Um relatório interno expôs falhas graves na forma como a NASA lidou com os problemas do Starliner, da Boeing. Ao não declarar oficialmente um incidente de segurança, a agência criou confusão interna, atrasou investigações e levantou dúvidas sobre sua capacidade de gerir riscos em missões críticas.
Dormir não é só desligar o corpo. Enquanto você descansa, o cérebro entra em modo de organização pesada: decide o que fica, o que vai embora e como transformar experiências recentes em memórias duradouras. Novas pesquisas mostram que esse processo é mais preciso — e mais poderoso — do que se imaginava, especialmente durante o sono REM, fase ligada aos sonhos.
Natal e Ano Novo têm algo em comum além da família reunida: mesas cheias, pratos repetidos e aquela sensação clássica de exagero. Mas o que acontece com o cérebro quando a gente come além da conta? A ciência vem tentando responder se uma ceia farta afeta só o estômago — ou se também bagunça memória, atenção e até o humor.
A sensação de que os anos “voam” com a idade não é apenas psicológica. Pesquisas mostram que o cérebro adulto passa a registrar o tempo de outra forma, influenciado pela rotina, pela memória e pela falta de novidades. Entender esse processo ajuda a encontrar maneiras simples de fazer os dias parecerem mais longos.
Por trás das cores, das luzes e do apelo infantil, alguns brinquedos escondem ameaças que não aparecem na embalagem. Substâncias químicas tóxicas continuam presentes em produtos vendidos legalmente e, muitas vezes, passam despercebidas. Saber reconhecer os sinais de alerta é hoje uma etapa essencial para garantir a segurança das crianças.
Um gesto automático, quase invisível, ativa mecanismos profundos de conexão social. Pesquisas recentes mostram que uma simples expressão compartilhada pode alterar julgamentos, influenciar decisões e fortalecer vínculos de confiança em poucos segundos — tudo isso sem que a maioria das pessoas perceba conscientemente.
Novas projeções climáticas indicam que 2026 tem grandes chances de figurar entre os quatro anos mais quentes já registrados. O dado chama atenção porque não depende de eventos extremos: o aquecimento global segue avançando de forma constante, tornando temperaturas elevadas cada vez mais frequentes.
Dormir bem não depende apenas de hábitos ou disciplina. Um novo achado científico revela que um pequeno grupo de neurônios atua como um “centro de comando” do relógio biológico. Ele pode explicar por que algumas pessoas lidam melhor com jet lag, turnos noturnos e mudanças de rotina.
A força mental não nasce de frases motivacionais nem de tentar controlar tudo. Segundo uma psicoterapeuta norte-americana, existe um hábito silencioso, quase invisível, que diferencia pessoas emocionalmente fortes. Ele muda a forma de lidar com o estresse, as decisões difíceis e a incerteza do dia a dia.
O ano de 2025 está prestes a entrar para a história da ciência espacial. Segundo pesquisadores russos, a Terra já acumula um número excepcional de dias com tempestades magnéticas e deve superar, antes do fim do ano, o maior recorde já registrado. A causa está na atividade intensa do Sol.
Durante anos, a redução da poluição atmosférica foi apontada como uma das principais causas do aquecimento recente do planeta. Mas um novo estudo sugere que essa explicação é incompleta. Ao analisar duas décadas de dados, cientistas indicam que mudanças nas nuvens e na dinâmica atmosférica podem ter um papel muito maior do que se imaginava.
Essa dúvida aparece toda vez que alguém vai assar um frango, embrulhar um peixe ou guardar sobras na geladeira. O lado certo do papel-alumínio faz diferença, sim — e usar errado pode atrapalhar tanto o cozimento quanto a conservação do alimento. Entenda de vez quando usar o lado brilhante e quando o fosco.
Todo fim de ano a pergunta volta a circular: afinal, em que dia Jesus nasceu? Apesar do Natal ser celebrado em 25 de dezembro no mundo inteiro, historiadores são categóricos: não existe uma data exata para o nascimento de Jesus — e os próprios evangelhos entram em contradição quando tentam situar esse momento.
Enquanto ruas modernas se enchem de buracos poucos anos após a obra, estradas romanas atravessam séculos praticamente intactas. Construídas sem máquinas, asfalto ou concreto armado moderno, elas conectaram continentes, sustentaram um império e ainda servem de base para rodovias atuais. Entenda como uma engenharia antiga venceu o tempo — e o que ela ensina hoje.
Uma descoberta feita no México está chamando atenção da comunidade científica — e não é pouca coisa. Pesquisadores desenvolveram uma proteína sintética 40 vezes menor que os anticorpos usados hoje no tratamento do câncer. Criada com ajuda de inteligência artificial, a novidade promete acelerar terapias, reduzir custos e abrir caminhos totalmente novos no combate à doença.
Adolescentes sabem que certas atitudes trazem consequências, mas ainda assim arriscam. A ciência aponta que isso não é contradição: o cérebro jovem prioriza emoções, recompensas imediatas e aprovação social. Entender esse mecanismo ajuda famílias e educadores a orientar melhor — e a reduzir conflitos.
Desafiar a previsibilidade do dia a dia pode ser mais saudável do que parece. Estudos em neurociência indicam que a exposição controlada à incerteza fortalece a flexibilidade mental, ajuda a quebrar padrões rígidos associados à depressão e ainda impulsiona a criatividade e a capacidade de adaptação.
Um estudo recente nos Estados Unidos acendeu um alerta importante: o consumo frequente de álcool está associado a derrames cerebrais mais precoces e mais graves. Os dados mostram que o impacto vai muito além do fígado e do comportamento social, atingindo diretamente estruturas profundas do cérebro.
Por muito tempo, ele foi tratado como um coadjuvante irrelevante na crise climática. Não prende calor, não aparece nas manchetes e é visto como parte da solução energética do futuro. Mas novas evidências científicas mostram que esse gás invisível está interferindo no clima de forma indireta, silenciosa e mais poderosa do que se imaginava.
Imagens de uma praia onde o oceano parece tingido de vermelho correram o mundo e despertaram teorias alarmistas. À primeira vista, o cenário lembra algo apocalíptico. Mas a ciência mostra que o fenômeno é natural, antigo e resultado direto da geologia e do clima de uma região muito específica.