Durante anos, os gatos foram vistos como distantes e independentes demais. Um estudo recente revela que essa imagem pode estar profundamente equivocada — e o vínculo felino-humano é mais forte do que parece.
Astrônomos identificaram um aglomerado inesperado de objetos gelados no Cinturão de Kuiper, a cerca de 43 unidades astronômicas do Sol. A descoberta desafia modelos clássicos de formação planetária e sugere que a migração de Netuno pode ter esculpido regiões estáveis onde, em tese, reinaria o vazio.
Se o seu cachorro se espreguiça quando você chega, não é acaso nem preguiça. Esse comportamento, pouco comum entre todos os cães, costuma indicar confiança, alegria e vínculo emocional. Mas, em situações específicas, o mesmo gesto pode sinalizar um problema de saúde. Entenda a diferença.
Muito antes de sensores, aplicativos e discursos sobre “cidades inteligentes”, alguém já tinha resolvido vários desses problemas básicos da vida urbana.
Ficar acordado sem pensar em absolutamente nada sempre pareceu improvável — ou restrito à meditação profunda. Agora, pesquisadores identificaram padrões cerebrais específicos associados à chamada “mente em branco”. Os resultados sugerem que esses vazios mentais não são falhas, mas peças fundamentais para entender como a consciência funciona.
Comer de forma saudável é essencial para a saúde, mas isso não garante perda de peso. Segundo o especialista Aitor Zabaleta-Korta, alimentos nutritivos também podem ser altamente calóricos. Entender a diferença entre densidade nutricional e densidade calórica é o ponto-chave para quem quer emagrecer sem cair em armadilhas comuns.
Ondas de calor intensas não causam apenas desconforto: elas podem levar à desidratação, queda de pressão, desmaios e até à morte. Especialistas alertam para sinais que o corpo emite quando está sobrecarregado pelo calor — e explicam por que jovens também estão entre os mais vulneráveis.
Se a humanidade desaparecer e outra espécie inteligente surgir no futuro distante, será que alguém saberá que estivemos aqui? A pergunta parece coisa de ficção científica, mas é levada a sério por cientistas que estudam fósseis, geologia e o impacto humano no planeta. A resposta curta: talvez não nos encontrem como imaginamos — mas deixaremos marcas difíceis de ignorar.
Imagine caminhar pelas ruas de Londres enquanto, logo abaixo dos seus pés, um verdadeiro monstro se forma dentro dos túneis de esgoto. Foi exatamente isso que as autoridades britânicas encontraram na zona leste da capital: um gigantesco “iceberg de gordura” com cerca de 100 toneladas, capaz de bloquear parcialmente o sistema subterrâneo da cidade.
Você se levanta da mesa depois de um almoço farto, sentindo que não cabe mais nada. Zero espaço. Nenhuma chance. Até que alguém menciona sobremesa — e, curiosamente, o pudim ainda parece uma possibilidade real. Se isso soa familiar, saiba que você não está sozinho. Descubra por que o corpo humano insiste em “abrir espaço” para o doce, mesmo quando a saciedade já deu as caras.
Dormir vai muito além de fechar os olhos. Silêncio, luz, temperatura e até os materiais ao redor interferem diretamente nos processos de reparação do cérebro e do corpo. A ciência do sono mostra que o descanso profundo é resultado de um diálogo constante entre o organismo e o espaço em que ele dorme.
Uma nova hipótese sugere que a vida em Europa, lua gelada de Júpiter, não dependeria do calor interno do astro. Em vez disso, elementos radioativos liberados das rochas no fundo do oceano poderiam gerar energia suficiente para sustentar organismos microscópicos, em um processo semelhante ao observado na Terra.
Durante anos, a ciência soube o que muitos medicamentos fazem — mas não exatamente onde atuam. Agora, uma nova técnica permite rastrear fármacos célula por célula em todo o organismo, revelando efeitos ocultos e abrindo caminho para tratamentos mais seguros, precisos e previsíveis.
Cigarro comum não é o único vilão cardiovascular. Um levantamento de pesquisadores da Europa e dos Estados Unidos reuniu evidências indicando que cigarros eletrônicos, tabaco aquecido, shishas e sachês de nicotina expõem o coração e os vasos sanguíneos a efeitos tóxicos. A ideia de “alternativas seguras” perde força.
Nossos lembranças parecem sólidas, mas não são. A neurociência mostra que recordar não é acessar um arquivo intacto, e sim reconstruir uma narrativa toda vez que a evocamos. Nesse processo, o cérebro mistura fatos, emoções e expectativas, alterando o passado sem que percebamos — com impactos profundos sobre identidade e decisões.
Beber água engarrafada parece uma escolha segura e prática, mas novas análises científicas sugerem um efeito colateral pouco conhecido. Um consumo aparentemente inofensivo pode expor o organismo a dezenas de milhares de partículas microscópicas por ano, levantando dúvidas importantes sobre saúde, hábitos e confiança no que bebemos.
Um novo mapeamento do fundo do mar ao redor da Antártida revelou 332 sistemas de cânions submarinos, alguns com mais de 4.000 metros de profundidade. O achado redefine o relevo oculto do oceano austral e ajuda a explicar como correntes profundas influenciam o clima global.
Ondas do tamanho de prédios, invisíveis a navios e radares convencionais, estão sendo registradas por satélites em órbita da Terra. Com até 35 metros de altura, essas formações extremas no Oceano Pacífico revelam um oceano muito mais dinâmico — e perigoso — do que se imaginava.
Os átomos que formam seu corpo nasceram no Big Bang e continuarão existindo por bilhões de anos. Ainda assim, nenhum ser vivo é eterno. A ciência explica esse paradoxo mostrando que a vida não depende da duração da matéria, mas de um equilíbrio delicado que os átomos só conseguem sustentar por um tempo.
O som constante da chuva tem um poder curioso: desacelera a mente, reduz a ansiedade e cria uma sensação imediata de conforto. A psicologia e a neurociência mostram que isso não acontece por acaso. Existe um tipo específico de som envolvido — e ele dialoga diretamente com a forma como o cérebro busca segurança.