Você se levanta da mesa depois de um almoço farto, sentindo que não cabe mais nada. Zero espaço. Nenhuma chance. Até que alguém menciona sobremesa — e, curiosamente, o pudim ainda parece uma possibilidade real. Se isso soa familiar, saiba que você não está sozinho. Descubra por que o corpo humano insiste em “abrir espaço” para o doce, mesmo quando a saciedade já deu as caras.
Durante décadas, atravessar a fronteira rumo ao Paraguai foi quase um ritual para quem buscava eletrônicos, perfumes e roupas mais baratas. Mas esse hábito está mudando rápido. Cada vez mais brasileiros estão deixando Ciudad del Este de lado e descobrindo um novo destino que vem chamando atenção: o Uruguai.
Ícone absoluto do cinema e da cultura pop do século 20, Brigitte Bardot nunca foi conhecida pela discrição. Morta neste domingo (28), aos 91 anos, a atriz deixou um legado que vai muito além das telas — e inclui uma coleção de declarações duras, controversas e, muitas vezes, chocantes. Defensora radical dos direitos dos animais e simpatizante da extrema direita, Bardot falava sem rodeios sobre fama, homens, maternidade, humanidade e religião.
Dormir vai muito além de fechar os olhos. Silêncio, luz, temperatura e até os materiais ao redor interferem diretamente nos processos de reparação do cérebro e do corpo. A ciência do sono mostra que o descanso profundo é resultado de um diálogo constante entre o organismo e o espaço em que ele dorme.
Prometidos como a próxima grande revolução tecnológica, os robôs humanoides começam a gerar apreensão até entre seus próprios criadores. Relatos de um recente encontro do setor indicam que o hype pode estar muito à frente da realidade — e que o risco de frustração em massa é real.
Uma nova hipótese sugere que a vida em Europa, lua gelada de Júpiter, não dependeria do calor interno do astro. Em vez disso, elementos radioativos liberados das rochas no fundo do oceano poderiam gerar energia suficiente para sustentar organismos microscópicos, em um processo semelhante ao observado na Terra.
Durante anos, a ciência soube o que muitos medicamentos fazem — mas não exatamente onde atuam. Agora, uma nova técnica permite rastrear fármacos célula por célula em todo o organismo, revelando efeitos ocultos e abrindo caminho para tratamentos mais seguros, precisos e previsíveis.
Cigarro comum não é o único vilão cardiovascular. Um levantamento de pesquisadores da Europa e dos Estados Unidos reuniu evidências indicando que cigarros eletrônicos, tabaco aquecido, shishas e sachês de nicotina expõem o coração e os vasos sanguíneos a efeitos tóxicos. A ideia de “alternativas seguras” perde força.
Nossos lembranças parecem sólidas, mas não são. A neurociência mostra que recordar não é acessar um arquivo intacto, e sim reconstruir uma narrativa toda vez que a evocamos. Nesse processo, o cérebro mistura fatos, emoções e expectativas, alterando o passado sem que percebamos — com impactos profundos sobre identidade e decisões.
Casos clínicos investigados em hospitais, universidades e tribunais reacenderam um debate sensível na psiquiatria: interações prolongadas com chatbots de inteligência artificial podem coincidir com episódios graves de delírios e psicose em pessoas vulneráveis, levantando dúvidas sobre riscos emergentes à saúde mental.
Beber água engarrafada parece uma escolha segura e prática, mas novas análises científicas sugerem um efeito colateral pouco conhecido. Um consumo aparentemente inofensivo pode expor o organismo a dezenas de milhares de partículas microscópicas por ano, levantando dúvidas importantes sobre saúde, hábitos e confiança no que bebemos.
Um novo mapeamento do fundo do mar ao redor da Antártida revelou 332 sistemas de cânions submarinos, alguns com mais de 4.000 metros de profundidade. O achado redefine o relevo oculto do oceano austral e ajuda a explicar como correntes profundas influenciam o clima global.
Ondas do tamanho de prédios, invisíveis a navios e radares convencionais, estão sendo registradas por satélites em órbita da Terra. Com até 35 metros de altura, essas formações extremas no Oceano Pacífico revelam um oceano muito mais dinâmico — e perigoso — do que se imaginava.
Um experimento recente mostrou que transmitir energia sem fios, direto do espaço, já não é apenas teoria. Com uma solução surpreendentemente simples, pesquisadores superaram um recorde histórico e abriram novas possibilidades para satélites, missões científicas e a forma como a eletricidade pode circular fora da Terra.
Um novo relatório da IBM aponta que, em 2026, decisões estratégicas cada vez mais críticas serão tomadas com apoio direto — ou de forma autônoma — por sistemas de inteligência artificial. IA agêntica, soberania de dados e computação quântica estão no centro dessa virada.
Os átomos que formam seu corpo nasceram no Big Bang e continuarão existindo por bilhões de anos. Ainda assim, nenhum ser vivo é eterno. A ciência explica esse paradoxo mostrando que a vida não depende da duração da matéria, mas de um equilíbrio delicado que os átomos só conseguem sustentar por um tempo.
O som constante da chuva tem um poder curioso: desacelera a mente, reduz a ansiedade e cria uma sensação imediata de conforto. A psicologia e a neurociência mostram que isso não acontece por acaso. Existe um tipo específico de som envolvido — e ele dialoga diretamente com a forma como o cérebro busca segurança.
Nas profundezas do oceano, onde a escuridão é absoluta, milhões de organismos brilham. Essa luz não é beleza gratuita: ela decide quem come, quem foge, quem se reproduz e quem sobrevive. A bioluminescência é uma das estratégias mais engenhosas já criadas pela vida.
Um experimento recente exibido pela China mostra máquinas que espelham soldados humanos quase sem atraso. A demonstração aponta para um novo tipo de guerra baseada em inteligência artificial, mas também expõe um dilema urgente: até onde é seguro levar sistemas que aprendem com humanos em tempo real?
A ciência vive um momento sem precedentes: mais de 16 mil novas espécies são descritas todos os anos. Um grande estudo internacional indica que a biodiversidade da Terra é muito mais vasta do que se imaginava — e que ainda conhecemos apenas uma fração da vida no planeta.