Uma estrela com apenas 0,005% de metais em relação ao Sol foi identificada como a mais primitiva já observada. O objeto, vindo possivelmente de outra galáxia, preserva sinais químicos do nascimento do cosmos e está levando cientistas a repensar como surgiram as primeiras estrelas pequenas.
A Tesla relança o Optimus com melhorias técnicas relevantes e planos concretos de produção em larga escala. O robô humanoide, que já foi testado em ambientes reais, agora mira tarefas mais complexas e interação direta com pessoas — sinalizando uma nova fase na estratégia da empresa.
Diferente das revoluções anteriores, a inteligência artificial não elimina empregos de uma vez — ela transforma tarefas silenciosamente. O resultado é um mercado em transição acelerada, onde funções ainda existem, mas já não são as mesmas. E isso cria um desafio muito mais difícil de enxergar e resolver.
A missão Artemis II registrou uma visão rara do nosso planeta: a Terra no lado noturno, iluminada por auroras, brilho atmosférico e até poeira cósmica. A imagem, capturada a bordo da nave Orion, revela fenômenos pouco visíveis mesmo para quem acompanha fotos espaciais há anos.
Com ferramentas como ChatGPT e Gemini cada vez mais presentes na rotina dos alunos, escolas e universidades enfrentam um novo desafio: como avaliar aprendizado real em um cenário onde a inteligência artificial também faz o dever de casa. A resposta tem sido rápida — e cheia de adaptações.
Pesquisas recentes lideradas pela geneticista Anne Brunet indicam que envelhecer é um processo muito mais complexo do que se imaginava. Entre inflamação crônica, genética e estilo de vida, a ciência começa a mapear caminhos reais para viver mais — e melhor —, embora ainda existam grandes desafios pela frente.
A gigante de tecnologia viu suas ações despencarem 23% no início de 2026, em um movimento que acendeu alertas entre investidores. Enquanto a empresa tenta equilibrar crescimento em inteligência artificial e expansão na nuvem, sinais de desaceleração e concorrência acirrada colocam pressão sobre sua estratégia.
Em menos de um ano de operação, o Observatório Vera C. Rubin já está transformando a forma como enxergamos o céu. A última leva de dados revelou mais de 11 mil novos asteroides — um número impressionante que pode ser apenas uma pequena amostra do que ainda está por vir.
Um dos lançamentos mais misteriosos do ano começa a ganhar forma. Dia D (Disclosure Day) chega cercado de perguntas, teorias e poucos detalhes confirmados. Agora, finalmente, sabemos quem são os personagens centrais — mas isso só torna tudo ainda mais intrigante.
O novo plano estratégico do governo chinês estabelece prioridades ambiciosas para os próximos cinco anos. A aposta combina avanço tecnológico, expansão econômica e fortalecimento da segurança nacional, em um cenário global cada vez mais competitivo e instável.
Um novo método científico conseguiu resumir a complexidade da biosfera em um único indicador dinâmico — e o resultado surpreendeu até os próprios pesquisadores. A vegetação do planeta não apenas está se deslocando para o norte, como também avança para o leste, formando um movimento contínuo que pode redefinir como entendemos o impacto do clima na Terra.
Um fenômeno que vai de erupções vulcânicas a uma simples xícara de café acaba de ganhar uma explicação científica mais precisa. Um estudo publicado na revista Nature mostra que a eletricidade gerada por partículas como areia e cinza não é aleatória — ela depende de detalhes microscópicos que passam despercebidos.
Um novo critério baseado em energia e desaceleração pode separar objetos naturais de possíveis artefatos tecnológicos vindos de fora do Sistema Solar. A ideia é simples, mas poderosa: se algo vindo do espaço interestelar desacelerar o suficiente para ficar preso ao Sol, pode não ser apenas uma rocha ou cometa comum.
Um dos principais nomes da ciência do envelhecimento defende que não basta escolher bem o que está no prato. Para David Sinclair, a chave para desacelerar o envelhecimento pode estar justamente em reduzir a frequência das refeições — e dar ao corpo tempo para funcionar sem interrupções constantes.
A busca por vida fora da Terra sempre seguiu uma regra básica: procurar planetas na chamada “zona habitável”, onde a distância da estrela permite a existência de água líquida. Mas um novo estudo propõe um cenário inesperado — mundos sem estrela, vagando no espaço, que ainda assim poderiam abrigar vida em suas luas.
Um novo estudo com rochas extremamente antigas está forçando cientistas a revisitar uma das maiores perguntas da geologia: quando a Terra começou a desenvolver o movimento interno que a torna habitável. As evidências apontam para um planeta muito mais ativo do que se imaginava — e muito antes do previsto.
A nova estratégia do governo Lula coloca os bancos no centro da política ambiental brasileira: instituições financeiras terão de verificar se propriedades rurais que pedem crédito subsidiado desmataram ilegalmente nos últimos anos. A medida mira a Amazônia, reforça a pressão sobre o agronegócio e amplia o arsenal do país para cumprir a promessa de zerar a devastação até o fim da década.
Análises genéticas recentes encontraram uma mistura surpreendente de DNA humano, animal e vegetal no Sudário de Turim. O resultado não confirma sua autenticidade — e indica que séculos de contato humano podem ter apagado qualquer pista sobre sua origem real.
Rotina consistente, luz natural e menos estímulos à noite: especialistas em sono revelam que dormir bem não depende de um truque único, mas de hábitos ao longo de todo o dia. Algumas recomendações são conhecidas, mas outras podem surpreender — e fazer diferença já na próxima noite.
Enquanto o mundo corporativo adotava apresentações em slides como padrão, Steve Jobs seguiu o caminho oposto dentro da Apple. Ao priorizar conversas diretas em vez de telas cheias de bullet points, ele moldou uma cultura que valorizava pensamento crítico, clareza e troca real de ideias.