Em Brownsville, no Texas, pais se encantaram com a ideia de uma microescola em que softwares fariam o papel de tutor e “guias” substituiriam professores. Mas relatos de ex-alunos, funcionários e responsáveis apontam um outro lado: metas rígidas ditadas por aplicativos, vigilância digital e crianças trabalhando no horário do almoço para não “ficar para trás”.
Plataformas como TikTok e Instagram não funcionam por acaso: seus algoritmos são projetados para manter o usuário conectado o máximo de tempo possível. Pesquisadores de Harvard e alertas da OMS mostram como esse modelo pode estimular comportamentos compulsivos, prejudicar o sono e impactar o bem-estar emocional — e por que entender esse mecanismo é o primeiro passo para usá-las de forma mais saudável.
Uma substância conhecida por seu papel nas emoções acaba de revelar uma função inesperada. Novas pesquisas indicam que ela pode influenciar diretamente o aprendizado e a memória de longo prazo, oferecendo pistas valiosas sobre como o cérebro preserva informações ao longo do tempo.
Mais do que um arranha-céu, a proposta é criar uma cidade vertical capaz de resistir a terremotos, ventos extremos e à superlotação urbana. Ainda conceitual, o projeto revela como a engenharia imagina o futuro das grandes metrópoles.
Uma campanha publicitária gerou um debate que ultrapassou a comunicação de marca e entrou no campo político. Em poucas horas, concorrentes atentos transformaram a repercussão em visibilidade, engajamento e crescimento acelerado nas redes sociais, mostrando como crises podem se converter em oportunidades comerciais.
Pesquisadores japoneses identificaram um circuito cerebral específico que transforma emoções intensas, como medo e ansiedade, em despertares bruscos durante o sono profundo. A descoberta ajuda a explicar por que preocupações nos acordam de repente — e abre novas possibilidades de tratamento para o insônio ligado ao estado emocional.
Controlar a pressão alta vai muito além de reduzir o sal do saleiro. Certos alimentos comuns, muitas vezes vistos como inofensivos, podem prejudicar a circulação e dificultar o equilíbrio da pressão. Entender esses vilões silenciosos é um passo essencial para proteger o coração.
Observações inéditas feitas com o radiotelescópio ALMA mostram que, mesmo cercados por enormes reservas de gás, buracos negros supermassivos costumam se alimentar de forma irregular e ineficiente durante fusões galácticas. O resultado desafia modelos clássicos e ajuda a explicar por que raramente vemos dois núcleos ativos ao mesmo tempo.
Muitas cenas repetidas à exaustão em filmes adultos parecem definir o que seria uma vida sexual “ideal”. Na prática, porém, essas fantasias raramente acontecem como mostram as telas. Entender essa diferença ajuda a reduzir frustrações, alinhar expectativas e viver o sexo com mais conexão e prazer real.
O choro é uma resposta natural do corpo para lidar com emoções intensas e restaurar o equilíbrio interno. Mas quando acontece com frequência, pode levantar dúvidas: trata-se apenas de sensibilidade emocional ou de um sinal de alerta para a saúde mental? A psicologia oferece algumas respostas importantes.
Pesquisadores do MIT e de Harvard identificaram como o excesso de gordura na alimentação força células do fígado a “recuar no tempo”, assumindo um estado mais imaturo. Esse mecanismo, que começa como estratégia de sobrevivência, pode abrir caminho para mutações e tumores ao longo dos anos.
Conversar com máquinas deixou de ser algo estranho e passou a fazer parte da rotina. Por trás desse comportamento aparentemente simples, existem motivações profundas ligadas à forma como lidamos com o tempo, a curiosidade e a necessidade de conexão em um mundo cada vez mais acelerado.
Uma anomalia identificada logo após a decolagem fez com que o veículo perdesse estabilidade e fosse envolto por uma nuvem de fogo. O incidente reacende o debate sobre os desafios técnicos e operacionais dos lançamentos comerciais no Centro de Lançamento de Alcântara.
Entre um brinde e outro, alguém sempre solta o conselho clássico: “bebe uma água”. Parece simples demais para funcionar, mas a ciência mostra que esse hábito faz, sim, diferença para o corpo — especialmente em festas com álcool, calor e comida pesada. Entenda o que a hidratação realmente faz (e o que não faz) durante os excessos típicos do fim de ano.
Ela divide a família, gera discussões na ceia e some misteriosamente do prato de alguns convidados. A uva-passa é, sem dúvida, a fruta mais polêmica do Natal brasileiro. Mas por trás da fama controversa existe uma cadeia de produção bem mais complexa do que parece — e que explica por que quase toda uva-passa consumida no Brasil vem de outros países.
Você aguenta cenas pesadas em dramas humanos, mas basta um cachorro em perigo para o olho encher d’água? Se isso acontece com você, calma: não é exagero nem fraqueza emocional. A ciência explica por que a morte de um cão no cinema costuma doer mais do que a de personagens humanos — e a resposta passa por empatia, instinto de proteção e até biologia.
Ver um elefante parado, em silêncio, ao lado do corpo de outro não é acaso nem instinto vazio. É luto. Estudos recentes mostram que esses gigantes vivem a perda de forma profunda, com rituais de despedida que desafiam a ideia de que emoções complexas seriam exclusividade humana. Entenda como a ciência vem decifrando a inteligência emocional dos elefantes — e por que isso muda tudo o que sabemos sobre empatia animal.
Tem coisas que funcionam como uma máquina do tempo instantânea. Basta ouvir um som, ver um conector estranho ou lembrar de um ritual específico para o cérebro voltar direto aos anos 1990 e 2000. Se você viveu essa fase da informática, prepare-se: estes hardwares antigos de PC não só marcaram época como também entregam, sem piedade, há quanto tempo você usa computador.
Se alguém ainda achava que segurança digital era um problema distante, 2025 tratou de acabar com essa ilusão. O ano foi marcado por ciberataques em larga escala e vazamentos de dados que atingiram governos, empresas e milhões de pessoas, expondo falhas graves em sistemas considerados críticos.
A inteligência artificial está mudando a forma como conteúdos circulam na internet — e isso inclui um lado bem mais sombrio. Grupos extremistas estão usando ferramentas de IA para ampliar alcance, engajamento e influência, com técnicas que vão de clonagem de voz a traduções automáticas quase perfeitas.