Satélites reais participaram de um novo exercício militar estadunidense que testa uma capacidade cada vez mais importante em órbita. O cenário lembra ficção científica, mas já começou a virar treinamento.
A indústria da beleza está usando IA para conhecer consumidores, desenvolver produtos e criar experiências personalizadas. Mas existe uma fronteira que as empresas não querem ultrapassar.
CEO da OpenAI descartou uma abertura de capital neste ano e afirmou que prefere enfrentar as atuais preocupações relacionadas à segurança da inteligência artificial enquanto a empresa permanece privada.
Novas regras chinesas miram inteligências artificiais capazes de criar vínculos emocionais profundos. Empresas tiveram de eliminar recursos, enquanto usuários viram relacionamentos virtuais de anos desaparecerem.
A nova aposta da Nike leva recursos normalmente encontrados em equipamentos de recuperação diretamente para os pés, combinando aquecimento, vibração e amortecimento em um calçado bastante diferente.
Um projeto interno pretendia registrar como milhares de funcionários usavam seus computadores para treinar inteligência artificial. A resistência cresceu, virou uma petição e terminou após uma descoberta preocupante.
Smartphones, redes sociais e influenciadores transformaram a maneira como empresas chegam aos consumidores. Mas a mesma tecnologia que aproximou as marcas também tornou muito mais fácil ignorá-las.
Uma tecnologia de memória baseada em materiais pouco convencionais acaba de superar um dos obstáculos que mais dificultavam sua chegada aos chips do futuro.
Cada corrida gera uma quantidade gigantesca de informações. Agora, uma tecnologia está ajudando a transformar esse fluxo de dados em respostas rápidas quando algo começa a sair do esperado.
Um novo sistema chinês consegue concentrar uma quantidade impressionante de energia em pulsos extremamente rápidos. Seu possível uso no espaço, porém, é o que está chamando atenção.
Pequenos veículos autônomos fabricados na China começam a aparecer fora do país. Eles foram projetados para trabalhar por horas e podem transformar silenciosamente as entregas urbanas.
Um ex-pesquisador da OpenAI e da Anthropic acusou as empresas de avançarem de forma irresponsável rumo à superinteligência. Ao mesmo tempo, novos resultados matemáticos reacenderam o debate sobre segurança, competição e uso de dados.
Uma startup recebeu US$ 140 milhões para desenvolver estruturas no oceano capazes de gerar eletricidade com as ondas e, no futuro, alimentar data centers de IA em alto-mar.
A Apple apresentou sua nova geração de relógios inteligentes com chip mais potente, sensores renovados e recursos de IA. A principal transformação, porém, acontece silenciosamente no pulso.
Startup chinesa acusa a OpenAI de usar seus modelos e até copiar sua identidade visual. O caso expõe uma questão cada vez mais complicada: o que significa “roubo” em uma indústria construída com enormes quantidades de dados da internet?
Casas construídas camada por camada já deixaram os laboratórios e começam a chegar ao mercado. A promessa envolve obras mais rápidas, precisas e com muito menos desperdício.
Um novo projeto dos Estados Unidos combina alcance, capacidade de carga e uma estratégia industrial incomum. O detalhe mais importante, porém, pode estar longe do campo de batalha.
A inteligência artificial está resolvendo problemas que pareciam distantes até pouco tempo atrás. Agora, alguns dos maiores matemáticos do mundo temem que a corrida pela IA esteja mudando as regras da ciência.
A corrida para criar sistemas de inteligência artificial cada vez mais poderosos pode estar chegando a um ponto de inflexão. E desta vez, o alerta vem de dentro.
A mesma estratégia que transformou marcas chinesas em concorrentes globais no setor automotivo agora está sendo aplicada a uma tecnologia que pode mudar o futuro do trabalho.