Durante anos, uma das células mais importantes do cérebro foi estudada de forma distorcida. Agora, um experimento inesperado conseguiu revelar sua aparência real e trouxe à tona funções que estavam ocultas. A descoberta pode mudar profundamente a pesquisa sobre Alzheimer, Parkinson e lesões neurológicas.
Uma equipe de cientistas desenvolveu uma bateria que foge de tudo o que conhecemos: ela é flexível, não usa metais pesados e simplesmente desaparece após cumprir sua função. Inspirada em algo simples, essa inovação pode transformar o futuro dos sensores, wearables e da tecnologia descartável.
Um gesto cada vez mais comum dentro de casa pode estar silenciosamente ligado a problemas que só aparecem anos depois. Novas evidências científicas mostram que a idade em que as crianças recebem o primeiro celular não é um detalhe neutro — ela pode influenciar sono, humor, peso e bem-estar de forma duradoura.
Por trás de cada impacto, existe um processo silencioso que pode definir o futuro da mente de um atleta. Novas pesquisas revelam um mecanismo interno até então pouco compreendido, capaz de explicar por que alguns esportistas desenvolvem problemas cognitivos anos depois de abandonar os ringues e os octógonos.
Um homem de 70 anos foi salvo graças à cama inteligente que usava para dormir. O dispositivo detectou uma queda brusca em sua frequência cardíaca e o alertou para um risco iminente. Ao procurar atendimento, médicos descobriram um bloqueio cardíaco completo — condição potencialmente fatal — e conseguiram tratá-lo a tempo.
O Mediterrâneo vive um aquecimento sem precedentes e já registra temperaturas até 5 °C acima da média histórica. Para Mercator Ocean International, o mar tornou-se um “ponto quente” da crise climática global — resultado de um triplo impacto: mudanças climáticas, perda de biodiversidade e poluição. Especialistas pedem ação urgente.
Novas observações sugerem que 3I/ATLAS, o terceiro objeto interestelar já detectado, pode estar coberto por criovulcões ativos — jatos de gelo que entram em erupção à medida que o corpo se aproxima do Sol. O fenômeno revela pistas inéditas sobre sua composição e indica semelhanças surpreendentes com objetos gelados do Sistema Solar.
A NASA investiga 55 Cancri e, um exoplaneta rochoso a 40 anos-luz que vive tão perto de sua estrela que completa uma órbita em meio dia. Com temperaturas de 2.400 °C, um oceano global de magma e minerais cristalizados possivelmente parecidos com safiras, o planeta é um laboratório natural de extremos cósmicos.
Um grupo internacional de pesquisadores afirma ter encontrado evidências de um novo sentido humano: o “tato remoto”, a habilidade de perceber objetos enterrados ou encobertos sem contato direto. Inspirado em aves que caçam sob a areia, o estudo reacende debates sobre como realmente percebemos o mundo ao nosso redor.
Uma cena inusitada tomou conta de Israel e rapidamente virou motivo de alerta nas redes: o Mar da Galileia amanheceu vermelho, em um tom que lembra sangue. O fenômeno, apesar de visualmente chocante, não tem relação com catástrofes bíblicas — mas o impacto foi suficiente para reacender teorias religiosas e discussões sobre o possível “fim da humanidade”.
Cuidado com um detalhe simples na cozinha pode evitar uma ida direta ao hospital. Uma nutricionista de São Paulo e o marido foram internados após consumirem uma beterraba cozida que ficou tempo demais fora da geladeira — um erro doméstico muito mais comum do que parece.
Prepare-se: dezembro chega com um combo de fenômenos astronômicos que promete espetáculo para quem gosta de olhar para cima. Astrônomos fazem um alerta — no bom sentido — para aproveitar o mês, já que ele reúne superlua, chuvas de meteoros e até conjunções planetárias. Descubra o que vai rolar no céu e veja como observar tudo sem complicação.
Se você achava que sotaque era exclusividade humana, prepare-se para repensar tudo. Um novo estudo mostra que os leões africanos também têm maneiras diferentes de “falar” — e que a inteligência artificial conseguiu revelar até um tipo de rugido que a ciência nem conhecia.
O crescimento acelerado das energias renováveis no Brasil chegou ao seu primeiro grande teste. Após uma década marcada por incentivos públicos, financiamentos robustos e apetite de investidores, o setor agora enfrenta limitações que revelam fragilidades profundas do modelo elétrico nacional — e reacendem o alerta sobre a sustentabilidade econômica da transição energética.
Imagine analisar mais de meio milhão de amostras de sangue e descobrir algo que ninguém jamais tinha visto. Foi exatamente o que aconteceu na Tailândia, onde cientistas identificaram um tipo sanguíneo tão raro que, até agora, só apareceu em três pessoas no mundo. E essa nova variante pode mudar protocolos de transfusão que pareciam sólidos há mais de um século.
Às vezes, descobertas científicas começam de jeitos improváveis. Mas poucas histórias chegam perto do que aconteceu na Côte-Nord, no Quebec, quando um trilheiro encontrou no Google Maps algo tão estranho que acabou mobilizando uma equipe internacional de pesquisadores. O que parecia apenas um buraco gigantesco pode, na verdade, ser uma cratera deixada por um corpo extraterrestre.
Nos últimos dias, feeds de redes sociais foram inundados por um boato digno de ficção científica: Donald Trump estaria prestes a anunciar oficialmente a existência de vida extraterrestre. A história viralizou rápido, mas o que realmente sabemos é bem menos dramático — e muito mais sobre mídia, timing e interpretação equivocada.
Quando usuários frequentes de cannabis começam a sentir náuseas severas e vômitos que não passam por nada, a explicação pode estar em uma condição ainda pouco conhecida — mas que acaba de ganhar destaque internacional. Pesquisadores dos Estados Unidos identificaram um aumento expressivo de casos da chamada síndrome da hiperêmese canabinoide, agora oficialmente reconhecida pela OMS com o código R11.16.
Você provavelmente já ouviu conselhos completamente opostos sobre lavar o cabelo. Tem quem jure que o ideal é dia sim, dia não. Outros defendem que só uma vez por semana é suficiente. Mas, segundo especialistas, nada disso é regra — e o verão muda totalmente o jogo.
Autoengano não é falha — é mecanismo. Nosso cérebro prefere proteger a autoestima do que encarar o erro de frente. Um novo olhar sobre a dissonância cognitiva revela como justificamos decisões ruins, lembranças enviesadas e crenças absurdas, mesmo quando sabemos que estamos equivocados. Entender o fenômeno pode ser o primeiro passo para desarmá-lo.