Uma doença que muita gente acreditava estar sob controle voltou a preocupar autoridades de saúde no Brasil. O Ministério da Saúde emitiu um alerta nacional após o aumento dos casos de sarampo em 2025, com registros de surtos em alguns estados. Silencioso no começo, o vírus se espalha rápido e já levanta comparações com crises sanitárias recentes, acendendo um sinal de alerta para vacinação e vigilância.
De um grupo perseguido no século XIX a uma igreja com mais de 17 milhões de fiéis, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias criou uma máquina global de documentos. Por trás do FamilySearch, não há só tecnologia e microfilmes: há teologia, rituais e uma ideia muito particular de família eterna — com impactos e controvérsias no mundo todo.
Uma descoberta inesperada na Suécia está dando o que falar entre arqueólogos e curiosos por história. Um anel de ouro do século XV, com uma imagem de Jesus Cristo gravada, foi encontrado durante escavações na cidade de Kalmar. Datado entre 1401 e 1500, o objeto passou séculos escondido no lugar mais improvável possível: um antigo depósito de lixo medieval.
Evidências diretas de um tubo de lava oco sob o Mare Tranquillitatis indicam que o subsolo lunar pode oferecer abrigo natural contra radiação, impactos e temperaturas extremas — um cenário muito mais viável para futuras missões tripuladas.
Um surto intenso e fora de época de gripe H3N2 está pressionando sistemas de saúde em vários países europeus e levantando um sinal de alerta global. Impulsionada pela chamada variante K da influenza A, a onda de contágios chegou mais cedo do que o esperado e se espalhou com velocidade incomum. Especialistas alertam: o que acontece agora no hemisfério norte pode antecipar o cenário do próximo inverno na América Latina.
Com agentes de IA cada vez mais autônomos, fundadores já testam empresas onde não há funcionários humanos. A promessa é eficiência absoluta; a realidade inclui mentiras convincentes, reuniões infinitas e colegas que literalmente falam até morrer.
Durante décadas, a ciência tratou o Parkinson como um problema genético. Mas o avanço acelerado dos casos e histórias como a de uma ex-oficial da Marinha dos EUA estão levando pesquisadores a olhar para outro lugar: o ambiente, a água potável e exposições invisíveis que podem estar moldando uma epidemia silenciosa.
Há comportamentos que julgamos como fraqueza, preguiça ou falta de autocontrole, mas a neurociência sugere outra leitura. Certas atitudes autossabotadoras podem ser tentativas inconscientes do cérebro de reduzir medo, controlar a incerteza e evitar ameaças percebidas como maiores. Entender esse mecanismo muda completamente a forma de enxergá-las.
Um novo estudo publicado no New England Journal of Medicine identifica um mecanismo biológico que ajuda a explicar o papel da aspirina na prevenção do câncer, especialmente em pessoas com risco hereditário. A descoberta reacende o interesse científico, mas também reforça a necessidade de cautela e mais pesquisas.
Por trás de hábitos difíceis de abandonar existe um processo biológico pouco conhecido. Uma descoberta recente revela que o cérebro possui um “acelerador” interno do aprendizado, capaz de fixar associações com enorme rapidez — inclusive aquelas que sabemos que nos fazem mal. Entender esse mecanismo pode mudar a forma como lidamos com hábitos e vícios.
Um dispositivo microscópico desenvolvido por cientistas israelenses promete encurtar drasticamente o tempo entre o surgimento de um novo vírus e a resposta médica. Ao reproduzir reações do sistema imunológico em escala mínima, essa inovação pode mudar como o mundo enfrenta futuras pandemias.
Existe um processo invisível, comum e muitas vezes ignorado que influencia o funcionamento do cérebro ao longo da vida. Ele avança lentamente, pode surgir em qualquer idade e está ligado a alterações cognitivas e emocionais. Reconhecer seus sinais precoces pode ser decisivo para preservar a saúde mental.
Visualizar momentos positivos com pessoas conhecidas pode ir muito além de um simples devaneio. Pesquisas recentes mostram que a imaginação ativa circuitos cerebrais ligados ao prazer, à aprendizagem e às relações sociais, revelando um potencial surpreendente para o bem-estar emocional e a saúde mental.
Muito além de foguetes e astronautas, uma tecnologia silenciosa passou a comandar decisões críticas no espaço. Ela projeta motores, treina tripulações, evita colisões em órbita e amplia os limites da exploração humana. Sem chamar atenção, tornou-se o verdadeiro diferencial da nova corrida espacial.
Um aviso incomum emitido por Pequim acendeu um sinal de alerta internacional. O governo da China recomendou que seus cidadãos evitem viajar ao Japão “no futuro imediato”, após uma sequência de terremotos fortes atingir a costa leste da ilha de Honshu nos últimos dias. O comunicado, divulgado nesta quinta-feira (11), gerou apreensão porque autoridades japonesas admitem a possibilidade de novos abalos de grande intensidade.
Um método simples, quase invisível e surpreendentemente eficaz está mudando a forma como professores lidam com trabalhos feitos por IA. Diante do fracasso dos detectores tradicionais, docentes passaram a usar “armadilhas” escondidas no próprio enunciado das atividades para identificar quem recorre ao ChatGPT sem avisar. E os resultados acenderam um alerta nas universidades.
Após anos de dependência externa e sucessivas crises de acesso ao espaço, a Europa decidiu agir. Um investimento histórico reúne governos, indústria e ambição tecnológica para criar lançadores reutilizáveis próprios. O objetivo vai muito além de foguetes: trata-se de soberania, competitividade e futuro geopolítico.
Com mais de uma tonelada, quase três metros de comprimento e um corpo comparável ao de um automóvel compacto, Big Bill entrou para a história como o maior porco já registrado de forma confiável. Criado nos Estados Unidos no início do século XX, ele não foi apenas uma curiosidade extrema da natureza, mas também o símbolo de uma era em que limites técnicos, éticos e biológicos simplesmente não existiam.
Embora o aquecimento global tenha sido frequentemente associado a ciclos naturais da Terra, as evidências científicas apontam para um fenômeno diferente. Sua aceleração começou há mais de 250 anos e tem como principal motor a atividade humana. Entenda o que a ciência diz sobre o início e a rapidez desse processo climático.
Durante décadas, acreditou-se que a felicidade dependia apenas de quanto se ganha. Pesquisas recentes mostram um quadro muito mais complexo: o dinheiro influencia, sim, o bem-estar, mas não atua sozinho. Entender essa relação ajuda a explicar por que algumas pessoas resistem emocionalmente mesmo em cenários de escassez.