Após um assalto cinematográfico no museu mais famoso do mundo, peritos em arte alertam que as joias reais de mais de 100 milhões de dólares podem desaparecer para sempre — não em cofres secretos, mas fundidas, desmontadas e revendidas como peças comuns.
A nova versão de Quarteto Fantástico finalmente tem data para chegar ao Disney+: dia 5 de novembro. O filme, estrelado por Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach, será lançado com tecnologia IMAX Enhanced, prometendo uma experiência mais imersiva e som de cinema para quem assistir em casa.
Em Baltimore, um adolescente quase foi preso após um sistema de segurança com inteligência artificial sinalizar um objeto em seu bolso como arma. Era um saco de Doritos amassado. O caso reacende o debate sobre falsos positivos, uso policial de tecnologias imprecisas e como escolas adotam soluções “antiatirador” sem transparência ou controle.
Durante décadas, os misteriosos sulcos que cruzam as dunas marcianas intrigaram astrônomos. Agora, uma equipe da Universidade de Utrecht conseguiu reproduzir em laboratório o fenômeno: blocos de gelo seco de dióxido de carbono que deslizam e “escavam” a areia, criando marcas que lembram rastros deixados por criaturas subterrâneas.
A gigante do e-commerce quer automatizar 75% de suas operações até 2030. O plano inclui eliminar 160 mil empregos, evitar outras 600 mil contratações e economizar mais de 12 bilhões de dólares.
O sistema que transforma o ar em energia térmica promete revolucionar o aquecimento doméstico. Mas há um obstáculo que poucos mencionam: 80% das casas ainda têm instalações elétricas obsoletas — e sem modernização, a transição energética pode não sair do papel.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Irvine restauraram a visão de camundongos idosos ao aplicar um tipo específico de ácido graxo essencial para a retina. O estudo aponta para terapias capazes de recuperar a função ocular em humanos e até retardar o envelhecimento do sistema imunológico.
Um novo estudo revela que limitar o consumo de açúcar durante a gestação e nos dois primeiros anos de vida reduz de forma duradoura o risco de doenças cardíacas, derrames e insuficiência cardíaca. A pesquisa, baseada em dados históricos do Reino Unido, mostra como a nutrição precoce molda a saúde cardiovascular até a vida adulta.
Por décadas, falava-se em portais, alienígenas e dimensões ocultas. Agora, uma análise feita com inteligência artificial reuniu dados históricos e científicos para revelar padrões concretos: tempestades violentas, gases submarinos e falhas humanas. A região mais enigmática do oceano ganha uma nova leitura — sem magia, mas com ciência.
Em um feito sem precedentes, o Telescópio Espacial James Webb identificou pela primeira vez moléculas orgânicas complexas fora da Via Láctea. O achado, feito na Grande Nuvem de Magalhães, mostra que a química da vida ocorre mesmo em ambientes extremos e oferece novas pistas sobre como os ingredientes essenciais se espalham pelo cosmos.
Durante visita à Indonésia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu uma resposta conjunta ao narcotráfico e criticou a estratégia de Donald Trump de atacar cartéis latino-americanos com operações militares. Para Lula, é preciso diálogo e respeito à soberania dos países em vez de ações unilaterais “em território alheio”.
Donald Trump acusou publicamente o regime chinês de utilizar rotas que passam por Venezuela para introduzir fentanil nos Estados Unidos e anunciou que a campanha contra o narcotráfico passou a uma “nova fase”, com ações terrestres a caminho. Autoridades do Pentágono reforçaram uma retórica militarizada, enquanto analistas e reportagens apontam lacunas nas alegações oficiais.
Pesquisadores do Hospital Mount Sinai, em Nova York, revelaram que mais de 60% das proteínas cerebrais sofrem alterações após a morte. O achado questiona décadas de estudos baseados em tecido post-mortem e inaugura uma nova fase na investigação de doenças neurológicas e psiquiátricas, com impacto direto no desenvolvimento de terapias.
Um aditivo alimentar presente em molhos e sobremesas revelou-se peça-chave em um dos avanços mais promissores da neurociência. Pesquisadores de Stanford conseguiram produzir milhares de organoides cerebrais idênticos em laboratório, abrindo caminho para estudar doenças neurológicas e testar medicamentos de forma ética, segura e em grande escala.
Em meio a notificações, telas e multitarefas sem fim, nosso cérebro reage como um computador sobrecarregado: reduz funções, desacelera e exige um reinício. A ciência chama esse processo de “modo economia mental”, um recurso de autoproteção que revela muito sobre os limites da mente moderna.
Pesquisadores da Universidade McGill descobriram que histórias narradas com emoção ou com detalhes objetivos ativam áreas diferentes do cérebro. Isso significa que a forma como ouvimos um relato pode definir não só o que lembramos, mas também como sentimos e reconstituímos esse momento depois.
Quando os passageiros descem, outros ocupantes inesperados entram em cena. Em Shenzhen, na China, o metrô deixou de ser apenas transporte público e virou peça-chave de uma rede logística inovadora. Máquinas silenciosas, chips inteligentes e vagões adaptados estão mudando a forma de entregar pacotes em uma das cidades mais movimentadas do mundo.
Muito além de uma questão estética, a reconstrução mamária após o câncer representa um processo de recuperação integral. Novas técnicas prometem menos dor, resultados mais naturais e um impacto positivo na autoestima. Descubra como ciência, emoção e esperança se unem nesse caminho de superação.
Durante décadas, acreditou-se que era impossível existir vida microbiana capaz de fixar nitrogênio sob o gelo polar. Mas uma nova descoberta acaba de mudar tudo: um grupo de bactérias desconhecidas no Ártico está realizando esse processo em silêncio, alimentando as algas que sustentam toda a cadeia de vida marinha. O achado redefine o que sabíamos sobre o equilíbrio ecológico do Polo Norte — e pode alterar o futuro do oceano.
O novo relatório do BBVA virou o jogo no mercado financeiro. Em meio à queda do dólar e à reconfiguração das políticas monetárias globais, o banco espanhol aponta um novo líder na estabilidade cambial da América Latina — e não é quem você imagina. Segundo o estudo, o peso mexicano será a moeda mais estável da região em 2026, superando concorrentes tradicionais como o sol peruano e o peso colombiano.