Enquanto no Brasil o segundo semestre começa arrastado, com trânsito, volta às aulas e um agosto que parece não acabar nunca, na Islândia essa época é sinônimo de expectativa. Entre agosto e setembro, moradores saem às ruas à noite para participar de uma tradição curiosa — e essencial: resgatar filhotes de papagaios-do-mar perdidos e arremessá-los de um penhasco em direção ao oceano.
Acordar no meio da madrugada e ficar encarando o teto pode parecer um problema moderno, mas talvez seja exatamente o contrário. Pesquisas históricas e científicas indicam que o sono contínuo de oito horas é uma invenção recente — e entender isso pode mudar a forma como lidamos com a insônia hoje.
Quem cresceu assistindo a Os Jetsons provavelmente lembra bem da Rosie, a robô-faxineira sarcástica que cuidava da casa enquanto a família vivia no “futuro”. Durante décadas, ela foi só um símbolo otimista (e meio exagerado) da automação doméstica. Mas essa fronteira entre ficção e realidade está ficando cada vez mais fina.
Transformar água do mar em água potável deixou de ser coisa exclusiva de países ricos e desérticos. Com secas mais frequentes, rios no limite e aquíferos pressionados, a dessalinização virou peça-chave da segurança hídrica global. O resultado é impressionante: 80% dos países do mundo já usam água dessalinizada, e o Brasil entrou de vez nessa conta.
Dormir não é só desligar o corpo. Enquanto você descansa, o cérebro entra em modo de organização pesada: decide o que fica, o que vai embora e como transformar experiências recentes em memórias duradouras. Novas pesquisas mostram que esse processo é mais preciso — e mais poderoso — do que se imaginava, especialmente durante o sono REM, fase ligada aos sonhos.
Natal e Ano Novo têm algo em comum além da família reunida: mesas cheias, pratos repetidos e aquela sensação clássica de exagero. Mas o que acontece com o cérebro quando a gente come além da conta? A ciência vem tentando responder se uma ceia farta afeta só o estômago — ou se também bagunça memória, atenção e até o humor.
Depois de mais de três semanas de apuração travada, acusações de fraude e pressão internacional, Honduras finalmente conheceu o nome de seu próximo presidente. O resultado, longe de pacificar o país, aprofundou divisões políticas e colocou o pleito no centro do debate regional sobre democracia, influência externa e instabilidade institucional.
Em meio a bombardeios, atrasos e incertezas, um trem noturno virou símbolo de resistência emocional na Ucrânia. Apelidado de “trem do amor”, ele leva mulheres até cidades próximas à linha de frente para reencontrar maridos e namorados que lutam contra a Rússia. A jornada é longa, perigosa — e, para muitas, a única forma de manter o vínculo vivo.
Pode rir, pode achar superstição — mas todo fim de ano ela volta com força total. A escolha da cor da calcinha no ano-novo é uma das tradições mais populares do Brasil e, para muita gente, funciona como um verdadeiro ritual de intenções. Afinal, se dá para começar o ano pedindo amor, dinheiro ou paz… por que não?
O 13º salário voltou a movimentar bilhões — mas não exatamente do jeito que muita gente gostaria. Mesmo com mais dinheiro circulando na economia, a maior parte dos trabalhadores brasileiros está usando o benefício para apertar o cinto, não para gastar sem culpa. Entenda como o 13º salário está sendo usado, o que isso revela sobre o endividamento no país e por que o comércio sente menos esse impulso.
A despedida de Stranger Things está oficialmente em contagem regressiva. Depois de um primeiro bloco que deixou fãs em estado de alerta, a temporada final entra agora em sua reta decisiva — e com horário diferente do padrão da Netflix. Se você já está planejando a maratona, vale conferir os detalhes antes de dar o play.
O ano de 2025 não deu trégua. Entre despedidas históricas, eleições que mudaram o jogo e tragédias que escancararam fragilidades globais, o planeta viveu meses intensos, cheios de tensão, incerteza e disputas de poder. Entenda os acontecimentos que marcaram o período e ajudaram a redesenhar o cenário internacional.
A polarização política segue como uma marca forte do Brasil — e os números mais recentes mostram que ela continua resistente ao tempo. Um novo levantamento do Datafolha revela que 74% dos brasileiros se identificam como petistas ou bolsonaristas, um retrato claro de um país ainda dividido por linhas ideológicas, regionais e sociais.
Ficar bilionário antes dos 30 anos sempre foi raro. Fazer isso sem herança parecia quase impossível. Em 2025, esse cenário mudou de vez. Segundo a Forbes, o número de jovens ultrarricos que construíram a própria fortuna bateu recorde — e a velocidade com que esse dinheiro surgiu chama ainda mais atenção.
Essa dúvida aparece toda vez que alguém vai assar um frango, embrulhar um peixe ou guardar sobras na geladeira. O lado certo do papel-alumínio faz diferença, sim — e usar errado pode atrapalhar tanto o cozimento quanto a conservação do alimento. Entenda de vez quando usar o lado brilhante e quando o fosco.
Todo fim de ano a pergunta volta a circular: afinal, em que dia Jesus nasceu? Apesar do Natal ser celebrado em 25 de dezembro no mundo inteiro, historiadores são categóricos: não existe uma data exata para o nascimento de Jesus — e os próprios evangelhos entram em contradição quando tentam situar esse momento.
O governo federal oficializou o novo valor do salário mínimo para 2026. O reajuste, publicado no Diário Oficial, eleva o piso nacional para R$ 1.621 e já começa a valer em janeiro, com pagamento efetivo no início de fevereiro. O aumento reacende debates sobre poder de compra, impacto fiscal e o papel do salário mínimo na economia brasileira.
Enquanto ruas modernas se enchem de buracos poucos anos após a obra, estradas romanas atravessam séculos praticamente intactas. Construídas sem máquinas, asfalto ou concreto armado moderno, elas conectaram continentes, sustentaram um império e ainda servem de base para rodovias atuais. Entenda como uma engenharia antiga venceu o tempo — e o que ela ensina hoje.
Enquanto boa parte do Brasil associa o dia 24 de dezembro a mesa farta, troca de presentes e reencontros familiares, há quem trate a data como apenas mais um dia no calendário. Para essas pessoas, não existe ceia, árvore ou Papai Noel. E os motivos para isso vão muito além da fé.
A história aconteceu na França, mas levanta um debate que faz muito sentido no Brasil. Em 2015, um pai conseguiu algo raro: 350 dias de férias remuneradas doadas por colegas de trabalho. O objetivo não era viajar ou descansar — era acompanhar de perto o tratamento contra o câncer da filha pequena sem perder a renda da família.