O Google começou a liberar uma função aguardada há anos e ela promete mudar a forma como milhões de pessoas lidam com antigos endereços de e-mail.
Um novo levantamento revelou que certos celulares, notebooks e placas de vídeo estão desafiando a lógica do mercado e surpreendendo até especialistas do setor tecnológico.
Uma investigação nos Estados Unidos colocou um funcionário do Google no centro de um escândalo envolvendo apostas, informações confidenciais e um mercado bilionário que cresce sem parar.
Um prédio centenário em São Paulo acaba de ganhar uma nova missão ligada à inteligência artificial — e os planos do Google para o espaço vão muito além do que parece.
O acordo bilionário entre SpaceX e Anthropic pode durar muito menos do que parecia. Elon Musk afirmou que o contrato para uso do supercomputador Colossus prevê apenas um arrendamento inicial de 180 dias, alimentando especulações sobre futuros projetos secretos de inteligência artificial da empresa.
A presença inesperada de um pesquisador em um evento do Vaticano revelou um temor crescente dentro da indústria tecnológica: estamos criando inteligências artificiais poderosas demais para serem totalmente compreendidas.
Um sistema da OpenAI conseguiu refutar uma famosa conjectura ligada ao lendário matemático Paul Erdős. Especialistas classificaram o resultado como um dos avanços mais impressionantes já produzidos por uma inteligência artificial em matemática avançada.
Um movimento esportivo que mistura competição física e digital decidiu abandonar estruturas tradicionais e criar um novo modelo de governança antes que sua expansão global saia do controle.
Após revolucionar o varejo online com a Amazon, Jeff Bezos agora assume um dos projetos mais ambiciosos da exploração espacial moderna. A NASA escolheu a Blue Origin para liderar as primeiras missões robóticas que devem preparar o terreno para uma futura presença humana contínua na Lua durante a próxima década.
Empresas chinesas estão acelerando o desenvolvimento de robôs humanoides domésticos capazes de realizar tarefas do cotidiano. O problema é que uma residência real é um ambiente caótico, imprevisível e muito mais difícil de compreender do que uma linha de montagem industrial. E essa diferença pode definir o futuro da robótica doméstica.
Pessoas criadas entre os anos 1990 e 2010 viveram uma transformação tecnológica única: nasceram em um mundo analógico e amadureceram em meio à revolução digital. Agora, pesquisadores apontam que essa experiência pode ter fortalecido uma capacidade cognitiva essencial para lidar com mudanças rápidas e ambientes imprevisíveis.
Enquanto boa parte do mercado comemora o real forte e aposta em recuperação econômica, um gestor conhecido por desafiar consensos faz um alerta dramático envolvendo inteligência artificial e o futuro do dólar.
Uma partida oficial da MLS entrou para a história após ser transmitida inteiramente com smartphones, em um experimento que pode mudar o futuro das transmissões esportivas.
Câmeras personalizadas, resumos feitos por inteligência artificial e múltiplas telas ao mesmo tempo prometem mudar radicalmente a forma como milhões de pessoas vão assistir à próxima Copa do Mundo.
A inteligência artificial domina as manchetes, mas especialistas alertam que uma tecnologia muito mais poderosa já começa a transformar finanças, segurança digital e grandes negócios nos bastidores.
Câmeras, inteligência artificial e estatísticas em tempo real já saíram dos grandes torneios e estão chegando às quadras públicas da China em um movimento que pode mudar o esporte para sempre.
Gerar slides do zero, revisar narrativas, adaptar pitch decks para investidores e até reescrever apresentações inteiras sem mexer no conteúdo original. A integração do ChatGPT com o PowerPoint promete transformar uma das tarefas mais cansativas do ambiente corporativo em algo muito mais rápido — e estratégico.
Depois de anos de expectativa, a Ferrari apresentou oficialmente o Luce, seu primeiro modelo 100% elétrico. O problema é que, antes mesmo de discutir potência, autonomia ou tecnologia, o carro virou alvo de debates intensos por causa do design ousado, da cor azul-clara e de uma aparência que muitos fãs consideraram “pouco Ferrari”.
Uma empresa chinesa apresentou um colar inteligente capaz de interpretar sons, movimentos e comportamentos de animais domésticos usando inteligência artificial. A promessa parece saída de ficção científica: entender se o pet está ansioso, com fome, querendo brincar ou até sentindo desconforto físico.
Enquanto o Ocidente disputa quem cria o modelo de IA mais poderoso, a DeepSeek segue um caminho diferente: desenvolver inteligências artificiais eficientes o suficiente para funcionar sem os chips mais avançados dos Estados Unidos. E isso pode mudar completamente o equilíbrio tecnológico global nos próximos anos.