Um estudo recente nos Estados Unidos acendeu um alerta importante: o consumo frequente de álcool está associado a derrames cerebrais mais precoces e mais graves. Os dados mostram que o impacto vai muito além do fígado e do comportamento social, atingindo diretamente estruturas profundas do cérebro.
Por muito tempo, ele foi tratado como um coadjuvante irrelevante na crise climática. Não prende calor, não aparece nas manchetes e é visto como parte da solução energética do futuro. Mas novas evidências científicas mostram que esse gás invisível está interferindo no clima de forma indireta, silenciosa e mais poderosa do que se imaginava.
Imagens de uma praia onde o oceano parece tingido de vermelho correram o mundo e despertaram teorias alarmistas. À primeira vista, o cenário lembra algo apocalíptico. Mas a ciência mostra que o fenômeno é natural, antigo e resultado direto da geologia e do clima de uma região muito específica.
Cuidar do coração vai muito além de controlar colesterol e pressão. Um estudo de grande escala mostra que elementos silenciosos do dia a dia — como estresse crônico e insegurança financeira — podem acelerar o envelhecimento cardíaco sem sintomas claros, mudando profundamente a forma como entendemos a prevenção cardiovascular.
A sensação de beleza pode surgir em frações de segundo — e não seria apenas fruto do gosto pessoal. Um novo estudo aponta que o cérebro tende a achar mais agradáveis as imagens que exigem menos esforço mental, revelando uma ligação surpreendente entre estética, biologia e economia de energia.
Astrônomos podem ter observado pela primeira vez uma “superkilonova”: um evento cósmico híbrido que combina supernova e kilonova. Detectada em 2025 por ondas gravitacionais e telescópios terrestres, a explosão desafia modelos clássicos e sugere uma nova forma de nascimento das estrelas de nêutrons.
Mesmo quando os sinais de alerta são claros, algumas decisões continuam sendo repetidas. A ciência mostra que isso nem sempre é falta de lógica ou força de vontade. Um novo estudo revela como o cérebro aprende — e, principalmente, por que às vezes falha em desaprender padrões que já não servem.
A cena é conhecida até por quem nunca leu a Bíblia: um corpo celeste brilhante cruza o céu e guia os Três Reis Magos até o local do nascimento de Jesus. Mas e se a famosa Estrela de Belém não fosse uma estrela? Um novo estudo reacendeu esse mistério milenar — e a resposta pode estar muito mais perto da astronomia do que da tradição.
Uma descoberta recente mudou a forma como cientistas pensam a ocupação da Lua. Em vez de enfrentar diretamente um ambiente extremo, uma estratégia alternativa começa a ganhar força, combinando geologia antiga e tecnologia moderna para tornar possível a vida humana além do nosso planeta.
Mesmo quando o ar parece limpo, um fator invisível pode representar um perigo real para a saúde dos idosos. Novas pesquisas indicam que níveis considerados seguros escondem um risco cumulativo capaz de afetar a longevidade, obrigando a repensar o que realmente significa respirar ar de qualidade.
Uma substância conhecida por seu papel nas emoções acaba de revelar uma função inesperada. Novas pesquisas indicam que ela pode influenciar diretamente o aprendizado e a memória de longo prazo, oferecendo pistas valiosas sobre como o cérebro preserva informações ao longo do tempo.
Pesquisadores japoneses identificaram um circuito cerebral específico que transforma emoções intensas, como medo e ansiedade, em despertares bruscos durante o sono profundo. A descoberta ajuda a explicar por que preocupações nos acordam de repente — e abre novas possibilidades de tratamento para o insônio ligado ao estado emocional.
Controlar a pressão alta vai muito além de reduzir o sal do saleiro. Certos alimentos comuns, muitas vezes vistos como inofensivos, podem prejudicar a circulação e dificultar o equilíbrio da pressão. Entender esses vilões silenciosos é um passo essencial para proteger o coração.
Observações inéditas feitas com o radiotelescópio ALMA mostram que, mesmo cercados por enormes reservas de gás, buracos negros supermassivos costumam se alimentar de forma irregular e ineficiente durante fusões galácticas. O resultado desafia modelos clássicos e ajuda a explicar por que raramente vemos dois núcleos ativos ao mesmo tempo.
O choro é uma resposta natural do corpo para lidar com emoções intensas e restaurar o equilíbrio interno. Mas quando acontece com frequência, pode levantar dúvidas: trata-se apenas de sensibilidade emocional ou de um sinal de alerta para a saúde mental? A psicologia oferece algumas respostas importantes.
Pesquisadores do MIT e de Harvard identificaram como o excesso de gordura na alimentação força células do fígado a “recuar no tempo”, assumindo um estado mais imaturo. Esse mecanismo, que começa como estratégia de sobrevivência, pode abrir caminho para mutações e tumores ao longo dos anos.
Entre um brinde e outro, alguém sempre solta o conselho clássico: “bebe uma água”. Parece simples demais para funcionar, mas a ciência mostra que esse hábito faz, sim, diferença para o corpo — especialmente em festas com álcool, calor e comida pesada. Entenda o que a hidratação realmente faz (e o que não faz) durante os excessos típicos do fim de ano.
Ela divide a família, gera discussões na ceia e some misteriosamente do prato de alguns convidados. A uva-passa é, sem dúvida, a fruta mais polêmica do Natal brasileiro. Mas por trás da fama controversa existe uma cadeia de produção bem mais complexa do que parece — e que explica por que quase toda uva-passa consumida no Brasil vem de outros países.
Você aguenta cenas pesadas em dramas humanos, mas basta um cachorro em perigo para o olho encher d’água? Se isso acontece com você, calma: não é exagero nem fraqueza emocional. A ciência explica por que a morte de um cão no cinema costuma doer mais do que a de personagens humanos — e a resposta passa por empatia, instinto de proteção e até biologia.
Ver um elefante parado, em silêncio, ao lado do corpo de outro não é acaso nem instinto vazio. É luto. Estudos recentes mostram que esses gigantes vivem a perda de forma profunda, com rituais de despedida que desafiam a ideia de que emoções complexas seriam exclusividade humana. Entenda como a ciência vem decifrando a inteligência emocional dos elefantes — e por que isso muda tudo o que sabemos sobre empatia animal.