Dormir não é só desligar o corpo. Enquanto você descansa, o cérebro entra em modo de organização pesada: decide o que fica, o que vai embora e como transformar experiências recentes em memórias duradouras. Novas pesquisas mostram que esse processo é mais preciso — e mais poderoso — do que se imaginava, especialmente durante o sono REM, fase ligada aos sonhos.
Natal e Ano Novo têm algo em comum além da família reunida: mesas cheias, pratos repetidos e aquela sensação clássica de exagero. Mas o que acontece com o cérebro quando a gente come além da conta? A ciência vem tentando responder se uma ceia farta afeta só o estômago — ou se também bagunça memória, atenção e até o humor.
A sensação de que os anos “voam” com a idade não é apenas psicológica. Pesquisas mostram que o cérebro adulto passa a registrar o tempo de outra forma, influenciado pela rotina, pela memória e pela falta de novidades. Entender esse processo ajuda a encontrar maneiras simples de fazer os dias parecerem mais longos.
Por trás das cores, das luzes e do apelo infantil, alguns brinquedos escondem ameaças que não aparecem na embalagem. Substâncias químicas tóxicas continuam presentes em produtos vendidos legalmente e, muitas vezes, passam despercebidas. Saber reconhecer os sinais de alerta é hoje uma etapa essencial para garantir a segurança das crianças.
A inteligência artificial já influencia escolhas médicas, decisões jurídicas e oportunidades profissionais. Agora, cresce um consenso: sem limites claros, o avanço pode gerar riscos difíceis de controlar. A chamada IA responsável surge como o elemento essencial para garantir inovação, confiança e segurança no futuro digital.
Um gesto automático, quase invisível, ativa mecanismos profundos de conexão social. Pesquisas recentes mostram que uma simples expressão compartilhada pode alterar julgamentos, influenciar decisões e fortalecer vínculos de confiança em poucos segundos — tudo isso sem que a maioria das pessoas perceba conscientemente.
Novas projeções climáticas indicam que 2026 tem grandes chances de figurar entre os quatro anos mais quentes já registrados. O dado chama atenção porque não depende de eventos extremos: o aquecimento global segue avançando de forma constante, tornando temperaturas elevadas cada vez mais frequentes.
Dormir bem não depende apenas de hábitos ou disciplina. Um novo achado científico revela que um pequeno grupo de neurônios atua como um “centro de comando” do relógio biológico. Ele pode explicar por que algumas pessoas lidam melhor com jet lag, turnos noturnos e mudanças de rotina.
Depois de mais de três semanas de apuração travada, acusações de fraude e pressão internacional, Honduras finalmente conheceu o nome de seu próximo presidente. O resultado, longe de pacificar o país, aprofundou divisões políticas e colocou o pleito no centro do debate regional sobre democracia, influência externa e instabilidade institucional.
A força mental não nasce de frases motivacionais nem de tentar controlar tudo. Segundo uma psicoterapeuta norte-americana, existe um hábito silencioso, quase invisível, que diferencia pessoas emocionalmente fortes. Ele muda a forma de lidar com o estresse, as decisões difíceis e a incerteza do dia a dia.
Em meio a bombardeios, atrasos e incertezas, um trem noturno virou símbolo de resistência emocional na Ucrânia. Apelidado de “trem do amor”, ele leva mulheres até cidades próximas à linha de frente para reencontrar maridos e namorados que lutam contra a Rússia. A jornada é longa, perigosa — e, para muitas, a única forma de manter o vínculo vivo.
Pode rir, pode achar superstição — mas todo fim de ano ela volta com força total. A escolha da cor da calcinha no ano-novo é uma das tradições mais populares do Brasil e, para muita gente, funciona como um verdadeiro ritual de intenções. Afinal, se dá para começar o ano pedindo amor, dinheiro ou paz… por que não?
O 13º salário voltou a movimentar bilhões — mas não exatamente do jeito que muita gente gostaria. Mesmo com mais dinheiro circulando na economia, a maior parte dos trabalhadores brasileiros está usando o benefício para apertar o cinto, não para gastar sem culpa. Entenda como o 13º salário está sendo usado, o que isso revela sobre o endividamento no país e por que o comércio sente menos esse impulso.
Chatbots empáticos, sempre disponíveis e aparentemente compreensivos estão ocupando um espaço emocional que antes era transitório na infância. Um novo relatório alerta: crianças e adolescentes já tratam IAs como confidentes “humanos”, com impactos profundos — e pouco visíveis — no desenvolvimento emocional e social.
A despedida de Stranger Things está oficialmente em contagem regressiva. Depois de um primeiro bloco que deixou fãs em estado de alerta, a temporada final entra agora em sua reta decisiva — e com horário diferente do padrão da Netflix. Se você já está planejando a maratona, vale conferir os detalhes antes de dar o play.
Depois de investir pesado para colocar um jovem prodígio no comando de sua estratégia de inteligência artificial, Mark Zuckerberg enfrenta um problema inesperado: a relação com seu principal contratado já se tornou tensa. Microgestão, choque de estilos e pressão por resultados colocam em dúvida o plano da Meta.
O ano de 2025 não deu trégua. Entre despedidas históricas, eleições que mudaram o jogo e tragédias que escancararam fragilidades globais, o planeta viveu meses intensos, cheios de tensão, incerteza e disputas de poder. Entenda os acontecimentos que marcaram o período e ajudaram a redesenhar o cenário internacional.
O ano de 2025 está prestes a entrar para a história da ciência espacial. Segundo pesquisadores russos, a Terra já acumula um número excepcional de dias com tempestades magnéticas e deve superar, antes do fim do ano, o maior recorde já registrado. A causa está na atividade intensa do Sol.
Relatórios de inteligência apontam que a Rússia pode estar trabalhando em uma arma capaz de destruir constelações inteiras de satélites, como a Starlink, usando nuvens de estilhaços metálicos. A estratégia seria eficaz militarmente, mas poderia provocar uma crise sem precedentes na órbita baixa da Terra.
A inteligência artificial é frequentemente apontada como a grande vilã do mercado de trabalho em 2025. Mas os números contam outra história. Embora mais de um milhão de empregos tenham sido cortados neste ano, apenas uma fração mínima dessas demissões pode ser diretamente ligada ao uso de IA.