Determinação, leveza e propósito.
Seguir Aleksandra Lima dos Santos
Durante décadas, milhares de mulheres viveram com apneia do sono sem diagnóstico, porque seus sintomas não pareciam “típicos”. Agora, um algoritmo criado pela Mayo Clinic consegue encontrar sinais invisíveis da doença apenas com um eletrocardiograma comum, revelando riscos cardíacos antes mesmo que eles apareçam nos exames tradicionais.
A criatividade, o pensamento abstrato e a empatia são marcas da nossa inteligência. Mas um novo estudo genético indica que essas capacidades vieram acompanhadas de um custo inesperado: os mesmos genes que expandiram nossa mente também aumentaram nossa sensibilidade emocional, elevando o risco de ansiedade, depressão ou TDAH.
Todos pregamos valores que às vezes não praticamos: pedimos justiça, mas agimos por interesse; defendemos a honestidade, mas fazemos pequenas trapaças. A ciência mostra que a hipocrisia não surge de maldade — e sim da necessidade humana de proteger a própria imagem moral e manter a aceitação social.
A velhice nos cães não depende apenas do tempo. Tamanho, raça, genética e estilo de vida influenciam quando essa fase começa e como ela progride. Um novo estudo mostra que reconhecer os primeiros sinais pode aumentar o bem-estar e prolongar os anos felizes ao lado dos nossos companheiros de quatro patas.
O mundo chega à COP30 sob recordes de calor, eventos climáticos extremos e frustrações acumuladas. Entre jatos privados, lobbies fósseis e discursos de sustentabilidade, a conferência poderá ser a última grande chance de impedir que a crise climática ultrapasse limites irreversíveis. A Terra já está cobrando a conta.
Cientistas conseguiram rastrear, célula por célula, como o cérebro humano se constrói desde o embrião até a maturidade. O feito revela um desenvolvimento muito mais longo e complexo do que imaginávamos — e pode explicar a origem de transtornos como autismo e esquizofrenia. Um mapa que redefine a mente humana.
O cofundador da Ethereum sempre foi visto como o exemplo máximo do sucesso no universo cripto. Porém, em um único dia, a volatilidade apagou cerca de 80 milhões de dólares de sua fortuna. O episódio expõe uma verdade incômoda: nem mesmo quem criou o sistema está protegido dele.
Perder um dente sempre foi definitivo — mas isso pode acabar antes de 2035. Pesquisadores do Reino Unido, Japão e Estados Unidos estão disputando quem conseguirá fazer nascer novos dentes humanos, seja em laboratório ou diretamente na boca do paciente. Se der certo, próteses e implantes podem se tornar coisa do passado.
A ciência acreditou, durante muito tempo, que nosso cérebro nascia praticamente pronto. Mas um novo atlas celular revela outra história: neurônios continuam surgindo, mudando e se especializando durante muitos anos. Essa plasticidade prolongada pode explicar nossa inteligência extraordinária — e também por que somos tão vulneráveis a transtornos como o autismo e a esquizofrenia.
A China deixou de ser coadjuvante na corrida espacial. Com sua própria estação em órbita e missões lunares cada vez mais ousadas, o país transformou o espaço em palco de tecnologia, diplomacia e estratégia internacional. Por trás dos foguetes e robôs, está surgindo um poder global que vai além da pesquisa científica.
Por que enxergamos cores que não existem? Aquela mancha verde após olhar uma luz vermelha ou o brilho fantasma que aparece diante dos olhos sempre intrigou cientistas. Agora, uma pesquisa britânica revela que a origem do fenômeno não está no cérebro — mas em um mecanismo escondido dentro da própria retina.
Trabalhar sem parar parece produtivo, mas a ciência mostra o contrário. Pesquisas revelam que pequenos intervalos de um a dez minutos podem melhorar a concentração, reduzir o estresse e manter a energia ao longo do dia. São os chamados microdescansos — pausas estratégicas que funcionam sem esforço, sem aplicativos e sem técnicas complexas.
Pela primeira vez, cientistas conseguiram traçar o desenvolvimento completo do cérebro humano — do útero à vida adulta. O que esses mapas mostram redefine como entendemos pensamento, memória, consciência e identidade. A tecnologia expõe a arquitetura invisível da mente e abre uma fronteira inédita para a neurociência.
O Tinder está testando uma ferramenta de IA que pode acessar a galeria do celular para sugerir pares mais compatíveis. A empresa garante que o recurso é opcional e promete reduzir a “fadiga de deslizar”. Mas a novidade levanta uma questão inevitável: até onde vai a privacidade dentro dos aplicativos de namoro?
O jejum intermitente virou tendência mundial, mas ainda há dúvidas: ficar horas sem comer atrapalha a concentração, a memória ou o raciocínio? Uma nova análise científica, baseada em mais de 70 estudos, traz uma resposta tranquilizadora — mas também revela exceções importantes e situações em que o cérebro pode, sim, sofrer impactos.
Um estudo de Harvard acompanhou quase 300 pessoas durante 14 anos e encontrou uma relação surpreendente entre um gesto simples do cotidiano e a velocidade do declínio cognitivo. A descoberta sugere que esse hábito pode retardar o avanço do Alzheimer por anos — e está ao alcance da grande maioria das pessoas.
Pode parecer apenas uma piada, mas não é. Um estudo europeu descobriu que certas barbas humanas podem abrigar mais bactérias do que o pelo dos cães — e até microrganismos capazes de causar doenças. O achado desconstrói um mito comum e levanta um alerta sobre higiene e saúde.
A ciência acreditava entender como o corpo envelhece — até agora. Um estudo com mais de 16 milhões de células imunológicas descobriu um detalhe oculto que pode mudar para sempre a forma como criamos vacinas e tratamentos. O que parecia deterioração pode ser, na verdade, uma nova estratégia das nossas defesas.
Uber já domina transportes e entregas, mas agora quer se transformar em uma gigante da inteligência artificial. A empresa lançou novos projetos que prometem mudar a forma de trabalhar dentro e fora da plataforma. Porém, um obstáculo inesperado colocou o plano em risco — e pode arruinar uma enorme parte da estratégia.
Já sentiu que você vira “outra pessoa” quando fala outro idioma? Mais simpático, mais direto, mais tímido ou mais ousado? A neurociência confirma: isso não é imaginação. Um novo estudo mostra que o cérebro de quem fala mais de uma língua muda o jeito de pensar, sentir e agir dependendo da língua usada.