Pesquisadores russos afirmam que o cérebro humano poderia funcionar melhor com sete sentidos, e não cinco. Modelos matemáticos mostram que a memória e o aprendizado se otimizam quando operam em sete dimensões — um conceito que pode revolucionar tanto a neurociência quanto a inteligência artificial.
Pesquisadores descobriram que alguns cães apresentam comportamentos muito parecidos com o vício humano — mas não com comida ou carinho, e sim com seus brinquedos favoritos. O estudo observou reações intensas, ansiedade e até recusa de petiscos, mostrando que a obsessão canina pode ser mais complexa do que parece.
Pesquisadores da Universidade de Maryland desenvolveram um imunizante experimental que protege contra três tipos de Salmonella, uma das bactérias mais perigosas e comuns em casos de infecção alimentar no mundo.
Um estudo mostra que a agência espacial não economiza tanto quanto imagina ao terceirizar missões para empresas privadas — e o futuro de programas como o Artemis pode estar em risco.
Mais de 50 anos depois do retorno das amostras da missão Apollo 17, cientistas ainda estão revelando segredos escondidos na poeira da Lua — e agora encontraram algo que ninguém esperava: um tipo de enxofre nunca visto na Terra.
Pesquisadores usaram nanotecnologia para reparar a barreira hematoencefálica — a estrutura que protege o cérebro de toxinas — e conseguiram reverter o Alzheimer em camundongos. O tratamento restaurou o equilíbrio cerebral e fez os animais recuperarem memória e comportamento normais, reacendendo a esperança de uma futura cura para humanos.
O uso de medicamentos que prometem aumentar foco, memória e produtividade vem crescendo entre estudantes e profissionais, impulsionado por uma cultura de desempenho que exige estar sempre alerta. Mas especialistas alertam: o preço pode ser alto, com efeitos colaterais, dependência e um futuro de desigualdade cognitiva.
Nem sempre o fim de um relacionamento acontece de forma abrupta. Pequenos comportamentos do dia a dia podem indicar que algo não vai bem e que o casal precisa agir antes que a relação se desgaste por completo. Veja os sinais mais comuns que apontam para o esgotamento do casamento.
Mesmo quem prefere as versões “zero” ou “diet” pode estar em risco. Uma pesquisa europeia com mais de 120 mil participantes encontrou uma relação direta entre o consumo diário de refrigerantes e o acúmulo de gordura no fígado — um problema silencioso que pode evoluir para doenças graves.
A boa notícia é que a gordura no fígado tem cura — e sem medicamentos, na maioria dos casos. Especialistas explicam quanto tempo o órgão precisa para se regenerar, quais mudanças fazem diferença e o que realmente funciona para eliminar a gordura hepática de forma segura e duradoura.
Um novo estudo sugere que as versões “zero açúcar” dos refrigerantes podem ser ainda mais prejudiciais ao fígado do que as tradicionais. Beber apenas uma lata por dia estaria associado a um aumento de 60% no risco de desenvolver gordura no fígado, enquanto o consumo de refrigerantes comuns elevaria esse risco em 50%.
Um experimento recente conseguiu entrelaçar núcleos de fósforo em chips de silício, demonstrando que partículas separadas podem se comportar como uma única unidade. Este feito, considerado impossível por Einstein, abre novas possibilidades para computadores quânticos e para a compreensão de fenômenos que desafiam a intuição humana.
Estudos recentes indicam que alimentos ultraprocessados não afetam apenas o corpo, mas também o cérebro. Inflamação, alterações na microbiota intestinal e desequilíbrios químicos podem reduzir o controle de impulsos e emoções, criando um terreno propício para irritabilidade, impulsividade e comportamentos agressivos.
Se você colocar a mão em frente à boca, perceberá que o ar que sai está quente e o que entra, frio. Esse contraste não é ilusão: envolve processos fisiológicos de aquecimento, umidificação e trocas químicas que mantêm o equilíbrio do corpo. Um fenômeno cotidiano com explicação científica surpreendente.
Os gatos escondem bem o passar do tempo, mas o corpo e o comportamento sempre revelam algo. Mudanças no peso, no pelo ou até no humor podem indicar que seu felino entrou na fase sênior. Saber reconhecer esses sinais é essencial para prevenir doenças e garantir mais anos de vida com qualidade.
Um pequeno deslize num cálculo alterou o rumo da história. Ao confundir uma medida de distância, Cristóvão Colombo acreditou que o caminho para a Ásia era muito mais curto do que realmente era. O resultado dessa falha — um erro matemático transformado em descoberta — redefiniu os mapas e o próprio mundo conhecido.
Uma bactéria fundamental para o equilíbrio do nosso corpo acaba de provar que é durona o bastante para encarar as condições extremas de um voo espacial. O feito abre novas possibilidades para missões tripuladas de longa duração — e pode até inspirar avanços na medicina e na biotecnologia.
Uma nova terapia experimental reacendeu as esperanças na luta contra o Alzheimer. Pesquisadores europeus e asiáticos conseguiram reverter sinais da doença em camundongos usando nanopartículas que restauram a barreira protetora do cérebro e estimulam a eliminação de proteínas tóxicas — um avanço que pode abrir caminho para tratamentos totalmente novos.
Pesquisadores descobriram que a estévia — o adoçante natural usado no café e em sobremesas — pode aumentar a eficácia do minoxidil, principal composto de medicamentos como o Rogaine. Em testes com camundongos, a combinação fez o cabelo crescer mais rápido e cobriu o dobro da área afetada pela calvície.
Uma das maiores incógnitas arqueológicas do planeta acaba de ganhar um novo capítulo. Usando inteligência artificial, pesquisadores japoneses e a IBM conseguiram encontrar, em tempo recorde, centenas de novos geoglifos escondidos no deserto peruano — revelando detalhes surpreendentes sobre o passado andino.