A noite que prometia marcar um passo histórico para o setor espacial brasileiro terminou em tensão. Um foguete lançado da Base de Alcântara perdeu contato poucos segundos após a decolagem e, segundo autoridades, acabou colidindo com o solo.
Depois de uma sequência de adiamentos, o Brasil pode ter nesta noite a última oportunidade de 2025 para realizar um lançamento espacial histórico. O foguete Hanbit-Nano, da empresa sul-coreana Innospace, teve seu voo novamente adiado e agora está previsto para acontecer a partir das 22h (horário de Brasília), no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão.
O Spotify confirmou um incidente que acendeu o sinal de alerta na indústria musical. Hackers conseguiram acessar de forma não autorizada parte do catálogo da plataforma e divulgaram metadados de 256 milhões de faixas, além de informações associadas a milhões de arquivos de áudio. O caso reacendeu debates sobre pirataria, preservação cultural e uso de dados por inteligência artificial.
Tem filme que pede explicação. E tem filme que pede entrega. O novo longa estrelado por Scarlett Johansson que acaba de entrar no catálogo da Netflix é exatamente desse segundo tipo. Visualmente marcante, cheio de personagens excêntricos e com um humor que parece tímido à primeira vista, ele vem chamando atenção de quem procura algo fora do óbvio no streaming.
Dar o primeiro celular para uma criança virou um dos dilemas mais comuns da vida moderna. De um lado, a pressão social e o medo de exclusão. Do outro, os riscos do uso precoce, do excesso de telas e da exposição online. Afinal, existe uma idade certa? Segundo especialistas, a resposta é menos simples — e passa bem longe de um número mágico.
Você sabe que precisa fazer. Sabe que adiar só vai piorar. Mesmo assim, abre outra aba, pega o celular, faz qualquer coisa — menos a tarefa. A procrastinação é um dos comportamentos mais comuns (e frustrantes) da vida moderna. E a ciência já deixou claro: isso não tem nada a ver com preguiça ou falta de caráter.
Falar em “favela” na Suíça parece piada pronta. O país é sinônimo de riqueza, organização e qualidade de vida. Ainda assim, vídeos recentes viralizaram ao mostrar bairros considerados pobres em Basileia. O choque vem rápido: o que ali é chamado de pobreza superaria, em conforto e dignidade, a realidade de muitas cidades pelo mundo.
A cada quase três horas, algo estranho acontece no céu. Um pulso de rádio vindo da borda da Via Láctea atinge a Terra por até um minuto — de forma precisa, repetitiva e intrigante. O mais curioso: esse sinal ficou “escondido” por anos em dados de arquivo e só foi descoberto graças à combinação de pesquisadores experientes e a genialidade de um estudante universitário. Agora, ele pode ajudar a resolver um mistério antigo da astronomia.
Pagar todo mês para assistir TV aberta começa a soar estranho em 2025. Com o sinal analógico desligado na maior parte do Brasil e as mensalidades da TV por assinatura só subindo, muita gente redescobriu a antena digital — também chamada de antena japonesa — como solução prática para ter imagem em HD, som limpo e zero boleto no fim do mês. Simples, barata e eficiente, ela voltou ao centro da sala.
Às vésperas de 2026, uma declaração vinda do coração do setor tecnológico acendeu um alerta entre estudantes e profissionais. O avanço acelerado da inteligência artificial já começa a redefinir o valor de certas carreiras — e a questão central vai muito além de escolher um curso universitário.
Recomeçar a vida profissional depois dos 40 deixou de ser exceção e virou estratégia. Para muita gente, essa fase marca o fim da pressa e o início de escolhas mais conscientes, focadas em liberdade, estabilidade e sentido no trabalho. A boa notícia é que experiência conta — e muito — em várias áreas que seguem aquecidas.
Uma faixa de terra no sul do México virou o centro de uma disputa logística global. Em vez de abrir novas eclusas ou depender de lagos artificiais, o país decidiu apostar em trilhos, portos turbinados e um corredor terrestre capaz de ligar Atlântico e Pacífico em cerca de 20 horas. O plano promete sacudir o comércio mundial — mas também levanta alertas ambientais e sociais.
Ainda distante do cotidiano, uma tecnologia experimental começa a atrair volumes crescentes de capital e atenção estratégica. Avanços técnicos, apoio estatal e o interesse de grandes empresas indicam que algo importante está em formação — com potencial para transformar mercados inteiros no longo prazo.
Alguns comportamentos do dia a dia revelam mais do que aparentam. Certas reações repetidas, muitas vezes normalizadas, podem indicar dificuldades emocionais que afetam vínculos pessoais e profissionais. Reconhecer esses padrões ajuda a compreender conflitos recorrentes e a proteger o próprio bem-estar sem entrar em confrontos desgastantes.
Com Matt Damon e Tom Holland à frente de um elenco estelar, a adaptação do poema de Homero marca a primeira produção da história filmada inteiramente no maior formato IMAX. A estreia está marcada para 17 de julho de 2026, mas Nolan já começou a preparar o terreno.
Um projeto controverso afirma ter feito o maior backup musical já conhecido da internet, com milhões de faixas extraídas do Spotify. A iniciativa, apresentada como um esforço de preservação, levanta questões legais, técnicas e éticas sobre quem deve guardar a memória musical da era do streaming.
Um novo modelo de inteligência artificial em desenvolvimento dentro da Meta quer elevar o nível da geração visual automatizada. Batizado de Mango, o sistema nasce no recém-criado Meta Superintelligence Labs e pode marcar uma virada na estratégia de IA da empresa de Mark Zuckerberg.
Uma análise detalhada da evolução das fraturas no glaciar Thwaites ao longo de 20 anos revela um enfraquecimento estrutural acelerado. O estudo aponta para um ciclo de retroalimentação perigoso, capaz de desencadear um colapso que teria impactos diretos no nível global do mar.
Nem todas as palavras impactam do mesmo jeito. Algumas passam despercebidas; outras parecem ecoar na cabeça. Pesquisas recentes mostram que esse efeito não depende apenas do significado, mas da forma como os sons surpreendem o cérebro — um achado que muda nossa forma de entender a linguagem.
Nem todos vivem o fim de ano com alegria plena. Para muitas pessoas, este período traz emoções contraditórias que vão além do cansaço comum. A ciência começa a explicar por que essas datas podem intensificar tristeza, ansiedade e um vazio silencioso que costuma ser pouco falado.