Por anos, Beyoncé foi sinônimo de sucesso artístico. Agora, o nome dela também passa a ser associado a um seleto grupo financeiro. Segundo a revista Forbes, a cantora entrou oficialmente para a lista de bilionários em 2025, consolidando um império que vai muito além da música.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que forças americanas destruíram uma instalação de produção de drogas em território venezuelano. A declaração, feita sem apresentação de provas ou detalhes operacionais, acendeu um novo alerta sobre a escalada da pressão militar e econômica de Washington contra a Venezuela.
Durante décadas, atravessar a fronteira rumo ao Paraguai foi quase um ritual para quem buscava eletrônicos, perfumes e roupas mais baratas. Mas esse hábito está mudando rápido. Cada vez mais brasileiros estão deixando Ciudad del Este de lado e descobrindo um novo destino que vem chamando atenção: o Uruguai.
Ícone absoluto do cinema e da cultura pop do século 20, Brigitte Bardot nunca foi conhecida pela discrição. Morta neste domingo (28), aos 91 anos, a atriz deixou um legado que vai muito além das telas — e inclui uma coleção de declarações duras, controversas e, muitas vezes, chocantes. Defensora radical dos direitos dos animais e simpatizante da extrema direita, Bardot falava sem rodeios sobre fama, homens, maternidade, humanidade e religião.
Mesmo após contatos diretos entre líderes de Washington, Moscou e Kiev, o caminho para encerrar a guerra na Ucrânia segue bloqueado por impasses centrais. Questões territoriais, o futuro da maior usina nuclear da Europa e a desconfiança mútua continuam a impedir um acordo duradouro.
Pode parecer detalhe, mas um nome diz muito sobre identidade. Em Michigan, nos Estados Unidos, uma menina de apenas 6 anos deixou isso bem claro aos pais — e a resposta deles virou assunto nas redes sociais. Depois de anos ouvindo a filha rejeitar o nome dado no nascimento, o casal decidiu fazer algo fora do padrão: mudar oficialmente o nome da criança como presente de aniversário.
Poucas figuras atravessaram o século 20 com tanta força simbólica quanto Brigitte Bardot. Ícone do cinema, da liberdade feminina e da cultura pop, a atriz francesa morreu neste domingo (28), aos 91 anos, em sua casa em Saint-Tropez, no sul da França. A informação foi confirmada pela Fundação Brigitte Bardot. A causa da morte não foi divulgada.
A guerra na Ucrânia pode entrar em uma fase decisiva. Em meio a novos ataques russos e negociações intensas nos bastidores, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky chegou à Flórida para uma reunião direta com Donald Trump, marcada para este domingo (28). O objetivo é claro: tentar fechar um acordo de paz capaz de encerrar quase quatro anos de conflito após a invasão russa.
A Rússia declarou apoio explícito à China diante de um eventual conflito envolvendo Taiwan, reforçando um acordo bilateral assinado há mais de duas décadas. As declarações ampliam a tensão no Pacífico e reacendem alertas sobre o papel de Moscou, Pequim e Washington em um dos pontos geopolíticos mais sensíveis do mundo.
Enquanto o poder econômico mundial se concentra em poucas nações, um novo ranking internacional revela uma presença latino-americana limitada, mas simbólica. Apenas dois países da região aparecem entre as maiores economias do planeta, um dado que chama atenção e levanta questões sobre o futuro econômico da América Latina.
O rock perdeu uma de suas figuras discretas — e fundamentais. Perry Bamonte, guitarrista e tecladista do The Cure, morreu aos 65 anos após uma doença recente. Segundo comunicado oficial da banda, o músico faleceu em casa durante o período de Natal.
O ano de 2025 foi marcado por despedidas que atravessaram fronteiras, idiomas e gerações. Ao longo dos meses, o mundo perdeu líderes políticos, artistas, intelectuais e figuras públicas que ajudaram a moldar debates, culturas e afetos. Algumas dessas mortes encerraram ciclos históricos; outras interromperam trajetórias ainda em movimento. Relembre, a seguir, as mortes que marcaram 2025 e por que esses nomes deixaram um vazio difícil de preencher.
Enquanto no Brasil o segundo semestre começa arrastado, com trânsito, volta às aulas e um agosto que parece não acabar nunca, na Islândia essa época é sinônimo de expectativa. Entre agosto e setembro, moradores saem às ruas à noite para participar de uma tradição curiosa — e essencial: resgatar filhotes de papagaios-do-mar perdidos e arremessá-los de um penhasco em direção ao oceano.
A China avança sobre a infraestrutura esportiva da América Latina com um projeto ambicioso: o novo Estádio Nacional de El Salvador. Com tecnologia de ponta, capacidade para mais de 50 mil pessoas e padrões internacionais, a obra simboliza como Pequim constrói influência real por meio de concreto, engenharia e diplomacia.
Um detalhe quase invisível foi suficiente para provocar censura, punições severas e transformar um livro comum em uma das obras mais controversas da história. Séculos depois, essa edição rara continua despertando fascínio por revelar como um pequeno erro humano pode ter consequências enormes.
A crise venezuelana deixou de ser apenas interna ou regional. Petróleo, energia e rivalidades entre grandes potências transformaram o país em uma peça estratégica de alcance global. Estados Unidos, China e Rússia disputam influência em um cenário que vai muito além de Caracas.
Por décadas, o continente acreditou que a guerra havia ficado para trás. Hoje, essa convicção se desfaz. Avaliações recentes de especialistas em segurança indicam que o risco de um conflito europeu deixou de ser teórico. O dilema agora é político, social e psicológico — não apenas militar.
Depois de mais de três semanas de apuração travada, acusações de fraude e pressão internacional, Honduras finalmente conheceu o nome de seu próximo presidente. O resultado, longe de pacificar o país, aprofundou divisões políticas e colocou o pleito no centro do debate regional sobre democracia, influência externa e instabilidade institucional.
Em meio a bombardeios, atrasos e incertezas, um trem noturno virou símbolo de resistência emocional na Ucrânia. Apelidado de “trem do amor”, ele leva mulheres até cidades próximas à linha de frente para reencontrar maridos e namorados que lutam contra a Rússia. A jornada é longa, perigosa — e, para muitas, a única forma de manter o vínculo vivo.
O ano de 2025 não deu trégua. Entre despedidas históricas, eleições que mudaram o jogo e tragédias que escancararam fragilidades globais, o planeta viveu meses intensos, cheios de tensão, incerteza e disputas de poder. Entenda os acontecimentos que marcaram o período e ajudaram a redesenhar o cenário internacional.