Uma descoberta recente revela que o cérebro possui um mecanismo pouco conhecido que reage a inflamações no corpo, abrindo novas pistas sobre sintomas neurológicos e possíveis caminhos terapêuticos no futuro.
Uma técnica que combina laser e metal aquecido promete transformar a forma como componentes ultrarresistentes são produzidos, abrindo possibilidades que antes pareciam inviáveis para setores exigentes.
Novas pesquisas e tecnologias revelam números e evidências que desafiam antigas ideias sobre uma das civilizações mais fascinantes das Américas — e obrigam a rever o que chamamos de “colapso”.
Uma obra colossal avança silenciosamente no interior do Nordeste, redesenhando rotas naturais e criando um novo caminho para a água em regiões historicamente marcadas pela escassez.
Dados de uma missão histórica revelam que uma lua aparentemente discreta pode estar desencadeando fenômenos magnéticos gigantes em Saturno. O impacto é muito maior do que se imaginava.
Um objeto raro cruza o céu nas próximas noites e depois desaparecerá para sempre do Sistema Solar. Com brilho esverdeado e trajetória incomum, ele oferece uma oportunidade única para observadores atentos.
Um estudo de longo prazo sugere que pequenos hábitos do dia a dia escondem efeitos profundos na vida a dois. A forma como tarefas domésticas são divididas pode estar dizendo mais sobre o relacionamento do que parece.
Mesmo após o Congresso dos EUA rejeitar cortes bilionários no orçamento da NASA, a Casa Branca determinou a suspensão temporária de compromissos financeiros em mais de 15 missões científicas. Observatórios espaciais e projetos de exploração planetária podem enfrentar novos atrasos.
A busca por uma rotina perfeita, sem excessos e com máximo autocontrole, virou marca registrada da Geração Z. Mas especialistas alertam: quando o bem-estar vira obrigação e substitui o lazer e a convivência social, o resultado pode ser ansiedade, culpa e frustração.
Amostras do asteroide Bennu revelaram glicina formada em condições extremamente frias e irradiadas, contrariando o modelo tradicional de síntese em ambientes aquosos. O achado sugere que os blocos fundamentais da vida podem surgir por múltiplos caminhos — inclusive nos confins gelados do Sistema Solar.
A 116 anos-luz da Terra, um sistema com quatro planetas organizados de forma inesperada está intrigando cientistas. A configuração desafia o padrão tradicional de formação planetária e pode mudar o que sabemos sobre como nascem mundos ao redor das estrelas mais comuns da galáxia.
O tempo sempre pareceu o pano de fundo inevitável do Universo. Mas uma nova linha de pesquisa sugere algo radical: ele pode não ser um ingrediente básico da realidade. Em vez disso, surgiria do acúmulo irreversível de informações físicas — com implicações que vão da matéria escura aos buracos negros.
Pesquisadores identificaram um circuito cerebral que conecta memória, emoção e alimentação. A descoberta ajuda a explicar por que certos ambientes despertam vontade de comer — mesmo quando o corpo não precisa.
A pouco mais de 100 anos-luz, um conjunto de planetas desafia o modelo clássico de formação planetária e levanta uma dúvida inquietante: será que entendemos mesmo como surgem os sistemas ao redor das estrelas mais comuns?
Um caso importado colocou autoridades em alerta, mobilizou equipes de saúde e reacendeu discussões sobre vacinação. O episódio revela como uma viagem internacional pode mudar o cenário sanitário de um país inteiro.
Astrônomos identificaram um sistema planetário próximo que foge completamente do padrão conhecido. A disposição dos mundos é tão incomum que desafia modelos clássicos sobre como planetas nascem e evoluem.
Uma técnica inédita no país começa a ganhar forma e pode transformar lesões articulares graves em algo reversível. O método usa o próprio corpo como matéria-prima e abre novas possibilidades para dor, esporte e longevidade.
Cientistas identificaram um tipo de célula até então desconhecido que atua como um filtro inteligente no cérebro. A descoberta ajuda a explicar como o sistema nervoso se protege — e por que essa defesa falha.
Uma proposta científica resgata uma ideia antiga e ambiciosa: usar o próprio Sol como lente natural. Se funcionar, o método pode permitir imagens inéditas de mundos distantes nas próximas décadas.
Menos encontros, menos intimidade e mais solidão. Um fenômeno global avança longe dos holofotes e mistura economia, tecnologia e biologia de um jeito que quase ninguém quer encarar.