições, torná-la mais forte. Essa descoberta ajuda a explicar como tecidos se regeneram após grandes danos — e por que alguns cânceres retornam mais resistentes depois do tratamento.
Robôs humanoides estão “indo à escola” para aprender a cozinhar, organizar ambientes e operar em fábricas antes de chegar aos lares. Um novo centro de treinamento na China mostra como repetição intensiva, supervisão humana e dados reais podem acelerar a convivência entre máquinas e pessoas.
Em poucos meses, vídeos, áudios e imagens criados por inteligência artificial cruzaram um limite crítico: tornaram-se praticamente indistinguíveis do real. O que antes parecia truque agora engana pessoas e instituições. A pergunta já não é se isso vai piorar, mas quão rápido.
Durante mais de 30 anos, um território funcionou como Estado sem jamais ser tratado como tal. Tinha governo, eleições e fronteiras, mas faltava algo decisivo: reconhecimento. Uma decisão recente de um país fora da região pode alterar um equilíbrio geopolítico delicado e abrir um precedente difícil de ignorar.
Por décadas, a matéria escura permaneceu como uma presença silenciosa que molda galáxias sem jamais se mostrar. Agora, um novo modelo de inteligência artificial dá um passo além da simples análise de dados e começa a apontar relações físicas concretas, oferecendo pistas inéditas sobre o que realmente compõe a maior parte da matéria do cosmos.
Eles fogem do banho, mas encaram a torneira como um espetáculo hipnótico. O que parece apenas birra felina tem explicações profundas que envolvem evolução, biologia e comportamento. A ciência mostra que a relação dos gatos com a água é muito mais complexa — e lógica — do que imaginamos.
Ele aparece por um instante mínimo e desaparece antes que muitos percebam. O chamado raio verde não é lenda nem ilusão: é um fenômeno real, raro e dependente de condições muito específicas. A ciência explica como surge e o que aumenta — ou reduz — suas chances de vê-lo.
Robôs humanoides alinhados como alunos em sala de aula não são mais ficção científica. Em Pequim, a China inaugurou um centro que funciona como uma verdadeira escola para máquinas, onde instrutores humanos ensinam tarefas industriais e domésticas. O objetivo é claro: acelerar a chegada desses robôs ao mundo real.
Imagine um animal que já nadava pelos oceanos quando Galileu ainda observava o céu e que continua vivo hoje, silencioso, nas águas geladas do Ártico. Esse ser existe — e atende pelo nome de tubarão-da-Groenlândia. Considerado o vertebrado mais longevo já estudado, ele pode ultrapassar os 400 anos de idade, desafiando tudo o que sabemos sobre envelhecimento.
O Universo já foi muito mais agitado. Bilhões de anos atrás, novas estrelas surgiam em ritmo frenético, iluminando galáxias inteiras. Hoje, o cenário é outro: o cosmos ainda é gigantesco e cheio de luz, mas está bem menos produtivo. Astrônomos dizem que já passamos do auge da formação estelar — e que o Universo, aos poucos, está entrando numa fase mais “preguiçosa”.
Para um cachorro, sair para passear não é só dar uma volta no quarteirão. É abrir um arquivo completo de tudo o que aconteceu ali horas — ou até dias — antes. Onde alguém passou, quem passou, em que direção foi e até em que estado emocional estava. Parece exagero, mas a ciência mostra que os cães literalmente “enxergam” o passado usando o nariz.
Carregar um carro elétrico em poucos minutos sempre pareceu promessa distante. Mas um vídeo que viralizou nos últimos dias sugere que esse futuro pode estar mais perto do que muita gente imaginava. As imagens mostram um modelo elétrico da BYD recuperando quase 400 quilômetros de autonomia em cerca de cinco minutos — um tempo que começa a rivalizar com o abastecimento de um carro a combustão.
A corrida pela inteligência artificial não mudou só o jeito como trabalhamos, consumimos informação ou falamos com máquinas. Em 2025, ela também redefiniu quem ganha — e quanto ganha — no topo do capitalismo global. Em poucos meses, a IA transformou executivos e fundadores do Vale do Silício em alguns dos maiores vencedores financeiros da história recente.
Quem passou por Copacabana nesta sexta-feira (26) achou que estava vendo coisa errada. Uma enorme mancha escura tomou conta do mar, bem perto da arrebentação. Em tempos de tantos alertas ambientais, o primeiro pensamento foi de preocupação. Mas bastaram alguns segundos para o susto virar encanto: a mancha era vida pulsando.
O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou ao centro cirúrgico neste sábado (27) para realizar um novo procedimento médico enquanto permanece internado em um hospital particular do Distrito Federal. A informação foi divulgada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que pediu orações e afirmou que o objetivo da intervenção era aliviar um quadro persistente de soluços.