O ano de 2025 não deu trégua. Entre despedidas históricas, eleições que mudaram o jogo e tragédias que escancararam fragilidades globais, o planeta viveu meses intensos, cheios de tensão, incerteza e disputas de poder. Entenda os acontecimentos que marcaram o período e ajudaram a redesenhar o cenário internacional.
O ano de 2025 está prestes a entrar para a história da ciência espacial. Segundo pesquisadores russos, a Terra já acumula um número excepcional de dias com tempestades magnéticas e deve superar, antes do fim do ano, o maior recorde já registrado. A causa está na atividade intensa do Sol.
Relatórios de inteligência apontam que a Rússia pode estar trabalhando em uma arma capaz de destruir constelações inteiras de satélites, como a Starlink, usando nuvens de estilhaços metálicos. A estratégia seria eficaz militarmente, mas poderia provocar uma crise sem precedentes na órbita baixa da Terra.
A inteligência artificial é frequentemente apontada como a grande vilã do mercado de trabalho em 2025. Mas os números contam outra história. Embora mais de um milhão de empregos tenham sido cortados neste ano, apenas uma fração mínima dessas demissões pode ser diretamente ligada ao uso de IA.
Durante anos, a redução da poluição atmosférica foi apontada como uma das principais causas do aquecimento recente do planeta. Mas um novo estudo sugere que essa explicação é incompleta. Ao analisar duas décadas de dados, cientistas indicam que mudanças nas nuvens e na dinâmica atmosférica podem ter um papel muito maior do que se imaginava.
A polarização política segue como uma marca forte do Brasil — e os números mais recentes mostram que ela continua resistente ao tempo. Um novo levantamento do Datafolha revela que 74% dos brasileiros se identificam como petistas ou bolsonaristas, um retrato claro de um país ainda dividido por linhas ideológicas, regionais e sociais.
Ficar bilionário antes dos 30 anos sempre foi raro. Fazer isso sem herança parecia quase impossível. Em 2025, esse cenário mudou de vez. Segundo a Forbes, o número de jovens ultrarricos que construíram a própria fortuna bateu recorde — e a velocidade com que esse dinheiro surgiu chama ainda mais atenção.
Essa dúvida aparece toda vez que alguém vai assar um frango, embrulhar um peixe ou guardar sobras na geladeira. O lado certo do papel-alumínio faz diferença, sim — e usar errado pode atrapalhar tanto o cozimento quanto a conservação do alimento. Entenda de vez quando usar o lado brilhante e quando o fosco.
Todo fim de ano a pergunta volta a circular: afinal, em que dia Jesus nasceu? Apesar do Natal ser celebrado em 25 de dezembro no mundo inteiro, historiadores são categóricos: não existe uma data exata para o nascimento de Jesus — e os próprios evangelhos entram em contradição quando tentam situar esse momento.
O governo federal oficializou o novo valor do salário mínimo para 2026. O reajuste, publicado no Diário Oficial, eleva o piso nacional para R$ 1.621 e já começa a valer em janeiro, com pagamento efetivo no início de fevereiro. O aumento reacende debates sobre poder de compra, impacto fiscal e o papel do salário mínimo na economia brasileira.
Enquanto ruas modernas se enchem de buracos poucos anos após a obra, estradas romanas atravessam séculos praticamente intactas. Construídas sem máquinas, asfalto ou concreto armado moderno, elas conectaram continentes, sustentaram um império e ainda servem de base para rodovias atuais. Entenda como uma engenharia antiga venceu o tempo — e o que ela ensina hoje.
Enquanto boa parte do Brasil associa o dia 24 de dezembro a mesa farta, troca de presentes e reencontros familiares, há quem trate a data como apenas mais um dia no calendário. Para essas pessoas, não existe ceia, árvore ou Papai Noel. E os motivos para isso vão muito além da fé.
A história aconteceu na França, mas levanta um debate que faz muito sentido no Brasil. Em 2015, um pai conseguiu algo raro: 350 dias de férias remuneradas doadas por colegas de trabalho. O objetivo não era viajar ou descansar — era acompanhar de perto o tratamento contra o câncer da filha pequena sem perder a renda da família.
Viajar para fora nunca esteve tão tentador para os argentinos — e o Brasil virou o destino favorito. Com o dólar relativamente barato e preços mais competitivos no exterior, a Argentina registrou em 2025 o maior déficit turístico da história para um período de onze meses. O impacto vai além das malas prontas: a saída em massa de viajantes pressiona as reservas e escancara um problema estrutural do setor.
Uma descoberta feita no México está chamando atenção da comunidade científica — e não é pouca coisa. Pesquisadores desenvolveram uma proteína sintética 40 vezes menor que os anticorpos usados hoje no tratamento do câncer. Criada com ajuda de inteligência artificial, a novidade promete acelerar terapias, reduzir custos e abrir caminhos totalmente novos no combate à doença.
Às vésperas do desfecho, Stranger Things segue quebrando recordes e reacendendo tendências culturais. A Netflix divulgou novos dados de audiência e elencou efeitos colaterais do fenômeno: músicas que voltaram às paradas, o boom de Dungeons & Dragons, colaborações de marcas e um ecossistema de produtos que não para de crescer.
Adolescentes sabem que certas atitudes trazem consequências, mas ainda assim arriscam. A ciência aponta que isso não é contradição: o cérebro jovem prioriza emoções, recompensas imediatas e aprovação social. Entender esse mecanismo ajuda famílias e educadores a orientar melhor — e a reduzir conflitos.
Foguetes são caros, perigosos e complexos — e talvez não sejam a única forma de sair da Terra. Cientistas japoneses estão desenvolvendo um elevador espacial capaz de alcançar a órbita baixa e transportar pessoas com mais segurança, reacendendo um velho sonho da ciência com novas bases tecnológicas.
Desafiar a previsibilidade do dia a dia pode ser mais saudável do que parece. Estudos em neurociência indicam que a exposição controlada à incerteza fortalece a flexibilidade mental, ajuda a quebrar padrões rígidos associados à depressão e ainda impulsiona a criatividade e a capacidade de adaptação.
A cena do presépio costuma sugerir silêncio e serenidade. Mas, segundo historiadores, o nascimento de Jesus ocorreu em um mundo marcado por ocupação romana, violência política e medo constante. Longe de uma vila pacata, a Judeia do século 1 vivia sob repressão, revoltas e massacres.