Durante meses, um dado chocante circulou como verdade absoluta sobre o impacto ambiental da inteligência artificial. Ele alimentou manchetes, protestos e debates acalorados. Agora, uma revisão técnica revela que tudo pode ter começado com um erro básico de conversão — e o choque é ainda maior.
Quase metade dos jovens vive sob uma pressão constante que raramente é percebida como perigo. Entre telas, filtros e comparações diárias, a relação com o próprio corpo se torna frágil, instável e vulnerável. Os números mais recentes revelam um cenário que exige atenção urgente.
Acreditamos ser racionais, mas dentro da mente atua um sistema silencioso que distorce fatos, edita lembranças e protege crenças frágeis. Ele nos conforta, mas também nos engana. Entender esse processo é encarar uma das forças mais poderosas — e menos conscientes — do comportamento humano.
Enquanto a medicina avança em ritmo acelerado, existe um território onde os desafios só aumentam. Milhões de pessoas são afetadas todos os anos, e as soluções ainda caminham lentamente. Mais do que tecnologia, especialistas alertam: o maior obstáculo está na forma como a sociedade cuida da própria mente.
Durante mais de um século, acreditamos conhecer todos os sabores fundamentais. Mas novas descobertas científicas indicam que nossa língua talvez esconda um segredo ainda não revelado. Um candidato surpreendente surge com força, capaz de mudar a forma como sentimos, escolhemos e entendemos os alimentos.
A febre sempre foi vista como um dos alarmes mais poderosos do organismo contra infecções. Mas novas evidências mostram que parte dos vírus da gripe aviária pode simplesmente ignorar essa barreira. Um estudo das universidades de Cambridge e Glasgow revelou como esses microrganismos conseguem se replicar mesmo em temperaturas elevadas — e por que isso aumenta o alerta para transmissões entre humanos.
Quer ver Saturno brilhando ao lado da Lua sem precisar de telescópio? Nesta sexta-feira (29), o céu brasileiro terá um alinhamento fácil de observar, mesmo em cidades cheias de luzes. Entenda quando olhar para o alto e veja como aproveitar o fenômeno.
Quando o cansaço parece não passar, o frio incomoda mais que o normal e a balança começa a subir sem motivo aparente, o problema pode estar em uma glândula do tamanho de um pingente: a tireoide. Descubra como o hipotireoidismo afeta o metabolismo, por que é tão comum após os 40 anos e veja como identificar sinais precoces.
O cometa interestelar 3I/ATLAS, alvo de polêmicas e manchetes exageradas, começa a ser compreendido com base em novos dados científicos. Pesquisas recentes indicam que seu material é semelhante ao de objetos transnetunianos, com gelo de água e grãos metálicos preservados — características que explicam seu criovulcanismo e o tornam um possível semeador de moléculas orgânicas pelo cosmos.
Um novo estudo publicado na Nature Communications analisou deslocamentos para o vermelho de galáxias e encontrou evidências fortes de que a matéria escura responde à gravidade como qualquer outra forma de matéria. Os dados ainda deixam uma possibilidade fraca — porém intrigante — de uma “quinta força” ainda desconhecida pela física.
Neurocientistas afirmam que não podemos comprovar a consciência em IA sem antes compreender com clareza como a consciência emerge nos organismos biológicos. Para alguns, apenas evidências computacionais poderiam elevar a crença; para outros, seriam necessárias propriedades biológicas específicas ou até a criação de um modelo de “eu” semelhante ao humano.
Observações combinadas do Telescópio Espacial James Webb e do radiobservatório ALMA revelaram o buraco negro supermassivo ativo mais antigo já identificado. Ele já existia apenas 350 milhões de anos após o Big Bang — tão cedo que desafia completamente os modelos atuais de formação galáctica e o próprio entendimento sobre os primeiros instantes do cosmos.
A agência espacial dos EUA abriu novamente a possibilidade de qualquer pessoa enviar seu nome para viajar ao redor da Lua a bordo da missão Artemis II. Por trás do gesto simples existe uma estratégia maior: manter viva a participação pública na exploração espacial e reforçar seu valor cultural, político e científico.
Durante anos, dados sobre o cérebro estiveram espalhados, incompletos e difíceis de conectar. Agora, uma única máquina conseguiu reunir tudo em um modelo funcional impressionante, capaz de “pensar”, se ativar e se comunicar como um cérebro real — abrindo novas portas para o estudo de doenças neurológicas.
Presente em balas, chicletes, doces dietéticos e produtos “zero”, um adoçante muito comum acaba de entrar no radar da ciência por um possível efeito inesperado no organismo. A descoberta envolve o intestino, bactérias e um órgão vital que poucos imaginavam estar em risco.
À primeira vista, parece apenas uma característica curiosa. Mas um novo estudo revelou que esse elemento escondido no corpo de um dos mamíferos mais impressionantes da América do Sul é, na verdade, indispensável para proteção, equilíbrio, cuidado com os filhotes e até controle da temperatura.
O ar que respiramos, a água que bebemos, o solo que produz alimentos e a diversidade de vidas que nos cerca formam uma rede vital silenciosa. Mas essa engrenagem essencial está sob pressão crescente. Entender como ela funciona é o primeiro passo para evitar um colapso ambiental sem precedentes.
A saúde masculina vai muito além da próstata — e ignorar isso pode custar caro. Enquanto o câncer de próstata domina campanhas e estatísticas, outros dois tumores perigosos seguem cercados de desinformação, vergonha e atraso no diagnóstico: o câncer de pênis e o câncer de testículo. Entenda por que especialistas pedem mais atenção e veja como identificar sinais precoces.
Por muito tempo, acreditou-se que a longevidade dos cães dependia quase exclusivamente da genética. Mas novas pesquisas revelam que atitudes simples do dia a dia podem fazer uma enorme diferença na saúde, no bem-estar e no tempo de vida dos animais. E os resultados surpreendem.
Durante anos, um pequeno mosquito virou símbolo da adaptação extrema às grandes cidades. Mas uma nova descoberta científica acaba de derrubar essa versão consagrada, revelando que sua relação com os humanos é muito mais antiga do que se imaginava — e traz implicações diretas para a saúde pública.