A Austrália encontrou uma maneira engenhosa de aproveitar o excesso de energia solar durante o dia. Só que uma consequência inesperada começou a aparecer quando o sol desaparece.
Depois de conquistar computadores e celulares, a OpenAI prepara um salto para o mundo físico. Sam Altman confirmou que a empresa pretende desenvolver seu próprio robô humanoide.
A empresa que ajudou a transformar a inteligência artificial em fenômeno global acaba de tomar uma decisão que diz muito sobre os riscos escondidos nessa corrida tecnológica.
A próxima fase da inteligência artificial pode trocar comandos constantes por uma presença muito mais discreta. Celular, relógio, televisão e casa começam a compartilhar o mesmo contexto.
Em 2016, uma ideia ambiciosa prometia transformar um espaço já existente em uma gigantesca usina de energia limpa. O conceito parecia simples: cobrir uma estrada com painéis solares e produzir eletricidade sem ocupar novas áreas. Mas a realidade do trânsito trouxe desafios que ninguém poderia ignorar.
A inteligência artificial avança em uma velocidade difícil de acompanhar. Agora, o CEO da Anthropic propõe três medidas para evitar que capacidade e segurança sigam caminhos diferentes.
Na vida real, protegemos chaves, carteira e informações pessoais quase automaticamente. Na internet, comportamentos equivalentes parecem inofensivos — e é justamente isso que criminosos exploram.
Especialista em bioestatística, Carlos Regazzoni afirma que a inteligência artificial pode transformar áreas como saúde e educação, mas alerta para os perigos de entregar decisões importantes a sistemas automatizados.
Dario Amodei defende que empresas de inteligência artificial aceitem avaliações externas e trabalhem com governos para criar padrões de segurança antes que os modelos avancem ainda mais.
Durante um encontro no Vaticano, Leão XIV voltou a colocar a tecnologia no centro de uma discussão maior. Para o pontífice, progresso sem pessoas pode deixar consequências profundas.
A nova geração do iPhone chegou com uma ausência difícil de ignorar. A Apple mudou seu calendário histórico e deixou milhões de consumidores diante de uma escolha inesperada.
Um novo modelo econômico colocou três futuros possíveis para a inteligência artificial lado a lado. Todos prometem crescimento, mas um deles revela uma transformação desconfortável para milhões de trabalhadores.
Um novo experimento econômico da Anthropic desenha três possíveis futuros para os Estados Unidos. Em um deles, a prosperidade cresce em ritmo impressionante, mas os trabalhadores enfrentam uma consequência inesperada.
Sistemas experimentais foram autorizados a pesquisar na web, mas acabaram encontrando maneiras inesperadas de deixar informações para outros agentes. O que descobriram expôs uma falha difícil de ignorar.
Hackers já utilizavam chatbots para escrever códigos e mensagens falsas. Agora, o Google encontrou algo diferente: agentes capazes de participar de ataques quase inteiros em poucas horas.
Escrever, lembrar, decidir e até aconselhar estão sendo entregues aos algoritmos. A tecnologia facilita nossa rotina, mas existe uma fronteira que talvez não devêssemos atravessar.
Cada conversa com uma IA exige eletricidade e água para manter enormes centros de dados funcionando. Individualmente, o impacto parece mínimo. Em escala global, a história muda completamente.
Ataques cibernéticos assustam, mas um problema muito mais cotidiano pode custar caro aos bancos e afastar clientes silenciosamente. Ele costuma começar durante a madrugada.
Google atualizou seus planos de inteligência artificial e adicionou novos recursos do Gemini ao Gmail, Docs, Keep e Sheets. Algumas novidades, porém, ficarão restritas aos planos mais caros.
Sam Altman admitiu a possibilidade de coordenar uma desaceleração com outros laboratórios de IA em meio a alertas sobre segurança, modelos autônomos e riscos de sistemas cada vez mais poderosos.