A noite que prometia marcar um passo histórico para o setor espacial brasileiro terminou em tensão. Um foguete lançado da Base de Alcântara perdeu contato poucos segundos após a decolagem e, segundo autoridades, acabou colidindo com o solo.
Depois de uma sequência de adiamentos, o Brasil pode ter nesta noite a última oportunidade de 2025 para realizar um lançamento espacial histórico. O foguete Hanbit-Nano, da empresa sul-coreana Innospace, teve seu voo novamente adiado e agora está previsto para acontecer a partir das 22h (horário de Brasília), no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão.
Dar o primeiro celular para uma criança virou um dos dilemas mais comuns da vida moderna. De um lado, a pressão social e o medo de exclusão. Do outro, os riscos do uso precoce, do excesso de telas e da exposição online. Afinal, existe uma idade certa? Segundo especialistas, a resposta é menos simples — e passa bem longe de um número mágico.
Você sabe que precisa fazer. Sabe que adiar só vai piorar. Mesmo assim, abre outra aba, pega o celular, faz qualquer coisa — menos a tarefa. A procrastinação é um dos comportamentos mais comuns (e frustrantes) da vida moderna. E a ciência já deixou claro: isso não tem nada a ver com preguiça ou falta de caráter.
A cada quase três horas, algo estranho acontece no céu. Um pulso de rádio vindo da borda da Via Láctea atinge a Terra por até um minuto — de forma precisa, repetitiva e intrigante. O mais curioso: esse sinal ficou “escondido” por anos em dados de arquivo e só foi descoberto graças à combinação de pesquisadores experientes e a genialidade de um estudante universitário. Agora, ele pode ajudar a resolver um mistério antigo da astronomia.
Alguns comportamentos do dia a dia revelam mais do que aparentam. Certas reações repetidas, muitas vezes normalizadas, podem indicar dificuldades emocionais que afetam vínculos pessoais e profissionais. Reconhecer esses padrões ajuda a compreender conflitos recorrentes e a proteger o próprio bem-estar sem entrar em confrontos desgastantes.
Uma análise detalhada da evolução das fraturas no glaciar Thwaites ao longo de 20 anos revela um enfraquecimento estrutural acelerado. O estudo aponta para um ciclo de retroalimentação perigoso, capaz de desencadear um colapso que teria impactos diretos no nível global do mar.
Nem todas as palavras impactam do mesmo jeito. Algumas passam despercebidas; outras parecem ecoar na cabeça. Pesquisas recentes mostram que esse efeito não depende apenas do significado, mas da forma como os sons surpreendem o cérebro — um achado que muda nossa forma de entender a linguagem.
Nem todos vivem o fim de ano com alegria plena. Para muitas pessoas, este período traz emoções contraditórias que vão além do cansaço comum. A ciência começa a explicar por que essas datas podem intensificar tristeza, ansiedade e um vazio silencioso que costuma ser pouco falado.
Dormir bem vai muito além de contar horas. Pesquisas em ciência do sono mostram que um detalhe do dia a dia, muitas vezes ignorado, influencia o metabolismo, o humor, a memória e até o risco de doenças. Respeitar esse ritmo pode mudar profundamente a forma como o corpo funciona.
Pesquisadores identificaram um mecanismo cerebral pouco conhecido que ajuda a explicar por que algumas pessoas sentem mais fome do que outras — mesmo seguindo dietas semelhantes. O achado revela como a biologia pode influenciar o peso corporal e aponta caminhos para tratamentos mais eficazes e personalizados.
De polímeros que se desintegram no mar a bioplásticos feitos com bactérias e celulose de bambu, a ciência começa a oferecer alternativas reais para reduzir a poluição plástica. Pesquisas recentes mostram que o desafio já não é apenas tecnológico — mas político, econômico e industrial.
Com a mesma quantidade de bebida, mulheres costumam sentir os efeitos do álcool mais rápido e de forma mais intensa do que homens. Pesquisas mostram que isso não é apenas uma questão de peso ou “tolerância”, mas envolve diferenças no metabolismo, na composição corporal, nos hormônios e no funcionamento do cérebro — fatores que também aumentam o risco de dependência.
Pesquisas educacionais de grande escala identificaram um padrão curioso que passa despercebido por muitos pais e educadores. Um detalhe comum, presente na certidão de nascimento, pode influenciar desafios iniciais, estratégias de adaptação e até o desempenho cognitivo nos primeiros anos escolares.
Voos curtos, reutilizáveis e cada vez mais acessíveis estão mudando quem pode ir ao espaço. Em 2025, duas missões tripuladas mostraram que o turismo espacial deixou de ser exceção e passou a marcar uma nova fase, com feitos técnicos, humanos e simbólicos que redefinem o acesso civil além da atmosfera.
Uma mudança sutil na química de uma bateria promete torná-la mais durável, eficiente e acessível. Desenvolvida na China, essa tecnologia não chama atenção pelo tamanho ou pela aparência, mas pode ter impacto decisivo na transição energética e na estabilidade das redes elétricas do futuro.
Estar sempre ocupado virou sinônimo de sucesso, mas o cérebro paga um preço alto por essa exigência constante. Estudos recentes mostram que a falta de pausas afeta a memória, atenção e emoções. O que parece produtividade pode, na verdade, estar sabotando o funcionamento mental a longo prazo.
O modo como homens e mulheres ocupam o tempo livre está passando por uma transformação silenciosa. Dados recentes revelam padrões opostos de consumo cultural, ligados à educação, à socialização e às novas formas de entretenimento. O que parece apenas uma questão de gosto esconde mudanças sociais muito mais profundas.
Ele não grita, não discute e quase nunca é percebido de imediato. Ainda assim, corrói vínculos, cria distância emocional e transforma relações promissoras em conexões frágeis. Entender por que confiar provoca ansiedade em algumas pessoas é essencial para romper um padrão que isola e desgasta por dentro.
Um gesto cotidiano, quase automático, pode estar moldando a maneira como o cérebro aprende, compreende e memoriza informações. Pesquisas recentes mostram que a forma de escrever influencia diretamente a atividade neural e o desempenho acadêmico, revelando diferenças surpreendentes entre dois hábitos comuns no estudo.