O aumento das tensões globais reacendeu temores sobre um conflito em escala mundial. A partir de critérios como estabilidade política, segurança energética e posição geográfica, uma análise hipotética aponta três países da América Latina que poderiam atravessar uma eventual Terceira Guerra Mundial com maior resiliência.
O ano de 2025 marcou um ponto de inflexão na ciência do clima. Estudos recentes revelaram mudanças profundas no comportamento dos glaciares, desde uma desaceleração temporária no Ártico até riscos crescentes na Antártida. Os dados mostram impactos diretos sobre oceanos, biodiversidade, nível do mar e segurança hídrica.
Um relatório interno expôs falhas graves na forma como a NASA lidou com os problemas do Starliner, da Boeing. Ao não declarar oficialmente um incidente de segurança, a agência criou confusão interna, atrasou investigações e levantou dúvidas sobre sua capacidade de gerir riscos em missões críticas.
Um erro de inteligência artificial teria custado caro à reputação de um músico canadense consagrado. Após uma confusão de identidade em um resumo automático do Google, um show foi cancelado e levantou um alerta sobre os riscos de sistemas de busca que “contam histórias” — mesmo quando estão erradas.
A OpenAI entrou oficialmente na temporada de retrospectivas de fim de ano. Com “Seu ano com o ChatGPT”, usuários podem rever como interagiram com a IA ao longo de 2025, com gráficos, distinções simbólicas e até um poema personalizado — tudo pensado para ser leve e opcional.
A teoria da mente, uma das capacidades mais sofisticadas do ser humano, passou a ser testada em inteligências artificiais com resultados surpreendentes. Em 2025, modelos avançados já inferem crenças e intenções alheias. Mas até onde isso é entendimento genuíno — e onde começa apenas a simulação estatística?
Chatbots empáticos, sempre disponíveis e aparentemente compreensivos estão ocupando um espaço emocional que antes era transitório na infância. Um novo relatório alerta: crianças e adolescentes já tratam IAs como confidentes “humanos”, com impactos profundos — e pouco visíveis — no desenvolvimento emocional e social.
Depois de investir pesado para colocar um jovem prodígio no comando de sua estratégia de inteligência artificial, Mark Zuckerberg enfrenta um problema inesperado: a relação com seu principal contratado já se tornou tensa. Microgestão, choque de estilos e pressão por resultados colocam em dúvida o plano da Meta.
O ano de 2025 está prestes a entrar para a história da ciência espacial. Segundo pesquisadores russos, a Terra já acumula um número excepcional de dias com tempestades magnéticas e deve superar, antes do fim do ano, o maior recorde já registrado. A causa está na atividade intensa do Sol.
Relatórios de inteligência apontam que a Rússia pode estar trabalhando em uma arma capaz de destruir constelações inteiras de satélites, como a Starlink, usando nuvens de estilhaços metálicos. A estratégia seria eficaz militarmente, mas poderia provocar uma crise sem precedentes na órbita baixa da Terra.
A inteligência artificial é frequentemente apontada como a grande vilã do mercado de trabalho em 2025. Mas os números contam outra história. Embora mais de um milhão de empregos tenham sido cortados neste ano, apenas uma fração mínima dessas demissões pode ser diretamente ligada ao uso de IA.
Durante anos, a redução da poluição atmosférica foi apontada como uma das principais causas do aquecimento recente do planeta. Mas um novo estudo sugere que essa explicação é incompleta. Ao analisar duas décadas de dados, cientistas indicam que mudanças nas nuvens e na dinâmica atmosférica podem ter um papel muito maior do que se imaginava.
Às vésperas do desfecho, Stranger Things segue quebrando recordes e reacendendo tendências culturais. A Netflix divulgou novos dados de audiência e elencou efeitos colaterais do fenômeno: músicas que voltaram às paradas, o boom de Dungeons & Dragons, colaborações de marcas e um ecossistema de produtos que não para de crescer.
Adolescentes sabem que certas atitudes trazem consequências, mas ainda assim arriscam. A ciência aponta que isso não é contradição: o cérebro jovem prioriza emoções, recompensas imediatas e aprovação social. Entender esse mecanismo ajuda famílias e educadores a orientar melhor — e a reduzir conflitos.
Foguetes são caros, perigosos e complexos — e talvez não sejam a única forma de sair da Terra. Cientistas japoneses estão desenvolvendo um elevador espacial capaz de alcançar a órbita baixa e transportar pessoas com mais segurança, reacendendo um velho sonho da ciência com novas bases tecnológicas.
Desafiar a previsibilidade do dia a dia pode ser mais saudável do que parece. Estudos em neurociência indicam que a exposição controlada à incerteza fortalece a flexibilidade mental, ajuda a quebrar padrões rígidos associados à depressão e ainda impulsiona a criatividade e a capacidade de adaptação.
A cena do presépio costuma sugerir silêncio e serenidade. Mas, segundo historiadores, o nascimento de Jesus ocorreu em um mundo marcado por ocupação romana, violência política e medo constante. Longe de uma vila pacata, a Judeia do século 1 vivia sob repressão, revoltas e massacres.
A Nvidia informou clientes chineses que pretende iniciar, nos próximos meses, o envio do chip de inteligência artificial H200 para a China. A decisão ocorre após uma flexibilização das regras de exportação dos EUA e pode render bilhões à empresa, mas também reacende preocupações geopolíticas.
O avanço do aço chinês na América Latina está redesenhando o mapa industrial da região. Com preços baixos, subsídios estatais e excesso de produção global, as importações ganham espaço e colocam em xeque empregos, investimentos e a sobrevivência de siderúrgicas locais.
O WhatsApp começou a liberar as figurinhas de perguntas nos Status, um recurso que permite criar enquetes abertas e receber respostas diretas dos contatos. A novidade amplia o uso dos Status, aproxima o app de outras redes sociais e reforça a estratégia da Meta de estimular conversas dentro da plataforma.