Novas pesquisas reacendem o debate sobre ingredientes comuns em alimentos industrializados. Entender o que aparece no rótulo pode ser mais importante do que parece para decisões do dia a dia.
Descoberta em 1911, a enigmática Blood Falls, na Antártida, intrigou cientistas por mais de um século. Agora, uma nova pesquisa sugere que o fenômeno não está ligado ao aquecimento global, mas à pressão exercida por geleiras sobre águas salinas aprisionadas sob o gelo.
Uma perfuração inédita revelou um registro profundo do passado climático da Terra. As pistas escondidas sob o gelo levantam novas perguntas sobre a estabilidade de um dos sistemas mais sensíveis do planeta.
Sintomas comuns do dia a dia podem esconder alterações importantes no organismo. Especialistas alertam para sinais que muitas vezes passam despercebidos até que o quadro avance.
O local onde seu cachorro dorme influencia diretamente o sono, o nível de estresse e até a saúde física. Colocar a cama perto do ar-condicionado, da calefação ou em áreas de circulação pode prejudicar o descanso — e muitos tutores nem percebem.
Durante décadas, a física dividiu o mundo quântico entre bósons e férmions. Agora, novos estudos mostram que essa fronteira pode ser ainda mais flexível: pesquisadores descreveram um sistema unidimensional onde partículas intermediárias — os anyons — podem existir de forma ajustável.
Uma proposta teórica apresentada em 2026 sugere que o espaço-tempo se comporta como um fluido com resistência interna. Se confirmada, a ideia pode substituir a constante cosmológica de Einstein e oferecer uma nova explicação para a expansão acelerada do Universo.
Uma análise com quase 38 mil fumantes revelou que variações em um gene ligado aos receptores de nicotina podem reduzir significativamente o número de cigarros consumidos por dia. A descoberta, publicada na revista Nature, abre espaço para terapias mais personalizadas contra o tabagismo.
Dados coletados ao longo de anos sugerem que algo inesperado pode estar escondido sob a crosta marciana. A descoberta muda a forma como imaginamos o planeta vermelho hoje.
Um novo sistema solar desafia tudo o que parecia consolidado na astrofísica: todos os seus planetas orbitam na direção oposta à rotação da estrela central. A descoberta obriga cientistas a rever teorias sobre como mundos se formam e reorganiza o debate sobre a arquitetura planetária no Universo.
Formações rochosas que lembram uma imensa teia de aranha intrigam cientistas há anos. Agora, ao explorá-las de perto, o rover Curiosity encontrou sinais de água subterrânea persistente e compostos relevantes para a vida — pistas que podem reescrever parte da história climática de Marte.
Uma gigante com mais de 1.500 vezes o raio do Sol sofreu uma transformação dramática e pode estar prestes a morrer em uma explosão colossal. Se isso acontecer, astrônomos poderão testemunhar, pela primeira vez, todas as etapas finais de uma supernova fora da Via Láctea.
Um novo estudo científico acende o alerta sobre como hábitos alimentares precoces podem moldar o cérebro por anos. Os resultados sugerem impactos persistentes — mesmo após mudanças na dieta.
O fenômeno é raro, depende de várias condições e pode render uma experiência única a quem souber onde olhar.
Um procedimento experimental realizado após décadas de pesquisa resultou em um marco histórico. O caso reacende esperanças para mulheres que sempre ouviram que engravidar não seria possível.
Uma observação inédita em raios-X revelou detalhes surpreendentes ao redor de uma estrela jovem — e os dados podem ajudar a reconstruir capítulos esquecidos da história do Sol.
Um novo estudo propõe algo quase contraintuitivo na era da IA generativa: em vez de confiar apenas em dados, a solução pode estar em inserir leis fundamentais da física dentro da própria arquitetura dos modelos. O resultado? Simulações mais estáveis, interpretáveis e capazes de generalizar melhor.
Pequenas atitudes do dia a dia podem alterar sua forma de pensar, sentir e se relacionar sem que você note. Entender esses sinais ajuda a enxergar mudanças antes que se tornem padrão.
Manter o smartphone na mesa de cabeceira virou hábito quase universal. Mas estudos com dezenas de milhares de participantes mostram que o impacto no sono tem menos a ver com radiação e muito mais com o uso da tela antes de dormir — e com os hábitos que vêm junto.
Quem nunca quase perdeu o controle em um ambiente solene? Igrejas, tribunais, funerais. Basta um detalhe mínimo — às vezes banal — para que o riso surja justamente quando ele é menos aceitável. A ciência mostra que isso não é imaturidade: é neurobiologia em ação.